Desenvolvimento Pessoal

Gosto demais do que um dia escreveu o britânico Beda, o Venerável, lá no século VIII: “Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe; não praticar o que se ensina; não perguntar o que se ignora”.

Por isso, uma carreira a ser “turbinada” exige a capacidade de “ensinar o que se sabe”, isto é, ter permeabilidade e ser reconhecido como alguém que reparte competências, de modo a fortalecer a equipe e demonstrar ambição (querer mais) em vez de ganância (querer só para si, a qualquer custo).

É necessário também “praticar o que se ensina”, de forma a deixar clara a coerência de postura, o equilíbrio entre o dito e o feito, e a disposição para assumir com segurança aquilo que adota como correto.

Por fim, o mais importante, “perguntar o que se ignora”, pois corre perigo aquele ou aquela que não demonstrar que está sempre em estado de atenção (em vez de estado de tensão) para ampliar capacidades e assumir a humildade (sem subserviência) de compreender e viver aquilo que Sócrates, na Grécia clássica, nos advertiu: “só sei que nada sei”, ou seja, só sei que nada sei por inteiro, só sei que nada sei que só eu saiba, só sei que nada sei que não possa ainda vir a saber.

Afinal, os projetos e metas em qualquer organização são apenas um horizonte que funciona especialmente para sinalizar quais são as possibilidades e limites de progressão; no entanto, horizontes não são obstáculos e sim fronteiras.

Performance e “fazer” carreira exige atitude e iniciativa e, por isso, é um “fazer” em vez de ser um “receber”. Construir o equilíbrio das intenções com as condições é prioritário, sempre lembrando que o equilíbrio precisa ser em movimento (como na bicicleta), sem conformar-se com o sedutor e falso equilíbrio que se imagina atingir ao se ficar imóvel.

Em 2007, a Brasilprev pediu-me uma pequena reflexão sobre equilíbrio na vida pessoal e profissional; eu o chamei de “Ô balancê, balancê…” e agora aqui o retomo.

Balancê? Por incrível que pareça esse termo francês significa, na dança, ficar apenas alternando um pé com o outro, mexendo o corpo para lá e para cá, mas, sem sair do lugar. Quando, em 1936, Braguinha e Alberto Ribeiro compuseram essa marchinha de carnaval, não poderiam supor que mais de 70 anos depois alguns de nós usaríamos a última estrofe como uma lamentação estagnante do desequilíbrio entre vida profissional e vida pessoal: “Eu levo a vida pensando / Pensando só em você / E o tempo passa e eu vou me acabando / No balancê, balancê”.

“Acho que estou precisando colocar as coisas na balança e ver como consigo lidar melhor com a minha vida no trabalho e a minha vida particular. ” Tem ouvido muito isso? Tem pensado muito nisso? Ainda bem; é sinal de sanidade. Qualquer perturbação que abale a integridade e autenticidade do que se vive é perniciosa. Todas as vezes nas quais se tem a sensação de se ser “dois”, isto é, de existir de forma dividida, desponta o perigo de se ter de escolher um entre ambos e relegar o outro.

A questão vital não é dividir-se, mas, isso sim, repartir-se. Pode parecer óbvio: quando se divide, há uma diminuição; quando se reparte, há uma multiplicação. Em outras palavras: se me divido entre duas atividades, vem sofrimento; se me reparto, vem equilíbrio.

Não por acaso, a palavra “equilíbrio” está ligada à ideia de pesar, avaliar, aferir e, portanto, colocar na balança. A expressão latina “aequilibrium” tem a sua origem em equ (igual) e libra (balança).

Balancear as dimensões vitais favorece uma mente sadia; afinal, a vida profissional é parte da vida pessoal, e não toda ela. Não deve pesar mais, nem menos. Terá a gravidade (em múltiplos sentidos) que for obtida pelo honesto valor que a ela for atribuído.

O que não dá é ficar só balançando sem sair do lugar; harmonia é construção planejada e persistente, em vez de pura espera.

Para que harmonia, então?

Como um dia desenvolvi no meu livro Qual é a Tua Obra? (Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética) publicado pela editora Vozes: Cuidado, a vida é muito curta para ser pequena. É preciso engrandecê-la.

E, para isso, é preciso tomar cuidado com duas coisas: a primeira é que tem muita gente que cuida demais do urgente e deixa de lado o importante. Cuida da carreira, do dinheiro, do patrimônio, mas deixa o importante de lado. Depois não dá tempo. A segunda grande questão é gente que se preocupa muito com o fundamental e deixa o essencial de lado.

O essencial é tudo aquilo que não pode não ser: amizade, fraternidade, solidariedade, sexualidade, religiosidade, lealdade, integridade, liberdade, felicidade. Isso é essencial.

Fundamental é tudo aquilo que te ajuda a chegar ao essencial. Fundamental é a tua ferramenta, como uma escada. Uma escada é algo que me ajuda a chegar a algum lugar. Ninguém tem uma escada para ficar nela. Dinheiro não é essencial. Dinheiro é fundamental. Sem ele, você tem problema, mas ele, em si, não resolve. Emprego é fundamental, carreira é fundamental.

O essencial é o que não pode não ser. Essencial é aquilo que faz com que a vida não se apequene. Que faz com que a gente seja capaz de transbordar.

Repartir vida. Repartir o essencial, a amizade, a amorosidade, a fraternidade, a lealdade. Repartir a capacidade de ter esperança e, para isso, ter coragem.

Coragem não é a ausência de medo. Coragem é a capacidade de enfrentar o medo. O medo, assim como a dor, é um mecanismo de proteção que a natureza coloca para nós. Se você e eu não tivermos medo nem dor, ficamos muito vulneráveis. Porque a dor é um alerta e a dor nos prepara. É preciso coragem para que a nossa obra não se apequene. E, para isso, precisamos ter esperança.

E, como dizia o grande Paulo Freire, “tem de ser esperança do verbo esperançar”. Tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. “Ah, eu espero que dê certo, espero que resolva, espero que funcione. ” Isso não é esperança.

Esperançar é ir atrás, é se juntar, é não desistir. Esperançar é achar, de fato, que a vida é muito curta para ser pequena. E precisamos pensar se estamos nos dedicando ao importante em vez de ao urgente.

Tem gente que diz: “Ah, mas eu não tenho tempo”. Atenção: tempo é uma questão de prioridade, de escolha. Quando eu digo que não tenho tempo para isso, estou dizendo que isso não é importante para mim. Cuidado, você já viu infartado que não tem tempo? Se ele sobreviver, ele arruma um tempo. O médico dizia “você não pode fazer isso, tem de andar todo os dias”. Se ele enfartar e sobreviver, no outro dia você vai vê-lo, às 6 horas da manhã, andando. Se ele tinha tempo, que ele teve de arrumar agora, por que não fez isso antes? Você tem tempo? Se não tem, crie. Talvez precisemos rever as nossas prioridades.

Será que estamos cuidando do urgente e deixando o importante de lado? Será que não estamos atrás do fundamental, em vez de ir em busca do essencial?

(Mario Sergio Cortella – filósofo, professor da PUC-SP e autor de diversos livros de reflexão filosófica)

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“Some dance to remember, some dance to forget.” – (Eagles, in Hotel California)

O tema administração do tempo tem apresentado crescente interesse no mundo corporativo por dois aspectos em especial. Primeiro, porque a demanda por maior produtividade é a tônica do momento. A competitividade impõe a cada profissional a obrigação de produzir mais, com maior qualidade e menor custo e em menos tempo. E as novas tecnologias, que imaginávamos nos legariam mais conforto e disponibilidade, tornaram-nos escravos cibernéticos conectados diuturnamente. Verdadeiros “profissionais integrais multitarefados”.

O segundo aspecto é a incessante busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Eu poderia mencionar diversas pesquisas recentes, realizadas não apenas no Brasil, mas simultaneamente em diversos países, para comprovar esta tese. Invariavelmente metade dos entrevistados, no mínimo, declara que seu maior objetivo ou sinônimo de sucesso está em conciliar a carreira com as metas pessoais e a atenção à família.

