O turbante

O turbante

Certo dia, Nasrudin compareceu à Corte ostentando um magnífico turbante. Sabia que o rei ia admirá-lo e que, portanto, poderia vender-lhe o tal turbante.

“Nasrudin, quanto você pagou por esta maravilha?”, perguntou o rei.

“Mil moedas de ouro, Majestade.”

Percebendo a tramoia, o vizir cochichou ao rei: “Só um idiota pagaria tanto por um turbante”.

Disse o rei: “Afinal, por que pagou essa fortuna? Nunca ouvi falar de um turbante que custasse mil moedas de ouro”.

“Ah, majestade, paguei esta fortuna, porque sabia que, em todo o mundo, só um único rei compraria esse tipo de coisa.”

Encantado com o elogio, o rei ordenou que dessem a Nasrudin duas mil moedas de ouro e ficou com o turbante.

Mais tarde, Nasrudin disse ao vizir: “Você pode muito bem conhecer o valor de um turbante, mas sou eu quem conhece as fraquezas dos reis.”

Do livro: Histórias de Nasrudin – Edições Dervish

 

Quanto nós custa a nossa vaidade!

Pense nisso e viva melhor!

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Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida. Quero trocar experiências e conhecimento com você, deixe seu comentário, envie um e-mail e me siga nas redes sociais.

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