Desenvolvimento Pessoal

É preciso muita cautela com os bajuladores de plantão, pois muitos deles estão esperando apenas o momento mais apropriado para usar contra nós tudo o que dissermos.

Ninguém há de negar que muitas pessoas são adeptas da ideia de que os fins justificam os meios, não importando quais meios sejam usados, se éticos ou não. Numa busca desenfreada por seus objetivos, os quais tão somente envolvem aquisição de bens materiais e grau alto na hierarquia do trabalho, muitos passam por cima de valores morais, atropelando quem quer que pensem se encontrar no meio desse caminho.

É como se não pudessem fugir à máxima de que “a ocasião faz o ladrão”, uma vez que a vaidade e ambição então se aliam, em prol da realização daquilo que se quer, a todo custo, a qualquer preço. Para esses indivíduos, não existe outra forma de subir na vida a não ser focando exclusivamente seus esforços no objetivo, o qual deve ser a meta única e final de suas vidas, ainda que se machuquem ou se distanciem da vida de outras pessoas nesse caminho.

Esse tipo de gente parece não se apegar emocionalmente a ninguém, uma vez que qualquer um é visto como um concorrente, ou seja, um inimigo potencial. Assim, fica mais fácil mentir, trair, envolver o outro em fofocas, passando por cima de suas cabeças, sem dó, sem pensar duas vezes e sem olhar para trás, nem ao menos para checar os estragos deixados no rastro de suas ardilosas falcatruas.

Por essa razão, jamais possuirão um comportamento minimamente coerente, pautando suas ações pelas máscaras que lhes servirão aos escusos propósitos, aparentando cordialidade somente com quem possa lhes trazer algum privilégio na contrapartida. Não raro, cortejarão seus superiores, mostrando-se extremamente solícitos e competentes, leais e transparentes, até o momento exato em que possam derrubá-los, pois querem o seu lugar.

É preciso, pois, muita cautela com os bajuladores de plantão, visto que muitos deles estão esperando apenas o momento mais apropriado para usar contra nós tudo o que fizemos e/ou dissemos, principalmente aquilo que eles ouviram às escondidas e espalharam por aí, pelos ouvidos das pessoas mais mexeriqueiras com quem convivem.

Fato é que nosso coração, no fundo, sabe bem quem nos estima com verdade e intenções positivas, e serão estes que não medirão esforços para nos ajudar, não importando a posição que estivermos ocupando. E serão estes que deveremos manter junto, sem receio, sem hesitação, todos os dias.

(Texto de Marcelo Camargo, publicado no Site Obivius)

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Você pode pensar que procrastinadores são, por natureza, pessoas desorganizadas, que não sabem nem por onde começar seus projetos.

E é ai que você se engana!

Alguns procrastinadores são especialistas na montagem de planos estratégicos fabulosos e sabem cada passo que precisam dar rumo a seu objetivo.

Na teoria.

“Uma excelente ideia que não é colocada em prática, não passa de uma ideia.”

Quem tem o costume de adiar ações, adora planejar e principalmente fazer listas de tarefas.

Aliás, quanto mais longa e vaga for essa lista, melhor. Afinal, planejar não significa fazer.

E quanto mais complexo for o objetivo, pior. Certamente será adiado por muito mais vezes.

O erro não está em escolher atingir metas elaboradas para sua vida.

O erro está em não desmembrar essa meta em várias pequenas tarefas, que poderão ser finalizadas com maior facilidade.

Vamos supor que você queira escrever um livro.

Mas esse objetivo por si só é extremamente genérico e muito complicado.

Em vez de criar uma tarefa chamada “escrever livro”, não faria mais sentido se propor a escrever 1.500 palavras por dia?

Muito mais fácil começar a dar pequenos passos em vez de correr uma maratona logo de cara, não?

Procrastinar é um hábito, e como já vimos, mudar padrões pode ser algo extremamente difícil.

procrastinar-11

Se você não sabe nem por onde começar, experimente aplicar algumas das 10 dicas abaixo para detonar a procrastinação de uma vez por todas:

1. Peça ajuda de amigos quando uma tarefa se tornar difícil demais para começar ou terminar;

2. Não comece seu dia procrastinando. Esqueça a função soneca de uma vez por todas. Quando ao alarme tocar, levante da cama;

3. Diminua seu grau de auto-exigência. A busca pela perfeição pode adiar o começo de sua jornada. Vá melhorando conforme avança no projeto;

4. Remova as distrações. Ter que conviver com os “ladrões de atenção” só torna o ato de procrastinar mais provável. Se a internet é o problema, que tal desligar seu wi-fi enquanto trabalha?

5. Faça uma coisa de cada vez. Apostar em múltiplas tarefas para ganhar tempo terá o efeito oposto;

6. Queime pontes, se possível. Quer começar sua empresa? Uma solução drástica pode ser pedir demissão. Você não terá escolhas;

7. Se você quer fazer uma tarefa com frequência, como ir à academia toda segunda, quarta e sexta, coloque essa atividade no topo de sua lista;

8. Use listas de tarefa com inteligência. Escolha no máximo 3 itens, de alta prioridade e que estejam alinhados com seu objetivo principal. Não coloque nenhum item novo enquanto não finalizar os três já estipulados;

9. Utilize um Pomodoro Timer ou outro alarme para fazer o gerenciamento do seu tempo. O timer server para lembrar suas sessões de trabalho (de 60 a 90 min) e descansos pré-definidos (10-15 min);

10. Comece logo! O que não significa que ao iniciar uma tarefa ela precise ficar pronta ao final do dia. Não se preocupe com isso agora.