Dentro deste contexto, a administração do tempo costuma ocupar-se do primeiro motivo supracitado. Assim, você pode fazer cursos, ler livros e artigos tomando contato com formas diferentes de abordar conteúdos semelhantes.

Os temas recorrentes são: (a) instrumentos de gestão, do velho bloco de anotações aos avançados softwares acessíveis por meio de smartphones e tablets; (b) técnicas de planejamento, desde o PDCA, passando pelos mapas mentais, o princípio de Pareto, a matriz de Eisenhower, o housekeeping e, mais recentemente, a tríade do tempo, entre outras ferramentas; (c) os ladrões, sabotadores ou desperdiçadores de tempo, em especial as interrupções e mau uso do telefone, as reuniões ineficazes, o gerenciamento de e-mails e das redes sociais e a mobilidade nas grandes cidades prejudicada pelo trânsito caótico.

Estes três grupos temáticos têm por objetivo apresentar a você maneiras de elevar sua produtividade pessoal para, enfim, conseguir fazer mais com menos. O pacote inclui desenvolver a capacidade de tomar decisões, negociar, priorizar, delegar e liderar, além de aprender a lidar com a pressão e gerenciar o estresse. Por isso, sob este ponto de vista, administrar o tempo é uma competência eminentemente técnica: você aprende, treina e executa.

Paralelamente, ou de maneira ideal, complementarmente, quando o segundo aspecto da relevância do tema gestão do tempo é abordado, passa-se a adotar uma visão mais holística, compreendendo que não basta ser diligente no uso de técnicas – é fundamental saber o porquê e para quê dominá-las.

Nesta ótica, deve-se principiar promovendo o autoconhecimento, a fim de identificar um propósito – senso de finalidade – que levará à definição de missão e visão pessoais, respaldadas pela definição de uma carta de valores compondo sua “Constituição pessoal”.

Associe-se a isso seu ciclo circadiano (relógio biológico), a rotina (ou ausência dela) e a percepção pessoal de como o uso atual do tempo afeta sua vida, para chegar ao ponto crucial desta jornada: aplicando adequadamente as técnicas de gestão do tempo, quais serão suas escolhas e o que você vai fazer com o tempo extra que será conquistado?

Refletindo sobre todas estas questões, decidi que a melhor contribuição que eu poderia trazer a você, leitor, são algumas dicas simples que intitulei como “regras de ouro”. Vamos a elas.

1. Seja sempre pontual

Há uma falha cultural em nosso país, que mais reputo como uma falha de caráter: é o desrespeito a horários. Curiosamente, parece deselegante ser pontual.

Se você é convidado a uma festa, decide que chegará com uma hora de atraso, talvez para não ser o primeiro a cumprimentar o anfitrião. Reuniões de condomínio, por exemplo, já são tradicionalmente iniciadas apenas após a “segunda convocação”, realizada cerca de meia hora após o horário agendado.

Lembre-se de que autênticos líderes não deixam ninguém esperando para um compromisso agendado. Por isso, tenha sempre em mente que é preferível chegar 30 minutos mais cedo que apenas cinco minutos atrasado.

Agora, se a demora for inevitável, seja atencioso para comunicar às pessoas envolvidas. Envie uma mensagem de texto ou telefone, informando-as dos fatos. Peça desculpas, apresente uma previsão de seu horário de chegada e coloque-se à disposição para remarcar, se possível for. Feito isso, relaxe. Nada mais poderá ser feito para mitigar os infortúnios.

2. Espere 24 horas para reagir

Quando estamos exaltados, tornamo-nos passionais em essência, inclusive aqueles que se dizem movidos pela razão. Queremos resolver a eventual contenda de imediato e “não levar desaforo para casa”, como se costuma dizer.

Por isso, procure não reagir antes de 24 horas. Evidentemente, há momentos em que a temperatura sobe. Afinal, as razões do coração turvam-nos a lucidez e levam-nos a decisões das quais podemos nos arrepender na manhã seguinte. Porém, entre um dia e outro, com uma noite de descanso no meio, o que se mostrou um problema irresoluto surgirá não menor, mas com dimensões reduzidas à sua realidade.

Shakespeare dizia que: “O mal que os homens fazem vive depois deles, enquanto o bem é quase sempre enterrado com seus ossos”. Costumo pontuar que é muito importante tomar cuidado com as palavras desferidas, em especial nos momentos de irritação. Quando você diz algo que desagrada a alguém, pouca valia haverá em se desculpar a posteriori. Porque não importa o que você disse, mas o que ficou depois do que você disse. E o que fica instala-se no peito, dentro do coração, tomando-o por sua morada e de lá não sai mais.

3. Ninguém está contra você

A vida tem educado meus olhos a enxergarem a relatividade inerente a fatos e argumentos, bem como meus ouvidos a perceberem a relevância de opiniões contrárias às minhas. Esta flexibilidade, que não significa abrir mão de princípios, mas tão somente não ter compromisso com o erro, é um grande estímulo ao exercício da humildade e, por conseguinte, um antídoto contra a presunção, a prepotência e a arrogância.

E por compreender que a natureza humana é legitimamente individualista e egoísta, aprendi que raramente as pessoas estão contra mim, pois estão apenas a favor delas próprias. Esta percepção é suficiente para evitar conflitos desnecessários e eleger as batalhas que valem a pena ser travadas.

4. Exceção não é regra

Na busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, não podemos ser ingênuos. Há momentos em que precisamos nos doar com tenacidade para alcançar determinados objetivos, cumprir prazos e atingir metas. Isso pode significar refeições feitas em fast food ou em frente ao computador, noites em claro ou maldormidas, dias sem comparecer à academia, certa desatenção para com os familiares.

Tudo isso, embora indesejável e não recomendável, pode ser tolerado quando acontece de maneira pontual, por curtos períodos de tempo. Mas é inadmissível que se torne regra, práticas constantes que conduzam a uma rotina tóxica.

5. Administre a transição do ambiente profissional para o familiar

Robert Cooper é um especialista em inteligência emocional e neurociência da liderança, autor da interessante obra “Get out of your own way” (“Caia fora de seu próprio caminho”, em tradução livre). Segundo seus estudos, está comprovado que situações de conflito começam ou se intensificam nos primeiros minutos após o regresso ao lar.

Assim, ao chegar em casa, estabeleça uma zona intermediária de até 15 minutos, período no qual deverá apenas cumprimentar carinhosamente seus familiares com no máximo 25 palavras. Procure desacelerar. Tome um banho, troque suas roupas, beba algo. O diálogo que seguirá será mais ameno, gentil e profícuo.

6. Gerencie a concentração, não apenas o tempo

A neurociência confirma que somos maus administradores de nosso tempo e com forte tendência a perder o foco.

Algumas provocações para sua reflexão:

  • Em suas reuniões regulares, como você poderia reduzir em 50% ou mais o tempo gasto, mantendo ou melhorando os resultados?
  • Suas reuniões são agendadas para o início do expediente, por volta das 9 horas, ou logo após o almoço, às 14 horas, prolongando-se por todo aquele meio turno de trabalho? O que aconteceria se você iniciasse os encontros às 11 horas ou 17 horas?
  • Quanto tempo você desperdiça diariamente em decorrência de interrupções, distrações, desorganização ou falta de planejamento?

Estabeleça uma hora por dia sem interrupções para você e neste intervalo trabalhe concentradamente em três objetivos específicos, reservando 20 minutos para cada um deles.

A propósito, faça as tarefas mais desagradáveis logo no início do dia, quando sua energia, concentração e disposição são superiores. Até porque nós sempre encontramos tempo para fazer aquilo de que gostamos.

Por fim, um feedback é importante, mas ele atua sobre um evento passado, aprisionando o cérebro e colocando-o na defensiva. Trabalhe com feedforward, ou seja, um impulso emocional positivo para influenciar e mudar de agora em diante.

7. Evite o duplo manuseio

Sabe quando você recebe as correspondências do dia, faz uma triagem, inicia a leitura de uma carta e decide interrompê-la para continuar depois em virtude de sua importância? Ou quando você recebe um e-mail e começa a respondê-lo, mas opta por transferir a mensagem para uma caixa de pendências, a fim de tratar do assunto apenas depois, porque o tema exige sua atenção?

