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Alan Miranda

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Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida. Quero trocar experiências e conhecimento com você, deixe seu comentário, envie um e-mail e me siga nas redes sociais.

Querida pessoa, hoje eu quero falar com você sobre uma coisa muito séria. Quero falar sobre as suas metas e sonhos que são sabotadas por alguém: você! Sim, precisamos conversar sobre a autossabotagem e a necessidade de entender este processo que te impede de realizar os seus sonhos.

Quando falamos em autossabotagem, falamos de um processo em que as nossas inseguranças, nossos medos e nossa ansiedade se tornam protagonistas da nossa própria história. Com isso, temos atitudes que são capazes de arruinar e destruir as nossas conquistas e nossos sonhos. Assim, começamos a criar dúvidas sobre nosso merecimento e sobre as nossas habilidades nos mais diversos setores de nossa vida.

Ao ler este artigo, você deve estar se questionando: “Zé, isso é possível?”. E eu te digo, querida pessoa: sim, é possível! Muitas vezes, nosso maior inimigo é a gente mesmo. Quer alguns exemplos de autossabotagem?

1 – Processos de emagrecimento

Você vê que precisa perder uns quilinhos. Faz uma bateria de exames, o médico estipula uma dieta para que você alcance os seus objetivos. Você começa a fazer exercícios e reeducar a sua alimentação. Quando você começa a obter os resultados esperados, o que você faz? Come algum alimento que não está na dieta, procrastina com a prática de exercícios e começa a perder o ritmo do processo de emagrecimento, sem nenhum motivo aparente.

2 – Promoção e ascensão na carreira profissional

Você começou a dar passos importantes em sua carreira, investiu em cursos e formações para desenvolver as habilidades necessárias para aproveitar as oportunidades de crescimento em sua carreira. Um dia, você recebe uma nova responsabilidade e assume uma nova função dentro da organização empresarial. Você investiu energia, tempo e dinheiro para chegar neste momento tão importante. A promoção dos seus sonhos se torna uma realidade. O que você faz? Começa a chegar atrasado, entrega suas tarefas fora do prazo, tem uma queda considerável em seu desempenho profissional.

3 – Relacionamentos felizes

Você conheceu uma pessoa interessante. Ambos se apaixonam pelo outro e uma linda história de amor começa. A relação está bem, do jeito que você sempre quis. Uma relação saudável, harmoniosa e, principalmente, repleta dos melhores sentimentos. Neste momento, você começa a ter atitudes grosseiras com a pessoa amada, a não demonstrar o seu afeto. Em suma, você não demonstra que está feliz.

Estas são algumas situações que exemplificam a autossabotagem em nosso cotidiano. Perceba, querida pessoa, como ela se manifesta nas situações em que deveríamos nos regozijar e reconhecer o melhor que temos? Situações em que nosso esforço e talento estão evidentes. Mas, ao invés disso, temos atitudes que sabotam as nossas conquistas.

O que fazer para parar de se sabotar e dar a volta por cima?

Para te ajudar neste processo, separei algumas dicas poderosas para você reconhecer o seu poder infinito e ir além cada vez mais!

 

1- Autoconhecimento é fundamental

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas”. Estas poderosas palavras foram proferidas por Sun Tzu, no livro “A Arte da Guerra” e mostra o quão importante é o autoconhecimento. Afinal, quem é o nosso maior sabotador neste processo? Nós mesmos! Portanto, investir em autoconhecimento é importante para entender o que te leva a se sabotar. Isso te ajudará a tomar medidas e atitudes que contribuam com a solução deste problema.

 

2- Faça planejamentos

A partir do momento que você se conhece e entende o que te levar a autossabotagem, traçar as suas metas de vida e se planejar para atingi-las será mais seguro. Você se conhece e entende as suas limitações, conhece o seu potencial e entende que é capaz de ir além. Então, se organize e planeje para conquistar aquilo que você deseja!

 

3- Procure ajuda

Enfrentar a autossabotagem não é um processo fácil. Enfrentar nossos próprios medos, insegurança e dores requer coragem, preparo. Pode ser um enfrentamento difícil e não há nada de errado nisso. Se este for o seu caso, não hesite em pedir ajuda. Conversar com amigos, psicólogos, busque alternativas que te ajudem a parar de se sabotar e dar a volta por cima.

 

4- Foco e disciplina sempre!

É importante que você tenha comprometimento com este processo. Mantenha o foco no seu objetivo – neste caso, superar a autossabotagem. Além disso, é fundamental que você tenha disciplina para cumprir o que foi traçado no planejamento. Uma ferramenta importante que pode te ajudar neste processo é o Diário de Bordo. Nele, você conta de maneira bastante objetiva e direta como foi o seu dia e o que você deseja fazer no dia seguinte. Além disso, o Diário de Bordo é uma ferramenta excelente para que você reconheça os avanços que você teve dia após dia.