(Este texto foi extraído do Viver de Blog)

Leia o Texto Original: Por que somos especialistas em procrastinar? Como eliminar o vício da procrastinação antes que a preguiça sabote seu futuro brilhante

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Tem horas que precisamos dar um “chega pra lá” em algumas pessoas que parecem não ter vida própria. Suas vidas se resumem a fazer fofocas, causar discórdia e se fazerem de santas. Algumas sabem mais das nossas vidas do que nós mesmos.

São folgadas, entram em assuntos sem serem convidadas e geralmente são as primeiras a contarem novidades sobre qualquer pessoa, inclusive sobre nós.

O que essas criaturas não entendem é que a vida delas pode ser tão interessante quanto a vida de quem elas invejam.

Seguem 6 recadinhos para aquelas pessoas tóxicas que fazem questão de interpretar a vida dos outros como se todos tivessem sorte e elas fossem coitadas e injustiçadas, pois essas pessoas se sentem assim.

 

1 – A grama do vizinho não é mais verde, você é que não cuida da sua.

Sim, ao invés de olhar a vida do outro, olhe para a sua, cuide do seu jardim e dê ouvidos á suas vontades pessoais, ocupe seu tempo com coisas que você gosta (tente gostar de outra coisa além de cuidar da vida alheia).

 

2 – Respeite a intimidade alheia, para que a sua não seja invadida

Quem muito cuida da vida alheia quer esconder as próprias vergonhas, fama de pessoas santas são derrubadas a todo momento, e geralmente quem aponta demais tem coisas muito graves a esconder. Inclusive a própria inveja.

 

3- Ninguém tem tanta sorte quanto você pensa, nem “vantagens especiais”. As pessoas trabalham duro para conquistar o que tem.

Sim, estudam, trabalham, acordam cedo, fazem cursos e compreendem que precisam correr atrás do que querem. Cada um tem seus infortúnios, uns reclamam, e outros vão a luta. Em que time você quer estar, no time dos eternos injustiçados sem sorte, ou no time dos guerreiros? O que é melhor? Vencer ou ficar atirando pedras e julgando os outros?

 

4 – Você está aqui para evoluir, e a você cabe apenas o seu aprendizado.

O que os outros fazem de certo ou errado é problema deles e não seu, ficar tentando concertar os outros, pregando moral e bons costumes, quando muitas vezes na sua intimidade faz coisas mil vezes piores, é no mínimo sintoma de um sério desequilíbrio. Muitas pessoas são assim, e você certamente conhece algumas delas.

 

5- Mais amor por favor!

Mais amor próprio, mais autoestima, mais compreensão, mais respeito. Tome cuidado com a religiosidade, frequentar igrejas, centros espíritas, fazer caridades ou ir a qualquer lugar que pregue amor divino, não dá a ninguém o direito de interferir e julgar a vida alheia. Pense nisso.

Jesus não atirou pedras, ele salvou, amou, curou. Tudo o que se fala sobre positividade tem a ver com isso. Por tanto ao invés de cuidar dos outros, coloque remédio no seu coração doente!

 

6- Não se faça de vítima para que outras pessoas comprem brigas com seus desafetos.

Essa é uma ferramenta usada por mulheres tóxicas, mães que criam verdadeiros infernos, pois discutem com um dos filhos e faz os outros discutirem também. Fingem que passam mal para comover seus rebanhos a comprarem suas brigas e isolar quem elas não conseguem controlar. Pessoas que tem desafetos na vida profissional, também criam complôs para isolar quem discorda de sua opiniões. Parece mesquinho?

Graças a pessoas assim que nós terapeutas ficamos com o trabalho pesado de colocar a autoestima de pessoas depressivas por conta do controle alheio no lugar.

E a cada dia os consultórios psiquiátricos ficam mais cheios de pessoas que adoecem por serem vítimas de pessoas assim, controladoras, difamadoras.

Muitos familiares foram inimigos em vidas passadas, pensam diferente, mas se estão juntos agora e possuem a missão de se entenderem e respeitar as diferenças.

Que Deus te abençoe sempre!

(Texto de Luciana Lara, Terapeuta Holística)

Conheça o site da Luciana Lara – Site: Terapias e Coaching

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Chakras são os centros nervosos encontrados em nosso corpo.

Há 172.000 nadis (canais de energia metafísica ou força vital) em nosso corpo, e há vários centros de nervosos para estes 172.000 nadis. O corpo humano tem, na verdade, 109 centros de energia, mas entre esses, nove centros são importantes, e mesmo entre os nove, sete centros (chakras) são de importância primordial. E quando a energia (kundalini) ou a consciência flui através desses centros de energia, há diferentes emoções, sentimentos ou sensações experimentadas pela pessoa.

 

Muladhara Chakra: A base da coluna vertebral ou do sacro é a localização do primeiro chakra chamado Muladhara chakra. Quando o chakra Muladhara é ativado, a pessoa tem a experiência de entusiasmo na vida. Quando está adormecido, então se experimenta embriaguez e inércia. Não há interesse por nada. Este é o primeiro chakra. A base da coluna está associada com o elemento terra.

 

Swadishthana Chakra: A mesma energia move-se para cima para o segundo chakra que está localizado atrás dos órgãos genitais e manifesta-se como procriação ou criação – ou seja, na forma de qualquer atividade criativa ou como desejo sexual.

Quando você está obcecado por sexo, então você não faz nada criativo. Você esquece totalmente a criatividade. Quando você está envolvido em qualquer atividade criativa, então a luxúria não o incomoda. Então, aqui a energia poderia se manifestar como uma tendência criativa ou procriativa. Você não precisa rotular a energia como “boa” ou “ruim”. É assim que é. O segundo chakra é associado com o elemento água.

Veja, é a mesma energia (Kundalini) que está se movendo através dos centros nervosos. Kunda significa “pote” em sânscrito. O corpo é como uma panela, e a energia neste corpo é chamada de Kundalini.