Pois bem, a cada vez que você novamente pega aquela carta em mãos ou retoma a redação daquele e-mail, sem concluir a tarefa, está praticando um duplo-manuseio, ou seja, perdendo um tempo precioso, o que pode convidar a angústia a instalar-se em sua rotina. A regra é começar e terminar!

8. Administre a energia, não o esforço

Faça pausas estratégicas de apenas 30 segundos a cada meia hora, e pausas essenciais de dois a cinco minutos no meio da manhã e à tarde para aumentar sua energia e concentração.

Você pode fazê-lo realinhando sua postura, respirando profundamente, bebendo água gelada, movimentando-se em direção a uma luz mais forte, entrando em contato com paisagens naturais, situações bem humoradas e expondo-se a mudanças visuais ou mentais. Estas ações podem garantir um incremento de até 50% no seu nível de energia, elevando a produtividade em até 10%. Seja rápido sem se apressar. Mantenha a flexibilidade

9. Não espere pelo mundo perfeito

Sabe quando você perde um prazo ou uma grande oportunidade não por esquecimento, mas porque ficou tão envolvido em realizar um projeto irrepreensível, que o desejo de fazer o ótimo dilacerou a possibilidade de fazer o bom? No final das contas, nada foi concretizado, o que significa um resultado péssimo…

Convido você a fazer igual analogia com outros sonhos que já visitaram suas noites em vigília. Livros que não foram escritos, músicas que não foram compostas, poesias que não foram declamadas. Uma intervenção necessária durante uma reunião que foi contida por falta de ousadia. Uma declaração de amor reprimida porque você ainda não se sentia preparado.

Temos o mau hábito de esperar pelo mundo perfeito para tomar decisões. Enquanto buscamos e ansiamos por este mundo idealizado, outras pessoas fazem o que é possível, com os recursos de que dispõem, dentro do tempo que lhes é concedido. E não raro acabam sendo bem-sucedidas. Então, ao observarmos o conteúdo de suas produções, colocamo-nos imediatamente a criticá-las, certos de que poderíamos ter alcançado um resultado muito mais satisfatório. Nós pensamos; elas agiram.

Observe como muito pode ser feito usando de pouco tempo e de muita simplicidade. Muitas vezes basta um telefonema de alguns minutos para dirimir uma dúvida, prestar um esclarecimento, obter uma dilação de prazo. De igual maneira, um e-mail redigido em uma fração de segundos pode aquietar o espírito de seu interlocutor e sepultar o risco de um desentendimento. Agradecimentos, por sua vez, devem ser prestados o quanto antes, ou tornam-se inócuos e desprovidos de sensibilidade.

Um livro pode ser escrito de uma só sentada ou capítulo a capítulo, dia após dia. Uma música pode ser composta num guardanapo de papel na mesa de um bar ou nas bordas de uma folha de jornal que repousa em seu colo dentro de um ônibus. Um poema pode ser oferecido em meio a um jantar ou dentro de um elevador que se desloca do terceiro piso para o subsolo.

O tempo certo para agir é agora. Não de qualquer jeito, não com mediocridade, mas com o máximo empenho possível. Amanhã, como diriam os espanhóis, é sempre o dia mais ocupado da semana.

10. Ouça sua intuição

A intuição é um processo inconsciente, uma resposta que precede a própria pergunta, referendando a origem latina da palavra que remete a “imagem refletida no espelho”.

Sexto sentido ou não, aprendi a respeitar minha intuição por orientação de minha mãe, que sempre me recomendou a ficar atento aos “sinais” por mais sutis que fossem. Isso não significa necessariamente seguir à risca a intuição para tomar decisões, porém jamais ignorá-la.

11. Coloque VOCÊ em sua agenda

Nossas agendas, sejam de papel ou eletrônicas, regem nosso cotidiano, impondo-nos o que faremos, aonde iremos, com quem nos relacionaremos. E, curiosamente, nosso próprio nome não é contemplado nesse planejamento.

Por isso, nada de ter seu nome apenas na primeira página da agenda com sua identificação para que ela seja devolvida em caso de perda. Vou fazer-lhe um convite bastante simples. Gostaria que você determinasse um dia por semana, e apenas uma hora nesse dia, que será reservada a você e mais ninguém. Pode ser a primeira hora da segunda-feira, a última da sexta-feira ou outro momento qualquer. O importante é que nesse momento você se concentre naquilo que é mais relevante para seus interesses pessoais. Desligue telefones, feche a porta da sala, não receba ninguém – apenas a si próprio.

Dê atenção e oportunidade à pessoa mais importante de sua vida: você mesmo!

12. Tenha uma agenda de 10 segundos

Do momento em que você desperta e se prepara para seguir ao trabalho até seu retorno ao lar, grande parte de seu dia transcorrerá de maneira mecânica, automática, rotineira.

O prazer e a alegria são raros. E voláteis. Somos completamente infelizes em nossa infelicidade e brevemente felizes em nossa felicidade. Estamos sempre aguardando o dia seguinte, quando tudo o que era para ter sido e que não foi supostamente acontecerá.

Por isso, inventei para mim uma nova agenda que gostaria de dividir com você. Ela não se compra em papelaria, porque nela não se escreve. Não está disponível em versão eletrônica, porque nela não se digita. Seu custo é nulo, pois não demanda investimento, não exige que se tenha um palm, uma caneta, nem sequer alfabetização. É uma agenda mental – uma “agenda de 10 segundos”.

A cada amanhecer, tenho a certeza de que aquele é o momento a ser vivido. Em que pesem todos os planos, com os pés firmes no chão e os olhos no firmamento, a vida está acontecendo aqui e agora. Por isso, minha agenda deve contemplar somente os próximos dez segundos. Talvez breves, talvez distantes, talvez intermináveis e, talvez, inatingíveis dez segundos.

Essa consciência tem-me permitido agradecer a cada despertar em vez de hesitar em levantar-me. Tem-me sugerido dar passagem a alguém no trânsito ao invés de brigar por insignificantes três metros. Tem-me lembrado de dizer “bom dia” àqueles que me cercam. Tem-me incitado a procurar novos restaurantes e novos sabores durante o almoço. Tem-me proporcionado o poder de resignação e de resiliência diante das inúmeras adversidades que se sucedem. Nem sempre tem sido assim. Mas assim tem sido sempre que possível.

Fundamentalmente, a “agenda de 10 segundos” tem-me ensinado a elogiar, a perdoar, a me desculpar, a sorrir e a amar no momento em que as coisas são vivenciadas. E isso possibilita amizades fortuitas que se tornam perenes, negócios de ocasião que se tornam recorrentes e paixões de uma única noite que se tornam amores de toda uma vida.

13. Faça de seu trabalho um meio de diversão

A frase acima pode ser atribuída a Richard Branson, o empresário britânico que preside o Grupo Virgin, um conglomerado de empresas com atuação em setores tão distintos quanto música, vestuário, combustíveis e aviação.

Trata-se de um aviso essencial àquelas pessoas que, ao entardecer do domingo, têm uma sensação de angústia diante do início de mais uma semana de trabalho que se avizinha.

É evidente que precisamos ser práticos, pois sempre há contas a pagar, compromissos a cumprir. Entretanto, procure cultivar um trabalho digno e prazeroso, que seja fonte de alegria e não de infelicidade.

14. Evite as saudades vazias

Imagine-se dentro de alguns anos, com idade já avançada, em um final de uma tarde ensolarada de domingo, recostado em uma cadeira de balanço na varanda de sua propriedade observando seus netos brincando alegremente ao fundo.

Diante deste quadro, imagens resolvem visitar suas lembranças, aparentemente quase petrificadas em sua retina. Dentre as recordações, subitamente você sente com tristeza a ausência de alguns eventos. Os lugares que não visitou, as viagens que não fez, os pratos que não provou, os abraços que não acolheu, os beijos que não deu ou recebeu.

