O monge e o escorpião

O monge e o escorpião

Um monge e seus discípulos seguiam por uma estrada.

Quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.

O monge correu pela margem do rio, adentrou a água e tomou o bichinho na mão.

Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.

Foi então à margem do rio, tomou um ramo de árvore, correu adiantando-se à correnteza, entrou, recolheu o escorpião e o salvou.

Ao voltar, o monge juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e sem entender nada.

Então, perguntaram:

– Mestre, deve estar doendo muito! Por que foi salvar esse bicho  ruim e venenoso?

– Que se afogasse! Seria um a menos!

– Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara!

– Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:

– Ele agiu conforme sua natureza, e eu, de acordo com a minha.

Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro. Apenas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, pois é certo que cada um dá o que tem e o que pode. Cada qual conforme sua natureza, e não conforme a do outro.

Pense nisso e viva melhor!

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Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida.

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3 Comentários

  1. Você é culpado por tudo que acontece com seu corpo. E sua consciência faz dele uma moradia. Existe uma briga constante entre ambos. “Faço isso porque é relaxante, porém minha consciência pesa”. Não seja frágil a ponto de ser manipulado pelos prazeres da carne.
    Faça do seu corpo uma ilha paradisíaca que sua consciência sinta “prazer” em ocupá-lo.
    Boa noite a todos!✌☺

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