 

Manipur Chakra: A mesma energia se move para cima para a região do umbigo e se manifesta em quatro formas ou sentimentos. Eles são ciúme, generosidade, alegria e ganância. Quando as pessoas sentem ciúmes, sentem alguma sensação na região do estômago. O terceiro chakra está associado com o elemento fogo. O chakra Manipur é representado como uma flor de quatro pétalas.

 

Anahata Chakra: Da região do umbigo, a energia move-se para cima para a região do coração. Aqui, a partir de uma flor de quatro pétalas, a energia é representada por uma flor de três pétalas. O que significam as três pétalas? Eles representam medo, amor e ódio.

Quando as pessoas sentem ódio ou medo ou amor, a sensação é sentida na região do coração. Quando o coração de alguém está partido, significa que o amor se tornou amargo e se transformou em ódio. Amor, medo e ódio são a mesma coisa. Quando há amor, não há medo. Quando há medo, não há amor. Em qualquer ponto do tempo, apenas uma das três emoções toma a posição dianteira enquanto as outras duas ficam em segundo plano. Não é que elas desapareçam completamente. As pessoas que sentem medo também têm amor. Quando o amor é predominante, então não há medo ou ódio. Quando o ódio toma o posto dianteiro, então o amor e o medo vão para a parte traseira. Isso é o que acontece com as pessoas. Quando elas estão tão cheias de ódio, elas não têm medo e não há amor algum.

 

Vishuddhi Chakra: Quando a mesma energia se move para o chakra da garganta, qual é a sensação que você experimenta? Você sente gratidão. E você tem uma sensação na região da garganta quando você sente tristeza. Quando você está sofrendo, sua garganta engasga. E quando você se sente muito grato, então, sua garganta também engasga.

 

Ajna Chakra: Quando a consciência se move para o centro da testa, ela se manifesta como raiva, consciência ou alerta. Conhecimento e consciência são representados pelo sexto chakra. O mesmo ponto é também o assento da raiva, e também é dito ser a região do místico terceiro olho. Você deve ter lido ou ouvido a história de como Lord Shiva abriu seu “terceiro olho” e queimou Lord Kamadeva até as cinzas. Este terceiro olho é o lugar da ira, bem como a sede por conhecimento e da sabedoria desperta.

 

Sahasrara Chakra: Quando a consciência se move para o topo da cabeça, então a pessoa experimenta apenas a bem-aventurança. Não existe mais nada. Você não sente mais nenhuma dualidade, nenhum sentimento de conflito ou separação. Você se sente totalmente conectado e um com tudo. Você se sente tão feliz!

Observe este fluxo ao contrário. Quando não há alegria em nossa vida, então voltamos um passo atrás e experimentamos raiva. Da raiva brota ódio e aversão. Isso também leva a uma sensação de medo. O medo, à medida que cresce, dá origem ao ciúme e à inveja, o que, por sua vez, gera luxúria, febrilidade e obsessão. E a luxúria e a obsessão nos trazem até a armadilha da inércia e da negatividade. Este é o fluxo descendente da mesma consciência ou energia Kundalini. É chamado Adhogati (retrocesso ou degeneração).

O oposto disso é Urdhvagati (ascensão ou progressão). Qual é o padrão de Urdhvagati? Você experimenta entusiasmo, então a criatividade floresce, há generosidade e contentamento, que por sua vez dão origem ao amor. O amor leva você à gratidão, o que ajuda a trazer a consciência e sabedoria (Prajna) e, finalmente, isso o leva à Felicidade.

Este fluxo ascendente ou descendente de energia continua a acontecer muito naturalmente e espontaneamente em sua vida todo o tempo.

(Sri Sri Ravi Shankar é um líder humanitário, mestre espiritual e embaixador da paz. Sua visão de uma sociedade livre de estresse e de violência uniu milhões de pessoas em todo o mundo por meio de projetos de serviço social e dos cursos da Arte de Viver.)

Texto publicado em: Sabedoriadesrisri

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Como podemos transformar o atrito em tensão criativa? Aqui está uma forma de chegar ao âmago do assunto.

Quando pessoas trabalham juntas, muitas vezes discordam entre si – e ocasionalmente essa discordância se transforma em séria disputa. Empregados hostis podem exercer um impacto negativo sobre o moral dos outros, reduzindo a produtividade e, em consequência, os lucros.

 

Um dos erros mais comuns dos proprietários e gerentes de empresa consiste em ignorar os conflitos. Fazer de conta que eles não existem causa mais prejuízo do que bom resultado. Quando ignoramos os conflitos, enviamos uma mensagem de que não respeitamos nosso pessoal e não damos o devido valor àquilo que está acontecendo ao nosso redor. Às vezes, não nos damos conta de como o ambiente realmente é, ou do que estamos criando.

 

Outro erro sério consiste em acreditar que o conflito, por sua própria natureza, é negativo. O conflito é uma mensagem subjacente e, quando reconhecido, pode se constituir numa ferramenta de transformação. Se acreditarmos que o conflito não é saudável, estamos nos predispondo a sermos desonestos e limitados em nossas comunicações. Assim, o que podemos fazer quando surge uma escaramuça interna dentro da companhia? Começando com a pressuposição de que as pessoas são motivadas por um desejo básico de resultados positivos, “Que todo comportamento tem, atrás de si, uma intenção positiva”, estamos em posição de não culpar, reprimir ou ignorar o comportamento. A intenção pode estar enterrada profundamente; é importante encontrá-la e trabalhar com a energia positiva.