Estão são as saudades vazias, lembranças imaginárias do que poderia ter sido, mas não foi. Para evitá-las, prefira pecar por excesso do que por omissão.

15. Aproveite o momento!

Por fim, viva sua vida de forma extraordinária, com intensidade. Não se trata de aproveitar o dia como se fosse o último e, desta forma, fazê-lo de maneira irresponsável, mas de elevar a qualidade de cada momento, proporcionando a si e oferecendo aos demais o que você tem de melhor.

Tal qual a letra da banda Eagles, que prefacia este texto, alguns dançam para lembrar, outros, para esquecer. Em qual grupo você está?

( Autor: Tom Coelho é educador, palestrante em temas sobre gestão de pessoas e negócios, escritor com artigos publicados em 17 países e autor de nove livros. Contatos: atendimento@tomcoelho.com.br. Visite www.tomcoelho.com.brwww.setevidas.com.br e www.zeroacidente.com.br.)

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É preciso muita cautela com os bajuladores de plantão, pois muitos deles estão esperando apenas o momento mais apropriado para usar contra nós tudo o que dissermos.

Ninguém há de negar que muitas pessoas são adeptas da ideia de que os fins justificam os meios, não importando quais meios sejam usados, se éticos ou não. Numa busca desenfreada por seus objetivos, os quais tão somente envolvem aquisição de bens materiais e grau alto na hierarquia do trabalho, muitos passam por cima de valores morais, atropelando quem quer que pensem se encontrar no meio desse caminho.

É como se não pudessem fugir à máxima de que “a ocasião faz o ladrão”, uma vez que a vaidade e ambição então se aliam, em prol da realização daquilo que se quer, a todo custo, a qualquer preço. Para esses indivíduos, não existe outra forma de subir na vida a não ser focando exclusivamente seus esforços no objetivo, o qual deve ser a meta única e final de suas vidas, ainda que se machuquem ou se distanciem da vida de outras pessoas nesse caminho.

Esse tipo de gente parece não se apegar emocionalmente a ninguém, uma vez que qualquer um é visto como um concorrente, ou seja, um inimigo potencial. Assim, fica mais fácil mentir, trair, envolver o outro em fofocas, passando por cima de suas cabeças, sem dó, sem pensar duas vezes e sem olhar para trás, nem ao menos para checar os estragos deixados no rastro de suas ardilosas falcatruas.

Por essa razão, jamais possuirão um comportamento minimamente coerente, pautando suas ações pelas máscaras que lhes servirão aos escusos propósitos, aparentando cordialidade somente com quem possa lhes trazer algum privilégio na contrapartida. Não raro, cortejarão seus superiores, mostrando-se extremamente solícitos e competentes, leais e transparentes, até o momento exato em que possam derrubá-los, pois querem o seu lugar.

É preciso, pois, muita cautela com os bajuladores de plantão, visto que muitos deles estão esperando apenas o momento mais apropriado para usar contra nós tudo o que fizemos e/ou dissemos, principalmente aquilo que eles ouviram às escondidas e espalharam por aí, pelos ouvidos das pessoas mais mexeriqueiras com quem convivem.

Fato é que nosso coração, no fundo, sabe bem quem nos estima com verdade e intenções positivas, e serão estes que não medirão esforços para nos ajudar, não importando a posição que estivermos ocupando. E serão estes que deveremos manter junto, sem receio, sem hesitação, todos os dias.

(Texto de Marcelo Camargo, publicado no Site Obivius)

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Você pode pensar que procrastinadores são, por natureza, pessoas desorganizadas, que não sabem nem por onde começar seus projetos.

E é ai que você se engana!

Alguns procrastinadores são especialistas na montagem de planos estratégicos fabulosos e sabem cada passo que precisam dar rumo a seu objetivo.

Na teoria.

“Uma excelente ideia que não é colocada em prática, não passa de uma ideia.”

Quem tem o costume de adiar ações, adora planejar e principalmente fazer listas de tarefas.

Aliás, quanto mais longa e vaga for essa lista, melhor. Afinal, planejar não significa fazer.

E quanto mais complexo for o objetivo, pior. Certamente será adiado por muito mais vezes.

O erro não está em escolher atingir metas elaboradas para sua vida.

O erro está em não desmembrar essa meta em várias pequenas tarefas, que poderão ser finalizadas com maior facilidade.

Vamos supor que você queira escrever um livro.

Mas esse objetivo por si só é extremamente genérico e muito complicado.

Em vez de criar uma tarefa chamada “escrever livro”, não faria mais sentido se propor a escrever 1.500 palavras por dia?

Muito mais fácil começar a dar pequenos passos em vez de correr uma maratona logo de cara, não?

Procrastinar é um hábito, e como já vimos, mudar padrões pode ser algo extremamente difícil.

procrastinar-11

Se você não sabe nem por onde começar, experimente aplicar algumas das 10 dicas abaixo para detonar a procrastinação de uma vez por todas:

1. Peça ajuda de amigos quando uma tarefa se tornar difícil demais para começar ou terminar;

2. Não comece seu dia procrastinando. Esqueça a função soneca de uma vez por todas. Quando ao alarme tocar, levante da cama;

3. Diminua seu grau de auto-exigência. A busca pela perfeição pode adiar o começo de sua jornada. Vá melhorando conforme avança no projeto;

4. Remova as distrações. Ter que conviver com os “ladrões de atenção” só torna o ato de procrastinar mais provável. Se a internet é o problema, que tal desligar seu wi-fi enquanto trabalha?

5. Faça uma coisa de cada vez. Apostar em múltiplas tarefas para ganhar tempo terá o efeito oposto;

6. Queime pontes, se possível. Quer começar sua empresa? Uma solução drástica pode ser pedir demissão. Você não terá escolhas;

7. Se você quer fazer uma tarefa com frequência, como ir à academia toda segunda, quarta e sexta, coloque essa atividade no topo de sua lista;

8. Use listas de tarefa com inteligência. Escolha no máximo 3 itens, de alta prioridade e que estejam alinhados com seu objetivo principal. Não coloque nenhum item novo enquanto não finalizar os três já estipulados;

9. Utilize um Pomodoro Timer ou outro alarme para fazer o gerenciamento do seu tempo. O timer server para lembrar suas sessões de trabalho (de 60 a 90 min) e descansos pré-definidos (10-15 min);

10. Comece logo! O que não significa que ao iniciar uma tarefa ela precise ficar pronta ao final do dia. Não se preocupe com isso agora.

(Este texto foi extraído do Viver de Blog)

Leia o Texto Original: Por que somos especialistas em procrastinar? Como eliminar o vício da procrastinação antes que a preguiça sabote seu futuro brilhante

Pense nisso e viva melhor!

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Tem horas que precisamos dar um “chega pra lá” em algumas pessoas que parecem não ter vida própria. Suas vidas se resumem a fazer fofocas, causar discórdia e se fazerem de santas. Algumas sabem mais das nossas vidas do que nós mesmos.

São folgadas, entram em assuntos sem serem convidadas e geralmente são as primeiras a contarem novidades sobre qualquer pessoa, inclusive sobre nós.

O que essas criaturas não entendem é que a vida delas pode ser tão interessante quanto a vida de quem elas invejam.

Seguem 6 recadinhos para aquelas pessoas tóxicas que fazem questão de interpretar a vida dos outros como se todos tivessem sorte e elas fossem coitadas e injustiçadas, pois essas pessoas se sentem assim.

 

1 – A grama do vizinho não é mais verde, você é que não cuida da sua.

Sim, ao invés de olhar a vida do outro, olhe para a sua, cuide do seu jardim e dê ouvidos á suas vontades pessoais, ocupe seu tempo com coisas que você gosta (tente gostar de outra coisa além de cuidar da vida alheia).

 

2 – Respeite a intimidade alheia, para que a sua não seja invadida

Quem muito cuida da vida alheia quer esconder as próprias vergonhas, fama de pessoas santas são derrubadas a todo momento, e geralmente quem aponta demais tem coisas muito graves a esconder. Inclusive a própria inveja.

