A força da motivação pela razão no enfrentamento dos problemas

A força da motivação pela razão no enfrentamento dos problemas

Há muitas coisas na vida que não compreendemos. Há muitas coisas na vida que não desejamos. Há muitas coisas na vida que poderiam ser diferentes do que são. Há muitas coisas na vida sobre as quais temos muito pouca ação modificadora. Essa é a vida de todos nós. O que fazer? Resignar-se? Esperar um milagre? Revoltar-se? Perguntar por que eu?

Na verdade, a resposta parece ser um pouco de tudo. É claro que temos que nos resignar frente à realidade. É claro que podemos sempre esperar um milagre. Mas não há razão para revolta, para o eterno amargor, para uma morte antecipada, tornando a vida um verdadeiro inferno, amplificando os problemas que já existem.

Quando temos um grande problema devemos saber que teremos que ser melhores que a média das pessoas. Temos que saber que muitos irão se compadecer de nós – uns genuinamente, outros falsamente – mas que a grande maioria não estará preocupada com a nossa dura realidade. Nós, pela razão, e não pela emoção, é que temos que enfrentá-la. E, a própria razão nos dirá que não adianta ficar perguntando, por que eu? Ninguém nos dará essa resposta de maneira satisfatória. Nós é que temos que dá-la ao mundo, mostrando a nossa capacidade de enfrentar o problema e ter a firmeza para fazer o que a maioria não seria capaz.

É essa “motivação cognitiva”, pela razão e não pela emoção, que nos fará levantar e caminhar, fazer o que tiver que ser feito para não nos entregarmos de vez à doença que não pediu licença para se instalar, ou ao problema que nos aflige. A emoção nos fará sentir dó de nós próprios. A emoção nos fará muitas vezes sentir vergonha de nossa incapacidade física. A emoção nos fará esperar a ajuda dos outros, que, já sabemos, nem sempre virá.

É a razão que nos fará prosseguir e vencer. É a plena consciência de nossos limites e possibilidades que deve nos dar a força e os motivos para lutar, perseverar, ter disciplina nos tratamentos, acreditar na ciência e seguir em frente. A motivação cognitiva é uma porta que só se abre por dentro. Só você pode abri-la. E você a abrirá no momento em que entender, pela razão, e não pela emoção, que há pessoas em condições muito mais difíceis e que precisam de você. Você a abrirá aumentando a sua fé, sua esperança e sua caridade.

Pense nisso. Sucesso!

(Autor: Luiz Marins, texto publicado no site Anthropos Consulting)

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Pense nisso e viva melhor!

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Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida.

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