 

 

O segundo passo consiste em considerar as pessoas separadamente de seus comportamentos. Rótulos como “bom” ou “mau” são úteis unicamente para quem deseja a conformidade e pode causar autosabotagem. Trata-se de mudar o foco. Para começar, é preciso focalizar algo que ambas as partes desejam. Procure um conjunto de dados diferentes, pedindo que cada uma das partes procure incidentes específicos visando encontrar a intenção positiva de tal ação ou comportamento. Frequentemente, a “intenção” fica de fora da interação, mas está presente dentro do processo do pensamento. Ajudar cada um dos empregados a pensar, falar e agir sobre a intenção positiva, conduz a um caminho diferente de soluções e possibilidades.

 

Cada um de nós passa pelo mesmo processo: recebemos dados através de nossos sentidos; selecionamos determinados dados sobre os quais colocamos nosso foco. Depois, atribuímos um significado a esses dados, tendo por base nossas pressuposições e nosso próprio “mapa de mundo”. Frequentemente, fazemos a leitura mental sobre a percepção dos outros – presumindo que esta se assemelha ao nosso próprio mapa da realidade. Podemos notar, ou não, se o sentimento que temos é congruente com nossos valores e crenças. Se estivermos suficientemente atentos à congruência, agiremos de maneira muito diferente do que se agirmos ou reagirmos de maneira incongruente.

 

Os pensamentos dirigem a ação. O conjunto de nossas pressuposições inconscientes, profundamente estabelecidas, estrutura nossas experiências sem que tenhamos consciência disso. Considerando-se que o pensamento, a linguagem e a ação estão dinamicamente interrelacionados, nossa atenção é focalizada conforme cada um desses elementos ou por todos eles. As perguntas que fazemos são uma função do processo de nosso pensamento, e a maneira como expressamos esses pensamentos e comportamentos subsequentes. Cada um de nós é capaz de adquirir a habilidade de perceber nossos próprios padrões e de como mudá-los. Uma maior flexibilidade nos permitirá ajustar um determinado pensamento, palavra ou ação para uma reação mais favorável.

 

 

À medida em que nos tornamos mais conscientes de nossas congruências ou incongruências pessoais, abrimos caminhos para descobrir mais sobre quem somos e se nossos valores e crenças dão suporte à nossa identidade. Podemos literalmente formular novas crenças capazes de dar um suporte mais adequado à nossa identidade e ao nosso sistema pessoal de valores.

 

Aprender como reconhecer padrões de comportamento ajuda-nos a discernir se o conflito se origina no ambiente externo ou dentro de nós mesmos. É muito saudável permitir que o conflito suba à superfície, para que possa tornar-se parte da ressignificação da energia negativa que o envolve, e redirecionar-nos na busca da intenção positiva que move os indivíduos e as organizações em direção a resultados específicos.

 

O conflito é meramente uma forma de feedback. Trabalhe com o feedback que você recebe, buscando a intenção positiva que está por detrás dos pensamentos, linguagem e comportamentos. Você ficará surpreso ao ver quão facilmente se formam as estruturas de consenso.

(Autora:   DuAnne Nebeker, Master Practitioner com experiência em comunicação empresarial, relações públicas e programas de comportamento organizacional)

Pense nisso e viva melhor!

Nos ajude compartilhando este texto com seus amigos nas redes sociais!

Era uma vez ….um mineiro que estava perdido numa mina dentro de uma galeria grande e escura. Não tendo absolutamente nenhum sentido da direção a seguir para sair do buraco em que estava, o mineiro só podia enxergar o pequeno círculo de luz projetado pela lanterna do seu capacete. Esse mineiro, em especial, estava totalmente seguro sobre o resultado que ele queria: sair vivo dali, e de preferência, chegar em casa a tempo para o chá! É fácil entender que se ele ficasse lá, esperando ficar seguro e confiante sobre a direção da saída antes de se movimentar, ele poderia ficar no mesmo lugar por um tempo bem longo!

Estabelecer objetivos é o primeiro passo de um dos processos fundamentais da PNL. Nós entendemos que ao estabelecer um objetivo claro e específico, nós damos a direção para o funcionamento automático dos filtros da mente inconsciente, que é em si mesma um processo de mudança. Porém para mim parece que lá se encontram algumas das limitações reais do modelo tradicional de estabelecer objetivos. Talvez o ato de colocar uma meta estabelecida para o futuro possa ser a maior de todas as substantivações!

Num recente treinamento de practitioner, eu estava conversando com um dos participantes que exaltava as virtudes e o tremendo impacto que estabelecer metas teve nele. Ele me contou que estava realmente seguro sobre o que queria fazer na vida: ele tinha um objetivo bem claro para criar um centro de cura onde as pessoas poderiam ir para serem rejuvenescidas e revitalizadas e para tirar proveito das maravilhosas ferramentas que a PNL tinha para oferecer. Ele estava muito entusiasmado. Eu disse:

“E o que você está planejando fazer AGORA para tornar isto uma realidade?” (uma pergunta tipo desubstantivação)

Ele me olhou com total espanto e horrorizado disse: “O que você quer dizer? Conseguir um emprego!!??”

Essa pessoa está tão incapacitada como o mineiro que fica parado na galeria esperando identificar o caminho de saída antes de se movimentar.

Essa carência de uma ponte entre o estado presente e o estado desejado é perceptível particularmente na área da cura física. Eu tive recentemente um cliente que queria se curar sozinho de um problema imunológico que já existia há bastante tempo. Mais ainda, ele tinha certeza sobre o resultado no longo prazo afirmando coisas como aumento de energia, sem dor (reformulado para sentir se confortável com o corpo), ser capaz de trabalhar o dia inteiro, etc. Porém quando eu questionei: “E o que você estará fazendo e pensando de modo diferente quando você estiver totalmente alinhado em direção a esse objetivo?” obtive a típica resposta:

“Eu não tenho nenhuma dor, eu me sinto confortável com o meu corpo.”