 

3- Ninguém tem tanta sorte quanto você pensa, nem “vantagens especiais”. As pessoas trabalham duro para conquistar o que tem.

Sim, estudam, trabalham, acordam cedo, fazem cursos e compreendem que precisam correr atrás do que querem. Cada um tem seus infortúnios, uns reclamam, e outros vão a luta. Em que time você quer estar, no time dos eternos injustiçados sem sorte, ou no time dos guerreiros? O que é melhor? Vencer ou ficar atirando pedras e julgando os outros?

 

4 – Você está aqui para evoluir, e a você cabe apenas o seu aprendizado.

O que os outros fazem de certo ou errado é problema deles e não seu, ficar tentando concertar os outros, pregando moral e bons costumes, quando muitas vezes na sua intimidade faz coisas mil vezes piores, é no mínimo sintoma de um sério desequilíbrio. Muitas pessoas são assim, e você certamente conhece algumas delas.

 

5- Mais amor por favor!

Mais amor próprio, mais autoestima, mais compreensão, mais respeito. Tome cuidado com a religiosidade, frequentar igrejas, centros espíritas, fazer caridades ou ir a qualquer lugar que pregue amor divino, não dá a ninguém o direito de interferir e julgar a vida alheia. Pense nisso.

Jesus não atirou pedras, ele salvou, amou, curou. Tudo o que se fala sobre positividade tem a ver com isso. Por tanto ao invés de cuidar dos outros, coloque remédio no seu coração doente!

 

6- Não se faça de vítima para que outras pessoas comprem brigas com seus desafetos.

Essa é uma ferramenta usada por mulheres tóxicas, mães que criam verdadeiros infernos, pois discutem com um dos filhos e faz os outros discutirem também. Fingem que passam mal para comover seus rebanhos a comprarem suas brigas e isolar quem elas não conseguem controlar. Pessoas que tem desafetos na vida profissional, também criam complôs para isolar quem discorda de sua opiniões. Parece mesquinho?

Graças a pessoas assim que nós terapeutas ficamos com o trabalho pesado de colocar a autoestima de pessoas depressivas por conta do controle alheio no lugar.

E a cada dia os consultórios psiquiátricos ficam mais cheios de pessoas que adoecem por serem vítimas de pessoas assim, controladoras, difamadoras.

Muitos familiares foram inimigos em vidas passadas, pensam diferente, mas se estão juntos agora e possuem a missão de se entenderem e respeitar as diferenças.

Que Deus te abençoe sempre!

(Texto de Luciana Lara, Terapeuta Holística)

Conheça o site da Luciana Lara – Site: Terapias e Coaching

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Chakras são os centros nervosos encontrados em nosso corpo.

Há 172.000 nadis (canais de energia metafísica ou força vital) em nosso corpo, e há vários centros de nervosos para estes 172.000 nadis. O corpo humano tem, na verdade, 109 centros de energia, mas entre esses, nove centros são importantes, e mesmo entre os nove, sete centros (chakras) são de importância primordial. E quando a energia (kundalini) ou a consciência flui através desses centros de energia, há diferentes emoções, sentimentos ou sensações experimentadas pela pessoa.

 

Muladhara Chakra: A base da coluna vertebral ou do sacro é a localização do primeiro chakra chamado Muladhara chakra. Quando o chakra Muladhara é ativado, a pessoa tem a experiência de entusiasmo na vida. Quando está adormecido, então se experimenta embriaguez e inércia. Não há interesse por nada. Este é o primeiro chakra. A base da coluna está associada com o elemento terra.

 

Swadishthana Chakra: A mesma energia move-se para cima para o segundo chakra que está localizado atrás dos órgãos genitais e manifesta-se como procriação ou criação – ou seja, na forma de qualquer atividade criativa ou como desejo sexual.

Quando você está obcecado por sexo, então você não faz nada criativo. Você esquece totalmente a criatividade. Quando você está envolvido em qualquer atividade criativa, então a luxúria não o incomoda. Então, aqui a energia poderia se manifestar como uma tendência criativa ou procriativa. Você não precisa rotular a energia como “boa” ou “ruim”. É assim que é. O segundo chakra é associado com o elemento água.

Veja, é a mesma energia (Kundalini) que está se movendo através dos centros nervosos. Kunda significa “pote” em sânscrito. O corpo é como uma panela, e a energia neste corpo é chamada de Kundalini.

 

Manipur Chakra: A mesma energia se move para cima para a região do umbigo e se manifesta em quatro formas ou sentimentos. Eles são ciúme, generosidade, alegria e ganância. Quando as pessoas sentem ciúmes, sentem alguma sensação na região do estômago. O terceiro chakra está associado com o elemento fogo. O chakra Manipur é representado como uma flor de quatro pétalas.

 

Anahata Chakra: Da região do umbigo, a energia move-se para cima para a região do coração. Aqui, a partir de uma flor de quatro pétalas, a energia é representada por uma flor de três pétalas. O que significam as três pétalas? Eles representam medo, amor e ódio.

Quando as pessoas sentem ódio ou medo ou amor, a sensação é sentida na região do coração. Quando o coração de alguém está partido, significa que o amor se tornou amargo e se transformou em ódio. Amor, medo e ódio são a mesma coisa. Quando há amor, não há medo. Quando há medo, não há amor. Em qualquer ponto do tempo, apenas uma das três emoções toma a posição dianteira enquanto as outras duas ficam em segundo plano. Não é que elas desapareçam completamente. As pessoas que sentem medo também têm amor. Quando o amor é predominante, então não há medo ou ódio. Quando o ódio toma o posto dianteiro, então o amor e o medo vão para a parte traseira. Isso é o que acontece com as pessoas. Quando elas estão tão cheias de ódio, elas não têm medo e não há amor algum.

 

Vishuddhi Chakra: Quando a mesma energia se move para o chakra da garganta, qual é a sensação que você experimenta? Você sente gratidão. E você tem uma sensação na região da garganta quando você sente tristeza. Quando você está sofrendo, sua garganta engasga. E quando você se sente muito grato, então, sua garganta também engasga.

 

Ajna Chakra: Quando a consciência se move para o centro da testa, ela se manifesta como raiva, consciência ou alerta. Conhecimento e consciência são representados pelo sexto chakra. O mesmo ponto é também o assento da raiva, e também é dito ser a região do místico terceiro olho. Você deve ter lido ou ouvido a história de como Lord Shiva abriu seu “terceiro olho” e queimou Lord Kamadeva até as cinzas. Este terceiro olho é o lugar da ira, bem como a sede por conhecimento e da sabedoria desperta.

 

Sahasrara Chakra: Quando a consciência se move para o topo da cabeça, então a pessoa experimenta apenas a bem-aventurança. Não existe mais nada. Você não sente mais nenhuma dualidade, nenhum sentimento de conflito ou separação. Você se sente totalmente conectado e um com tudo. Você se sente tão feliz!

Observe este fluxo ao contrário. Quando não há alegria em nossa vida, então voltamos um passo atrás e experimentamos raiva. Da raiva brota ódio e aversão. Isso também leva a uma sensação de medo. O medo, à medida que cresce, dá origem ao ciúme e à inveja, o que, por sua vez, gera luxúria, febrilidade e obsessão. E a luxúria e a obsessão nos trazem até a armadilha da inércia e da negatividade. Este é o fluxo descendente da mesma consciência ou energia Kundalini. É chamado Adhogati (retrocesso ou degeneração).

O oposto disso é Urdhvagati (ascensão ou progressão). Qual é o padrão de Urdhvagati? Você experimenta entusiasmo, então a criatividade floresce, há generosidade e contentamento, que por sua vez dão origem ao amor. O amor leva você à gratidão, o que ajuda a trazer a consciência e sabedoria (Prajna) e, finalmente, isso o leva à Felicidade.

Este fluxo ascendente ou descendente de energia continua a acontecer muito naturalmente e espontaneamente em sua vida todo o tempo.

(Sri Sri Ravi Shankar é um líder humanitário, mestre espiritual e embaixador da paz. Sua visão de uma sociedade livre de estresse e de violência uniu milhões de pessoas em todo o mundo por meio de projetos de serviço social e dos cursos da Arte de Viver.)

