A metáfora do príncipe com mentalidade de escravo

A metáfora do príncipe com mentalidade de escravo

Era uma vez… um príncipe que não tinha vontade de estudar, nem de ler um livro ou fazer uma viagem. Seus pais procuram estimulá-lo de muitos modos, mas ele não reage. Está satisfeito com o que tem e não possui nenhuma curiosidade, nenhum impulso de buscar algo que possa perturbar seu estático equilíbrio.

Seus pais, preocupados, interrogam-se sobre o que podem ter errado em sua educação. Quando o príncipe era pequeno, tentaram protegê-lo de qualquer tipo de dor, qualquer sofrimento. Queriam que fosse feliz e que conhecesse somente o bom e o belo. Esforçaram-se em satisfazer todos os seus caprichos, em dar-lhe, mesmo antes que ele pedisse, todas as mais bonitas e melhores coisas existentes, evitando que conhecesse a dor da privação.

Foi essa falta de tensão entre o que podia e não podia fazer, entre o que queria e devia fazer, o que privou o príncipe daquela energia nutrida pela insatisfação do estado presente, que força a explorar novos modos de superar as privações.

Foi o excesso de atenção por parte do rei e da rainha que criaram no príncipe uma mentalidade de escravo: escravo da própria ignorância, da própria preguiça e da própria complacência em ser ignorante e preguiçoso.

(Consuelo Casula, Do livro: Metáforas – Para a Evolução Pessoal e Profissional)

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