Então eu disse: “E o que ocorre antes do desconforto desaparecer totalmente? Se você tiver uma falta de conforto no corpo, como irá lidar com isto diferentemente de quando você estava totalmente alinhado em direção ao objetivo da cura total.”

A partir dessa discussão de construir pontes para o objetivo, apareceu uma consciência incrivelmente valiosa dos hábitos diários exigidos para se alinhar com o objetivo da cura total. Nós somos capazes de alinhar qualquer parte contestando ter aqueles hábitos diários, para estabelecer objetivos detalhados para esses hábitos diários e criar ponte ao futuro deles, de novo, em detalhes.

Basicamente o que estamos fazendo é a desubstantivação do objetivo e trazendo para o momento atual a fim de construir uma ponte para o futuro desejado ou:

Descobrir o que precisa estar acontecendo, agora, para ser alinhado com o objetivo, antes do objetivo existir completamente em alguma realidade.

Etapas básicas para a discussão da construção da ponte para o objetivo

  1. Estabeleça o objetivo da maneira usual (Especifique)
  2. Desubstantive o objetivo – isto é, faça bastantes perguntas em que apareçam muitos gerúndios nelas, e combine a informação do sentido da desubstantivação com as palavras “sendo fazendo tendo”.

Por exemplo:

O que você estará fazendo e que não está fazendo agora, quando conseguir este objetivo?

O que você estará dizendo para você mesmo de maneira diferente, quando conseguir este objetivo?

Como você estará se sentindo quando você estiver realizando este objetivo? etc.

Você também pode fazer perguntas similares a partir de posições perceptivas diferentes.

Por exemplo:

O que os outros estarão vendo de diferente em você quando você conseguir este objetivo?

Como você estará diferente para os outros quando conseguir este objetivo?

  1. Retorne para o curto prazo fazendo as mesmas perguntas para o futuro próximo.

Por exemplo:

Como você está totalmente alinhado em direção a este objetivo, o que você estará fazendo de diferente na próxima semana?

Como você estará pensando na próxima semana quando estiver alinhado em direção a sua meta?

O que você pensa que está apoiando-o para atingir a sua meta?

O que você está vendo que na próxima semana irá informá-lo que está alinhado com suas metas?

  1. Construa a ponte! Transfira o objetivo para agora. O propósito é descobrir como as respostas para a situação atual, como são realmente agora, precisam mudar para se alinhar com o objetivo. Assim, se alguém sente que está enfraquecendo e ele quer ser bem-sucedido, então as perguntas devem eliciar a maneira diferente dele lidar com a situação atual onde parece existir falta de bons resultados, para uma maneira que produza e apoie o seu sucesso.

Por exemplo:

Como você precisa reagir, agora em qualquer momento, para estar alinhado com o objetivo, antes do objetivo existir completamente na realidade?

Quando você estiver alinhado em direção ao objetivo, de que modo diferente você estará pensando e se comportando?

Elicie uma versão completa da representação sensorial específica disso e faça uma ponte ao futuro, seguida pelo acompanhamento futuro da conclusão bem-sucedida das etapas intermediárias e a meta final.

No momento em que o mineiro caminha para o foco da luz disponível, de lá ele enxerga mais longe.

(Lynn Timpany é uma das mais experientes trainers de PNL na Nova Zelândia. Lynn tem uma clínica particular em Christchurch, Nova Zelândia há mais de 10 anos e é membro da NZ Association of Counsellors e também Hipnoterapeuta Ericksoniana Certificada)

Seu site: www.lynntimpany.co.nz

Esse artigo está no site www.lynntimpany.co.nz, sob o título Building Outcome Bridges

Pense nisso e viva melhor!

Neste período difícil de desemprego, recessão econômica e baixa expectativa, os profissionais de recursos humanos e gestores são unânimes em afirmar que o valor da formação, conhecimento, capacidade de criar, inovar, vontade de aprender e disponibilidade são os ingredientes fundamentais da sobrevivência e do sucesso.

Ainda mais em tempos de crise, as empresas não podem se dar ao luxo de ter pessoas de baixa produtividade em seus quadros e pessoas com melhor formação, em teoria, são mais produtivas, isto é, conseguem fazer mais e melhor com menos recursos. Assim, investir em conhecimento é hoje mais fundamental do que nunca.

E a verdade é que não há mais desculpas para deixar de investir em conhecimento nos dias atuais. Há dezenas de cursos, aulas, palestras, filmes, vídeos inclusive gratuitos disponíveis na internet. CLIQUE AQUI E CONHEÇA ALGUNS CURSOS QUE SELECIONAMOS PARA VOCÊ!

Há setores como o de energia eólica (vento), fotovoltaica (solar), bioenergia, agronegócio, saneamento, saúde, segurança, tecnologia de convergência, engenharia florestal, apenas para citar alguns indicados pelos dirigentes que entrevistei, que estão carentes de pessoas para atender contratos já assinados.

“As pessoas estão buscando emprego onde ele não existe e não se prepararam para os setores da economia em crescimento e que estão carentes de mão de obra” afirmou um dirigente de uma empresa especializada em recrutamento e seleção.

Assim, é hora de rever a nossa formação e buscar conhecimento onde ele está sendo exigido e, portanto, pago e bem pago. Portanto, seja você jovem ou já adulto, saia em busca do conhecimento e procure investir de forma séria e definitiva em sua formação.

Há anos vimos dizendo que o século XXI seria o século do conhecimento e da informação. Pois ele chegou e em momentos de crise essa verdade se torna mais clara e evidente. Não é hora de esperar milagres. É hora de colocar a cabeça no lugar e os pés no chão. Vencerão realmente os melhores.

Pense nisso. Sucesso!

(Autor: Professor Luiz Marins)

No começo do século XX, um dos empresários mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, Andrew Carnegie, decidiu que queria saber quais eram os denominadores comuns entre todos os grandes homens de sucesso da época.