Texto publicado em: Sabedoriadesrisri

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Como podemos transformar o atrito em tensão criativa? Aqui está uma forma de chegar ao âmago do assunto.

Quando pessoas trabalham juntas, muitas vezes discordam entre si – e ocasionalmente essa discordância se transforma em séria disputa. Empregados hostis podem exercer um impacto negativo sobre o moral dos outros, reduzindo a produtividade e, em consequência, os lucros.

 

Um dos erros mais comuns dos proprietários e gerentes de empresa consiste em ignorar os conflitos. Fazer de conta que eles não existem causa mais prejuízo do que bom resultado. Quando ignoramos os conflitos, enviamos uma mensagem de que não respeitamos nosso pessoal e não damos o devido valor àquilo que está acontecendo ao nosso redor. Às vezes, não nos damos conta de como o ambiente realmente é, ou do que estamos criando.

 

Outro erro sério consiste em acreditar que o conflito, por sua própria natureza, é negativo. O conflito é uma mensagem subjacente e, quando reconhecido, pode se constituir numa ferramenta de transformação. Se acreditarmos que o conflito não é saudável, estamos nos predispondo a sermos desonestos e limitados em nossas comunicações. Assim, o que podemos fazer quando surge uma escaramuça interna dentro da companhia? Começando com a pressuposição de que as pessoas são motivadas por um desejo básico de resultados positivos, “Que todo comportamento tem, atrás de si, uma intenção positiva”, estamos em posição de não culpar, reprimir ou ignorar o comportamento. A intenção pode estar enterrada profundamente; é importante encontrá-la e trabalhar com a energia positiva.

 

 

O segundo passo consiste em considerar as pessoas separadamente de seus comportamentos. Rótulos como “bom” ou “mau” são úteis unicamente para quem deseja a conformidade e pode causar autosabotagem. Trata-se de mudar o foco. Para começar, é preciso focalizar algo que ambas as partes desejam. Procure um conjunto de dados diferentes, pedindo que cada uma das partes procure incidentes específicos visando encontrar a intenção positiva de tal ação ou comportamento. Frequentemente, a “intenção” fica de fora da interação, mas está presente dentro do processo do pensamento. Ajudar cada um dos empregados a pensar, falar e agir sobre a intenção positiva, conduz a um caminho diferente de soluções e possibilidades.

 

Cada um de nós passa pelo mesmo processo: recebemos dados através de nossos sentidos; selecionamos determinados dados sobre os quais colocamos nosso foco. Depois, atribuímos um significado a esses dados, tendo por base nossas pressuposições e nosso próprio “mapa de mundo”. Frequentemente, fazemos a leitura mental sobre a percepção dos outros – presumindo que esta se assemelha ao nosso próprio mapa da realidade. Podemos notar, ou não, se o sentimento que temos é congruente com nossos valores e crenças. Se estivermos suficientemente atentos à congruência, agiremos de maneira muito diferente do que se agirmos ou reagirmos de maneira incongruente.

 

Os pensamentos dirigem a ação. O conjunto de nossas pressuposições inconscientes, profundamente estabelecidas, estrutura nossas experiências sem que tenhamos consciência disso. Considerando-se que o pensamento, a linguagem e a ação estão dinamicamente interrelacionados, nossa atenção é focalizada conforme cada um desses elementos ou por todos eles. As perguntas que fazemos são uma função do processo de nosso pensamento, e a maneira como expressamos esses pensamentos e comportamentos subsequentes. Cada um de nós é capaz de adquirir a habilidade de perceber nossos próprios padrões e de como mudá-los. Uma maior flexibilidade nos permitirá ajustar um determinado pensamento, palavra ou ação para uma reação mais favorável.

 

 

À medida em que nos tornamos mais conscientes de nossas congruências ou incongruências pessoais, abrimos caminhos para descobrir mais sobre quem somos e se nossos valores e crenças dão suporte à nossa identidade. Podemos literalmente formular novas crenças capazes de dar um suporte mais adequado à nossa identidade e ao nosso sistema pessoal de valores.

 

Aprender como reconhecer padrões de comportamento ajuda-nos a discernir se o conflito se origina no ambiente externo ou dentro de nós mesmos. É muito saudável permitir que o conflito suba à superfície, para que possa tornar-se parte da ressignificação da energia negativa que o envolve, e redirecionar-nos na busca da intenção positiva que move os indivíduos e as organizações em direção a resultados específicos.

 

O conflito é meramente uma forma de feedback. Trabalhe com o feedback que você recebe, buscando a intenção positiva que está por detrás dos pensamentos, linguagem e comportamentos. Você ficará surpreso ao ver quão facilmente se formam as estruturas de consenso.

(Autora:   DuAnne Nebeker, Master Practitioner com experiência em comunicação empresarial, relações públicas e programas de comportamento organizacional)

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Era uma vez ….um mineiro que estava perdido numa mina dentro de uma galeria grande e escura. Não tendo absolutamente nenhum sentido da direção a seguir para sair do buraco em que estava, o mineiro só podia enxergar o pequeno círculo de luz projetado pela lanterna do seu capacete. Esse mineiro, em especial, estava totalmente seguro sobre o resultado que ele queria: sair vivo dali, e de preferência, chegar em casa a tempo para o chá! É fácil entender que se ele ficasse lá, esperando ficar seguro e confiante sobre a direção da saída antes de se movimentar, ele poderia ficar no mesmo lugar por um tempo bem longo!

Estabelecer objetivos é o primeiro passo de um dos processos fundamentais da PNL. Nós entendemos que ao estabelecer um objetivo claro e específico, nós damos a direção para o funcionamento automático dos filtros da mente inconsciente, que é em si mesma um processo de mudança. Porém para mim parece que lá se encontram algumas das limitações reais do modelo tradicional de estabelecer objetivos. Talvez o ato de colocar uma meta estabelecida para o futuro possa ser a maior de todas as substantivações!

Num recente treinamento de practitioner, eu estava conversando com um dos participantes que exaltava as virtudes e o tremendo impacto que estabelecer metas teve nele. Ele me contou que estava realmente seguro sobre o que queria fazer na vida: ele tinha um objetivo bem claro para criar um centro de cura onde as pessoas poderiam ir para serem rejuvenescidas e revitalizadas e para tirar proveito das maravilhosas ferramentas que a PNL tinha para oferecer. Ele estava muito entusiasmado. Eu disse:

“E o que você está planejando fazer AGORA para tornar isto uma realidade?” (uma pergunta tipo desubstantivação)

Ele me olhou com total espanto e horrorizado disse: “O que você quer dizer? Conseguir um emprego!!??”

Essa pessoa está tão incapacitada como o mineiro que fica parado na galeria esperando identificar o caminho de saída antes de se movimentar.

Essa carência de uma ponte entre o estado presente e o estado desejado é perceptível particularmente na área da cura física. Eu tive recentemente um cliente que queria se curar sozinho de um problema imunológico que já existia há bastante tempo. Mais ainda, ele tinha certeza sobre o resultado no longo prazo afirmando coisas como aumento de energia, sem dor (reformulado para sentir se confortável com o corpo), ser capaz de trabalhar o dia inteiro, etc. Porém quando eu questionei: “E o que você estará fazendo e pensando de modo diferente quando você estiver totalmente alinhado em direção a esse objetivo?” obtive a típica resposta:

“Eu não tenho nenhuma dor, eu me sinto confortável com o meu corpo.”

Então eu disse: “E o que ocorre antes do desconforto desaparecer totalmente? Se você tiver uma falta de conforto no corpo, como irá lidar com isto diferentemente de quando você estava totalmente alinhado em direção ao objetivo da cura total.”

A partir dessa discussão de construir pontes para o objetivo, apareceu uma consciência incrivelmente valiosa dos hábitos diários exigidos para se alinhar com o objetivo da cura total. Nós somos capazes de alinhar qualquer parte contestando ter aqueles hábitos diários, para estabelecer objetivos detalhados para esses hábitos diários e criar ponte ao futuro deles, de novo, em detalhes.