Para isso, contratou um jovem chamado Napoleon Hill e deu a ele a tarefa de estudar – durante 20 anos – sobre as 6 mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo e descobrir o que elas tinham em comum.

Hill não só as estudou como também entrevistou pessoalmente centenas delas, incluindo nomes como Thomas Edson, Graham Bell, George Eastman, Henry Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt e Woodrow Wilson.

Depois de apresentado a Andrew Carnegie, o resultado do trabalho foi transformado em um curso, no qual Napoleon Hill definiu 16 leis que todas as pessoas de grande sucesso seguiam, conscientemente ou não.

Se você quer aprender mais sobre o tema, leia as 16 leis das pessoas de sucesso, que são:
1. Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento

A primeira lei revela que todos os grandes homens tiveram que se associar a outras pessoas para conseguir realizar os seus objetivos.

Uma vez que todos compreenderam a interdependência, buscaram principalmente pessoas que seguiam uma mesma linha de pensamento. Assim, todos trabalhavam em rapport com seus sócios.

Napoleon Hill afirmava que a união de duas ou mais mentes gerava um todo que era maior do que a soma das partes, o que ele chamou de Master Mind – ou Mente Mestra. Sozinhos, nenhum deles teria conseguido o sucesso que conseguiu.

2. Objetivo principal definido

Outro ponto que ficou bastante claro durante a pesquisa foi que todas as pessoas que realizam seus sonhos tinham um objetivo principal claramente definido em suas mentes, muitas vezes ricos em detalhes.

Muita gente diz querer mudar de vida, mas quando são perguntadas o que realmente querem, se atrapalham para dizer. Sabem que não querem continuar do jeito que estão, mas não tem um objetivo claro de onde querem chegar, do que querem realmente mudar.

O objetivo principal na vida deve ser escolhido com um grande cuidado e, depois de escolhido, deverá ser escrito e colocado num lugar onde se possa vê-lo pelo menos uma vez por dia. Isso tem por efeito psicológico impressionar o subconsciente da pessoa de tal maneira que ela aceita esse propósito como um lema, um projeto, uma “planta” que finalmente dominará as suas atividades na vida e a guiará, passo a passo, para a consecução desse objetivo, segundo Napoleon Hill

Sem ter um objetivo traçado, é muito complicado realizar alguma coisa. Não devemos ser 100% orientados a metas, contudo se não tivermos um lugar para onde ir, será difícil saber como chegar lá.

3. Confiança em si próprio

As pessoas de sucesso entrevistadas demonstravam grande confiança em seu potencial. Se não para resolver o problema, para saber quem chamar para resolver.

A autoconfiança é essencial para quem quer empreender algo. Quem vai confiar um investimento em alguém que não demonstra segurança?

Qual cliente vai comprar algo de alguém que duvida de si mesmo?

4. Economia

A quarta lei das pessoas de sucesso é o hábito da economia. Em uma tradução mais moderna, podemos dizer que educação financeira é uma das regras essenciais para quem quer obter sucesso.

Embora o dinheiro não seja a única ferramenta para medir o sucesso de uma pessoa, quando estamos falando de negócios e empresas (que era o caso da maioria dos entrevistados de Napoleon Hill), essa é sim a principal medida de sucesso.

O estudo mostrou que os entrevistados sabiam controlar suas finanças e assim tinham sempre dinheiro para investir em oportunidades e para arriscar empreendimentos que, se não dessem certo, também não os iria deixar no meio da rua.

5. Iniciativa e Liderança

Um outro ponto bastante claro na pesquisa foi o de que todos os entrevistados tinham um perfil de líder e não de seguidor. Todos tomaram a iniciativa de assumir o controle de suas próprias vidas, de empreender, de sair da mesmice e levar outros associados juntos no caminho.

Embora algumas pessoas realmente não tenham o perfil de liderança, acreditamos que isso pode ser trabalhado e melhorado.

Para levar outras pessoas a trabalharem com você em uma iniciativa própria ou mesmo para convencer outros a comprarem seus serviços e produtos, é preciso demonstrar liderança.

6. Imaginação

Pensar fora da caixa. Essa é a sexta lei do triunfo identificada por Napoleon Hill entre os homens bem-sucedidos que ele entrevistou. Boa parte deles precisou muitas vezes usar a imaginação para pensar em um negócio que não existia, para criar uma solução na qual ninguém pensou antes, para criar coisas novas.

Existe uma série de técnicas para desenvolver a imaginação e a criatividade, mas o ponto principal é você forçar-se a mudar suas rotinas de ações e pensamentos e não ter receio de experimentar coisas novas.

7. Entusiasmo

Aqui chegamos a um ponto muito importante. Muita gente parece ter um desejo de mudar de vida, mas acaba não indo em frente. É como se faltasse o combustível para levar o carro adiante.

Segundo a pesquisa encomendada por Andrew Carnegie, esse combustível que move homens e mulheres rumo a grandes descobertas e a grandes empreendimentos é o entusiasmo.

Grande parte dos maiores realizadores do mundo eram absolutamente apaixonados por seus objetivos principais definidos, a ponto de isso despertar neles grande entusiasmo para seguir em frente, mesmo quando todas as condições pareciam adversas.

“O homem geralmente triunfa com mais facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração.”  – Napoleon Hill

Criar entusiasmo em si mesmo – literalmente viver com paixão – é um dos desafios mais intensos e prazerosos que você pode impor a si mesmo.

8. Autocontrole

O oitavo ponto guarda muita identidade com o quinto (iniciativa e liderança). Ter autocontrole é, na verdade, ser o líder de si mesmo. É pensar no longo prazo, avaliar as consequências de cada ação, ter a ideia exata de que tudo o que você faz ou o aproxima ou o afasta do seu objetivo principal definido.

Não ser escravo das tentações mundanas ou de estados alterados de consciência – como a embriaguez, por exemplo – é um passo essencial para quem quer estar no comando da própria vida.

9. Hábito de fazer mais do que a obrigação

Segundo Napoleon Hill, existem dois tipos de pessoas que não vão para a frente: Uma são aquelas que não fazem o que lhes é pedido e a outra, aquelas que só fazem o que lhes é pedido.

Se você quer se destacar em sua área de atuação, precisa criar o saudável hábito de andar a milha extra: sempre fazer mais do que lhe pedem, sempre fazer mais do que é obrigado a fazer. Do contrário, você será apenas uma pessoa mediana, igual a tantas outras.

10. Personalidade atraente

Os negócios são resultados diretos de interações humanas. Cultivar uma personalidade atraente é ser uma figura agradável, simpática, bem apresentada. Não estamos falando aqui de padrões de beleza e sim de comportamentos que o tornem uma companhia agradável para os outros.

Existem pessoas que não fazem a menor questão de serem simpáticas. Elas estão no direito delas, porém para quem quer levar sua carreira a patamares mais altos, além de competência, é preciso ser uma companhia no mínimo agradável.

11. Pensar com Exatidão

Ter foco é outra lei essencial para quem quer obter sucesso. Devemos aprender a dirigir os nossos pensamentos somente para os assuntos, fatos e informações que, de alguma forma, nos deixarão mais próximos de nosso objetivo principal definido.

A meta é passar a raciocinar dedutivamente, apenas com base em fatos comprovadamente verdadeiros, que possuam importância real e que sejam úteis de alguma maneira.

12. Concentração

Esse ponto parece ser muito mais difícil hoje em dia do que na época em que a pesquisa foi realizada. Isso porque hoje boa parte da humanidade sofre com distúrbios de déficit de atenção.

As novas tecnologias e seus processos multitarefas nos oferecem tantas coisas que cada uma delas recebe apenas uma pequena fração da nossa atenção.

O resultado são trabalhos malfeitos, falta de foco, sensação de excesso de informação e um grande sentimento de frustração.

A saída aqui é treinar a própria mente para pensar com exatidão. Técnicas de meditação e o hábito de lidar com apenas uma coisa de cada vez, com foco total, são úteis para esse tipo de treinamento.

13. Cooperação

Além de se associar com pessoas com a mesma linha de pensamento, os homens de sucesso entendem que a cooperação é o melhor caminho para a realização pessoal e coletiva. Isso inclui ver os concorrentes apenas como outros players do mercado, não como inimigos. Significa ver os funcionários não como escravos, mas como pessoas que estão colaborando para tornar o seu sonho realidade.

A cooperação deve se dar em todos os níveis, pensando não somente no interesse próprio, mas também no bem-estar das pessoas com quem você se relaciona.

14. Fracasso

Como o fracasso pode ser uma das leis do sucesso? É simples: todas as pessoas que atingiram uma grande realização na vida, fracassaram algumas vezes antes. Na verdade, como diria Thomas Edson, aprenderam maneiras de “não inventar a lâmpada”.

O fracasso deve ser visto como um grande aliado. Cada vez que você falha, você descobre uma maneira de não realizar o seu objetivo. Elimina um caminho. Continue fazendo isso até você achar a trilha ideal.

Anthony Robbins em seus treinamentos pergunta: quantas vezes você deixaria o seu filho cair antes de desistir de ensiná-lo a andar? As pessoas respondem com simplicidade: ora, ele vai cair até conseguir andar. E aí está a fórmula mágica do sucesso! Não existe maneira de fracassar, apenas de aprender como não chegar lá.

15. Tolerância

Para lidar com o fracasso, com as limitações de outras pessoas e as suas próprias, com as adversidades que a vida nos impõe, é preciso ter uma boa dose de tolerância e paciência.

Você já deve ter percebido que não existe ninguém no mundo que consiga ter todas as coisas sob controle. Coisa que queremos não acontecem. Coisas que não queremos acontecem. O segredo é nos desapegar de querer controlar tudo e ter tolerância e paciência para ir acertando e errando até chegar onde queremos, seguindo sempre em frente.

A maior recomendação que alguém que está buscando uma melhoria na qualidade de vida pode receber é a de aproveitar toda a jornada, não apenas a realização da meta. O momento em que você realiza o objetivo é muito fugaz perto de todo o caminho que você tem para percorrer até ele.

Se você condicionar sua felicidade somente à realização dos objetivos, estará se condenando a uma vida triste.

16. Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo

Conhecida como A Regra de Ouro, essa lei é usada em grande parte das religiões e filosofias de vida já criadas no mundo. Se ela fosse realmente levada a sério, viveríamos um mundo bem melhor.

No momento em que você percebe que somos todos – seres vivos e meio-ambiente – uma única rede interdependente, que a ideia de eu como uma coisa distinta e independente nada mais é do que uma ilusão, aí, meu amigo, temos uma grande oportunidade de nos libertarmos de padrões limitadores.

Tratar as outras pessoas como a si mesmo é um passo importante para essa compreensão.

Agora é com você!

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Esse é apenas um resumo das 16 leis do sucesso de Napoleon Hill.

Para saber mais conheça o livro “A Lei do Triunfo”. Clique Aqui!

 

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.

Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.

Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.

Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.

Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim.

Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.

Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena – que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.

No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.

E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.

Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.E quem era o chefe do Pena? O Raul.

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.

O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.

Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.

Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami , onde fica a sede da empresa.

Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta…

E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.

Foi quando, num evento em São Paulo , eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.

E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:… ELE ENTENDIA DE GENTE!

Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.

E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.

Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio.Essa era a principal competência dele.

“Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes”.