Basicamente o que estamos fazendo é a desubstantivação do objetivo e trazendo para o momento atual a fim de construir uma ponte para o futuro desejado ou:

Descobrir o que precisa estar acontecendo, agora, para ser alinhado com o objetivo, antes do objetivo existir completamente em alguma realidade.

Etapas básicas para a discussão da construção da ponte para o objetivo

  1. Estabeleça o objetivo da maneira usual (Especifique)
  2. Desubstantive o objetivo – isto é, faça bastantes perguntas em que apareçam muitos gerúndios nelas, e combine a informação do sentido da desubstantivação com as palavras “sendo fazendo tendo”.

Por exemplo:

O que você estará fazendo e que não está fazendo agora, quando conseguir este objetivo?

O que você estará dizendo para você mesmo de maneira diferente, quando conseguir este objetivo?

Como você estará se sentindo quando você estiver realizando este objetivo? etc.

Você também pode fazer perguntas similares a partir de posições perceptivas diferentes.

Por exemplo:

O que os outros estarão vendo de diferente em você quando você conseguir este objetivo?

Como você estará diferente para os outros quando conseguir este objetivo?

  1. Retorne para o curto prazo fazendo as mesmas perguntas para o futuro próximo.

Por exemplo:

Como você está totalmente alinhado em direção a este objetivo, o que você estará fazendo de diferente na próxima semana?

Como você estará pensando na próxima semana quando estiver alinhado em direção a sua meta?

O que você pensa que está apoiando-o para atingir a sua meta?

O que você está vendo que na próxima semana irá informá-lo que está alinhado com suas metas?

  1. Construa a ponte! Transfira o objetivo para agora. O propósito é descobrir como as respostas para a situação atual, como são realmente agora, precisam mudar para se alinhar com o objetivo. Assim, se alguém sente que está enfraquecendo e ele quer ser bem-sucedido, então as perguntas devem eliciar a maneira diferente dele lidar com a situação atual onde parece existir falta de bons resultados, para uma maneira que produza e apoie o seu sucesso.

Por exemplo:

Como você precisa reagir, agora em qualquer momento, para estar alinhado com o objetivo, antes do objetivo existir completamente na realidade?

Quando você estiver alinhado em direção ao objetivo, de que modo diferente você estará pensando e se comportando?

Elicie uma versão completa da representação sensorial específica disso e faça uma ponte ao futuro, seguida pelo acompanhamento futuro da conclusão bem-sucedida das etapas intermediárias e a meta final.

No momento em que o mineiro caminha para o foco da luz disponível, de lá ele enxerga mais longe.

(Lynn Timpany é uma das mais experientes trainers de PNL na Nova Zelândia. Lynn tem uma clínica particular em Christchurch, Nova Zelândia há mais de 10 anos e é membro da NZ Association of Counsellors e também Hipnoterapeuta Ericksoniana Certificada)

Seu site: www.lynntimpany.co.nz

Esse artigo está no site www.lynntimpany.co.nz, sob o título Building Outcome Bridges

Pense nisso e viva melhor!

Neste período difícil de desemprego, recessão econômica e baixa expectativa, os profissionais de recursos humanos e gestores são unânimes em afirmar que o valor da formação, conhecimento, capacidade de criar, inovar, vontade de aprender e disponibilidade são os ingredientes fundamentais da sobrevivência e do sucesso.

Ainda mais em tempos de crise, as empresas não podem se dar ao luxo de ter pessoas de baixa produtividade em seus quadros e pessoas com melhor formação, em teoria, são mais produtivas, isto é, conseguem fazer mais e melhor com menos recursos. Assim, investir em conhecimento é hoje mais fundamental do que nunca.

E a verdade é que não há mais desculpas para deixar de investir em conhecimento nos dias atuais. Há dezenas de cursos, aulas, palestras, filmes, vídeos inclusive gratuitos disponíveis na internet. CLIQUE AQUI E CONHEÇA ALGUNS CURSOS QUE SELECIONAMOS PARA VOCÊ!

Há setores como o de energia eólica (vento), fotovoltaica (solar), bioenergia, agronegócio, saneamento, saúde, segurança, tecnologia de convergência, engenharia florestal, apenas para citar alguns indicados pelos dirigentes que entrevistei, que estão carentes de pessoas para atender contratos já assinados.

“As pessoas estão buscando emprego onde ele não existe e não se prepararam para os setores da economia em crescimento e que estão carentes de mão de obra” afirmou um dirigente de uma empresa especializada em recrutamento e seleção.

Assim, é hora de rever a nossa formação e buscar conhecimento onde ele está sendo exigido e, portanto, pago e bem pago. Portanto, seja você jovem ou já adulto, saia em busca do conhecimento e procure investir de forma séria e definitiva em sua formação.

Há anos vimos dizendo que o século XXI seria o século do conhecimento e da informação. Pois ele chegou e em momentos de crise essa verdade se torna mais clara e evidente. Não é hora de esperar milagres. É hora de colocar a cabeça no lugar e os pés no chão. Vencerão realmente os melhores.

Pense nisso. Sucesso!

(Autor: Professor Luiz Marins)

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No começo do século XX, um dos empresários mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, Andrew Carnegie, decidiu que queria saber quais eram os denominadores comuns entre todos os grandes homens de sucesso da época.

Para isso, contratou um jovem chamado Napoleon Hill e deu a ele a tarefa de estudar – durante 20 anos – sobre as 6 mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo e descobrir o que elas tinham em comum.

Hill não só as estudou como também entrevistou pessoalmente centenas delas, incluindo nomes como Thomas Edson, Graham Bell, George Eastman, Henry Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt e Woodrow Wilson.

Depois de apresentado a Andrew Carnegie, o resultado do trabalho foi transformado em um curso, no qual Napoleon Hill definiu 16 leis que todas as pessoas de grande sucesso seguiam, conscientemente ou não.

Se você quer aprender mais sobre o tema, leia as 16 leis das pessoas de sucesso, que são:
1. Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento

A primeira lei revela que todos os grandes homens tiveram que se associar a outras pessoas para conseguir realizar os seus objetivos.

Uma vez que todos compreenderam a interdependência, buscaram principalmente pessoas que seguiam uma mesma linha de pensamento. Assim, todos trabalhavam em rapport com seus sócios.

Napoleon Hill afirmava que a união de duas ou mais mentes gerava um todo que era maior do que a soma das partes, o que ele chamou de Master Mind – ou Mente Mestra. Sozinhos, nenhum deles teria conseguido o sucesso que conseguiu.

2. Objetivo principal definido

Outro ponto que ficou bastante claro durante a pesquisa foi que todas as pessoas que realizam seus sonhos tinham um objetivo principal claramente definido em suas mentes, muitas vezes ricos em detalhes.

Muita gente diz querer mudar de vida, mas quando são perguntadas o que realmente querem, se atrapalham para dizer. Sabem que não querem continuar do jeito que estão, mas não tem um objetivo claro de onde querem chegar, do que querem realmente mudar.

O objetivo principal na vida deve ser escolhido com um grande cuidado e, depois de escolhido, deverá ser escrito e colocado num lugar onde se possa vê-lo pelo menos uma vez por dia. Isso tem por efeito psicológico impressionar o subconsciente da pessoa de tal maneira que ela aceita esse propósito como um lema, um projeto, uma “planta” que finalmente dominará as suas atividades na vida e a guiará, passo a passo, para a consecução desse objetivo, segundo Napoleon Hill

Sem ter um objetivo traçado, é muito complicado realizar alguma coisa. Não devemos ser 100% orientados a metas, contudo se não tivermos um lugar para onde ir, será difícil saber como chegar lá.

3. Confiança em si próprio

As pessoas de sucesso entrevistadas demonstravam grande confiança em seu potencial. Se não para resolver o problema, para saber quem chamar para resolver.

A autoconfiança é essencial para quem quer empreender algo. Quem vai confiar um investimento em alguém que não demonstra segurança?

Qual cliente vai comprar algo de alguém que duvida de si mesmo?

4. Economia

A quarta lei das pessoas de sucesso é o hábito da economia. Em uma tradução mais moderna, podemos dizer que educação financeira é uma das regras essenciais para quem quer obter sucesso.

Embora o dinheiro não seja a única ferramenta para medir o sucesso de uma pessoa, quando estamos falando de negócios e empresas (que era o caso da maioria dos entrevistados de Napoleon Hill), essa é sim a principal medida de sucesso.

O estudo mostrou que os entrevistados sabiam controlar suas finanças e assim tinham sempre dinheiro para investir em oportunidades e para arriscar empreendimentos que, se não dessem certo, também não os iria deixar no meio da rua.

5. Iniciativa e Liderança

Um outro ponto bastante claro na pesquisa foi o de que todos os entrevistados tinham um perfil de líder e não de seguidor. Todos tomaram a iniciativa de assumir o controle de suas próprias vidas, de empreender, de sair da mesmice e levar outros associados juntos no caminho.

Embora algumas pessoas realmente não tenham o perfil de liderança, acreditamos que isso pode ser trabalhado e melhorado.

Para levar outras pessoas a trabalharem com você em uma iniciativa própria ou mesmo para convencer outros a comprarem seus serviços e produtos, é preciso demonstrar liderança.

6. Imaginação

Pensar fora da caixa. Essa é a sexta lei do triunfo identificada por Napoleon Hill entre os homens bem-sucedidos que ele entrevistou. Boa parte deles precisou muitas vezes usar a imaginação para pensar em um negócio que não existia, para criar uma solução na qual ninguém pensou antes, para criar coisas novas.

Existe uma série de técnicas para desenvolver a imaginação e a criatividade, mas o ponto principal é você forçar-se a mudar suas rotinas de ações e pensamentos e não ter receio de experimentar coisas novas.

7. Entusiasmo

Aqui chegamos a um ponto muito importante. Muita gente parece ter um desejo de mudar de vida, mas acaba não indo em frente. É como se faltasse o combustível para levar o carro adiante.

Segundo a pesquisa encomendada por Andrew Carnegie, esse combustível que move homens e mulheres rumo a grandes descobertas e a grandes empreendimentos é o entusiasmo.

Grande parte dos maiores realizadores do mundo eram absolutamente apaixonados por seus objetivos principais definidos, a ponto de isso despertar neles grande entusiasmo para seguir em frente, mesmo quando todas as condições pareciam adversas.

“O homem geralmente triunfa com mais facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração.”  – Napoleon Hill

Criar entusiasmo em si mesmo – literalmente viver com paixão – é um dos desafios mais intensos e prazerosos que você pode impor a si mesmo.

8. Autocontrole

O oitavo ponto guarda muita identidade com o quinto (iniciativa e liderança). Ter autocontrole é, na verdade, ser o líder de si mesmo. É pensar no longo prazo, avaliar as consequências de cada ação, ter a ideia exata de que tudo o que você faz ou o aproxima ou o afasta do seu objetivo principal definido.

Não ser escravo das tentações mundanas ou de estados alterados de consciência – como a embriaguez, por exemplo – é um passo essencial para quem quer estar no comando da própria vida.

9. Hábito de fazer mais do que a obrigação

Segundo Napoleon Hill, existem dois tipos de pessoas que não vão para a frente: Uma são aquelas que não fazem o que lhes é pedido e a outra, aquelas que só fazem o que lhes é pedido.

Se você quer se destacar em sua área de atuação, precisa criar o saudável hábito de andar a milha extra: sempre fazer mais do que lhe pedem, sempre fazer mais do que é obrigado a fazer. Do contrário, você será apenas uma pessoa mediana, igual a tantas outras.

10. Personalidade atraente

Os negócios são resultados diretos de interações humanas. Cultivar uma personalidade atraente é ser uma figura agradável, simpática, bem apresentada. Não estamos falando aqui de padrões de beleza e sim de comportamentos que o tornem uma companhia agradável para os outros.

Existem pessoas que não fazem a menor questão de serem simpáticas. Elas estão no direito delas, porém para quem quer levar sua carreira a patamares mais altos, além de competência, é preciso ser uma companhia no mínimo agradável.

11. Pensar com Exatidão

Ter foco é outra lei essencial para quem quer obter sucesso. Devemos aprender a dirigir os nossos pensamentos somente para os assuntos, fatos e informações que, de alguma forma, nos deixarão mais próximos de nosso objetivo principal definido.

A meta é passar a raciocinar dedutivamente, apenas com base em fatos comprovadamente verdadeiros, que possuam importância real e que sejam úteis de alguma maneira.

12. Concentração

Esse ponto parece ser muito mais difícil hoje em dia do que na época em que a pesquisa foi realizada. Isso porque hoje boa parte da humanidade sofre com distúrbios de déficit de atenção.

As novas tecnologias e seus processos multitarefas nos oferecem tantas coisas que cada uma delas recebe apenas uma pequena fração da nossa atenção.

O resultado são trabalhos malfeitos, falta de foco, sensação de excesso de informação e um grande sentimento de frustração.

A saída aqui é treinar a própria mente para pensar com exatidão. Técnicas de meditação e o hábito de lidar com apenas uma coisa de cada vez, com foco total, são úteis para esse tipo de treinamento.

13. Cooperação

Além de se associar com pessoas com a mesma linha de pensamento, os homens de sucesso entendem que a cooperação é o melhor caminho para a realização pessoal e coletiva. Isso inclui ver os concorrentes apenas como outros players do mercado, não como inimigos. Significa ver os funcionários não como escravos, mas como pessoas que estão colaborando para tornar o seu sonho realidade.

A cooperação deve se dar em todos os níveis, pensando não somente no interesse próprio, mas também no bem-estar das pessoas com quem você se relaciona.

14. Fracasso

Como o fracasso pode ser uma das leis do sucesso? É simples: todas as pessoas que atingiram uma grande realização na vida, fracassaram algumas vezes antes. Na verdade, como diria Thomas Edson, aprenderam maneiras de “não inventar a lâmpada”.

O fracasso deve ser visto como um grande aliado. Cada vez que você falha, você descobre uma maneira de não realizar o seu objetivo. Elimina um caminho. Continue fazendo isso até você achar a trilha ideal.

Anthony Robbins em seus treinamentos pergunta: quantas vezes você deixaria o seu filho cair antes de desistir de ensiná-lo a andar? As pessoas respondem com simplicidade: ora, ele vai cair até conseguir andar. E aí está a fórmula mágica do sucesso! Não existe maneira de fracassar, apenas de aprender como não chegar lá.

15. Tolerância

Para lidar com o fracasso, com as limitações de outras pessoas e as suas próprias, com as adversidades que a vida nos impõe, é preciso ter uma boa dose de tolerância e paciência.

Você já deve ter percebido que não existe ninguém no mundo que consiga ter todas as coisas sob controle. Coisa que queremos não acontecem. Coisas que não queremos acontecem. O segredo é nos desapegar de querer controlar tudo e ter tolerância e paciência para ir acertando e errando até chegar onde queremos, seguindo sempre em frente.

A maior recomendação que alguém que está buscando uma melhoria na qualidade de vida pode receber é a de aproveitar toda a jornada, não apenas a realização da meta. O momento em que você realiza o objetivo é muito fugaz perto de todo o caminho que você tem para percorrer até ele.

Se você condicionar sua felicidade somente à realização dos objetivos, estará se condenando a uma vida triste.

16. Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo

Conhecida como A Regra de Ouro, essa lei é usada em grande parte das religiões e filosofias de vida já criadas no mundo. Se ela fosse realmente levada a sério, viveríamos um mundo bem melhor.

No momento em que você percebe que somos todos – seres vivos e meio-ambiente – uma única rede interdependente, que a ideia de eu como uma coisa distinta e independente nada mais é do que uma ilusão, aí, meu amigo, temos uma grande oportunidade de nos libertarmos de padrões limitadores.

Tratar as outras pessoas como a si mesmo é um passo importante para essa compreensão.

Agora é com você!

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Pense nisso e viva melhor!

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