Autor: Max Gehringer – CBN

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Viver estressado no trabalho é uma bomba com data e hora para explodir. O estresse pode afetar não somente sua carreira e resultados profissionais, mas também profundamente sua saúde mental e física.

Você passa seus dias de trabalho pensando nas próximas férias e não vê a hora de se livrar dos fatores geradores do estresse? Sua produtividade vem caindo, seu comportamento, seu humor não é mais o mesmo e sua imagem começa a se desgastar com colegas de trabalho e gestores?

Atenção! Se o estresse não for combatido, vai pouco a pouco, minando sua atuação profissional, pois diminui seu foco, sua capacidade de concentração, de ver claramente as situações, de resolver problemas, de lidar com as pessoas, de expressar seus sentimentos corretamente. Ele vai aumentando seu esgotamento mental e atacando seu físico, pois hiperestimula seu organismo para reagir contra as ameaças que está sofrendo (reais ou imaginárias), quer seja lutando ou fugindo.

Essa hiperestimulação faz com que você sinta:

  • Ansiedade constante
  • Tensão muscular nos ombros, rosto, costas, mandíbula e mãos
  • Tremores por batimentos cardíacos elevados
  • Palpitações
  • Palmas das mãos úmidas
  • Falta de memória
  • Ataques de raiva
  • Irritabilidade
  • Ataques de pânico, entre outros sintomas.

O estresse faz um bom estrago no seu bem-estar como um todo. É horrível se sentir assim.

OK, agora a pergunta é: o que fazer para combater esse quadro de calamidade?

Abaixo, apresento 10 dicas para reduzir consideravelmente o estresse com base na metodologia coaching:

1.PLANEJAR, planejar, planejar: organize-se, coloque todas as suas tarefas e projetos no papel. Defina prazos, estabeleça prioridades, tire da frente tudo o que não for importante e foque em terminar tudo o que começou.

2.Reconheça SEUS LIMITES: perfeccionismo e metas extremamente altas podem causar um grande desgaste. Assuma para si mesmo quais são suas reais capacidades no momento e diminua seus níveis de exigência.

3.Tenha VÁLVULAS DE ESCAPE: desenvolva um hobby, um passatempo, uma atividade que tire seu foco das situações estressantes e que te ajude a fugir dos problemas do dia a dia

4.Pare de criticar os outros, foque no POSITIVO: comece a observar as características positivas das pessoas que estão a sua volta, aprenda a elogiá-las de maneira sincera. Reconheça também seus pontos positivos e valorize-se por seus feitos e méritos

5.Aprenda a tolerar e a PERDOAR: procure se colocar no lugar dos outros, tente entender as motivações alheias e porque agem de determinadas formas. Aceite que você não pode mudar as pessoas, pode somente mudar a si mesmo. Aprenda a perdoar a si mesmo também.

6.Evite competições DESNECESSÁRIAS: dê um boi para não entrar em uma briga, não se envolva em mais disputas. Entenda que todos têm o direito de pensar e de opinar como desejam. Evite assuntos polêmicos. Fique na sua.

7.EXERCITE-SE: tente incluir em sua rotina algum tipo de exercício físico. Natação, artes marciais, futebol, voleibol, pratique tênis, uma academia. Procure seu médico e cheque suas condições físicas. Se está sem dinheiro para realizar uma atividade paga, escolha uma atividade gratuita e ao ar livre como caminhadas e corridas, por exemplo.

8.Aprenda alguma TÉCNICA DE RELAXAMENTO, SEM uso de DROGAS: conheça práticas como a meditação, a yoga, o tai chi chuan, técnicas de visualização guiada, entre outras e escolha seu método. É incrível o que essas técnicas de relaxamento são capazes de fazer por pessoas estressadas.

9.FALE sobre seus PROBLEMAS: compartilhe suas questões com alguém de confiança e fale sobre esse cenário de estresse. Pode ser um amigo, familiar, alguém da sua religião, um psicólogo, um terapeuta, um mentor, um coach. Isso vai lhe trazer grande alento e soluções.

10.Pense de forma diferente, MUDE SUAS CRENÇAS: pensar de maneira diferente faz com que veja os outros ângulos da questão. Faz com que encontre soluções até o momento não imaginadas. Mudar crenças permite que você ultrapasse limites, vá além, e tenha resultados impensáveis.

Bem, nesse momento você está imaginando que é “impossível” por em prática esta lista de 10 dicas. Você está se lembrando, por exemplo, quantas vezes se matriculou em uma academia para se exercitar e não foi nenhuma vez. Você está pensando que não consegue relaxar usando meditação, porque não consegue parar de pensar no trabalho, na vida, na casa, nos filhos, … etc, etc, etc…

O desafio aqui é grande, não vou negar. E você é o único responsável por sua situação estar da forma como está. Se você não pegar o touro a unha, nada vai mudar, ou melhor, vai mudar sim, para pior! Seu cenário pode evoluir para um enfarto, um AVC, enfim, uma lista de problemas de saúde totalmente desnecessários.

Meu convite é o seguinte: comece aos poucos. Pegue esta lista e vá realizando cada um dos itens conforme dá. Isso mesmo, baby steps, passos de bebê… Pegue hoje o item 3 (Tenha válvulas de escape) e o coloque em prática. Depois, pegue, por exemplo, o item 9 (Fale sobre seus problemas) e convide um amigo para um café. Diga que precisa conversar, trocar ideias sobre sua situação atual.

Quebre o ciclo vicioso do estresse. Vá praticando cada um dos itens da lista no seu ritmo, respeitando seu jeito de ser e você verá que os resultados serão incríveis.

Autor: Évora Ferraz

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

RANDOM POSTS

Augusto Cury revela como você pode gerenciar sua ansiedade e ser líder de si mesmo, tendo inteligência e maturidade para lidar com assuntos pessoais...