 

5- Celebre as suas conquistas

Como mencionei anteriormente, superar a autossabotagem é um árduo processo. Mas, os resultados são altamente gratificantes. Acredite! E justamente por ser um processo marcado por muita superação, nada mais justo que comemorar as suas próprias vitórias, não é mesmo? Portanto, não deixe de comemorar o que conquistou e reconheça que você é capaz de ir além.

Espero que estas dicas poderosas contribuam muito com o seu processo de superação, querida pessoa. Desejo que você pare de se sabotar e dê a volta por cima! Se você acredita que este conteúdo pode ajudar outras pessoas, curta e compartilhe em suas redes sociais.

(Texto extraído do site: http://www.ibccoaching.com.br)

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Este juramento era feito por jovens da Antiga Grécia ao atingir os 17 anos.

“Não causaremos desgraça a nossa Cidade por atos de desonestidade ou covardia.

Lutaremos individual e coletivamente pelos ideais e tradições da Cidade.

Prestaremos reverência e obediência às leis da Cidade e envidaremos os melhores esforços para que nossos superiores – que podem modificá-las ou anulá-las – as respeitem também.

Lutaremos sempre para incentivar o povo a desenvolver a consciência cívica.

Através destes procedimentos, legaremos uma Cidade, não apenas igual, mas maior e melhor do que a que nos foi legada.”

(Do livro: O Livro das Virtudes)

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Porque transformo montinhos de terra em montanhas?

Porque o ego não se sente bem, confortável, com montinhos de terra – ele quer montanhas. Mesmo que esteja infeliz, o ego não quer ser vulgarmente infeliz – quer ser extraordinariamente infeliz! (…)

As pessoas estão sempre criando grandes problemas do nada; conversei com milhares de pessoas sobre seus problemas e ainda não me deparei com um problema real! Todos os problemas são fictícios – as pessoas os criam. Porque sem problemas elas se sentem vazias: então não há nada a fazer, nada a combater, lugar para ir. As pessoas vão de um guru a outro, de um mestre a outro, de um psicanalista a outro, de um grupo de ajuda a outro, porque se forem, sentem-se vazias, acham que a vida se tornou sem significado. Elas criam problemas para que possam sentir que a vida é um grade trabalho, um crescimento – e você tem de lutar muito.

Lembre-se de que o ego só pode existir quando ele luta, quando briga. Se eu disser a uma pessoa: Mate três moscas e você ficará iluminado! Ela vai acreditar em mim. Ela dirá: Três moscas? Isso não me parece muito. Isso me fará iluminado? Não me parece o bastante para isso.”

Mas se eu lhe disser: Mate 700 leões! É claro que lhe parecerá muito mais verossímil.

Quanto maior o problema, maior o desafio – e, com o desafio, seu ego aparece, ganha altura. As pessoas criam os problemas. Os problemas não existem.

E agora, se você me permitir, não há sequer montinhos de terra. Isso também é um truque seu. Você diz: Sim, pode não haver montanhas, mas montinhos de terra? Não, não há sequer montinhos de terra – eles são criações suas. Primeiro você cria montinhos de terra do nada, depois cria montanhas dos montinhos de terra. E os sacerdotes, os psicanalistas, os gurus, ficam felizes, pois toso o comércio deles só existe por causa de você. Se você cria montinhos de terra do nada e não transformar seus montinhos em montanhas, qual será o interesse dos gurus em ajudá-lo? Primeiro você tem de estar em uma condição de ser ajudado.

Os verdadeiros mestres dizem outra coisa. Eles dizem: Por favor, olhe o que você está fazendo, a bagagem que está fazendo. Primeiro você cria um problema, depois sai em busca de uma solução. Observe por que está criando o problema: exatamente no início, quando está criando o problema, está a solução – não o crie. Mas isso não vai atraí-lo, porque então você de repente ficará entediado consigo mesmo. Nada a fazer? Nenhuma iluminação? Nenhum satori? Nenhum samadhi? E você fica profundamente inquieto, vazio, tentando se preencher com qualquer coisa.

Você não tem nenhum problema – é só isso que tem de ser entendido.

Neste exato momento você pode se livrar de todos os problemas, porque eles são criações suas. Olhe de maneira diferente para os seus problemas: quanto mais profundo for o seu olhar, menores eles vão lhe parecer. Continue olhando para eles e, pouco a pouco, eles começarão a desaparecer; Continue olhando, e de repente verá que há um vazio – um belo vazio cercando você. Nada a fazer, nada a ser, porque você já é.

A iluminação não é algo a ser atingido, é apenas para ser vivido. Quando que digo que atingi a iluminação, simplesmente quero dizer que decidi vivê-la. Já basta! E desde então a tenho vivido. É uma decisão de que agora você não está mais interessado em criar problemas – isso é tudo. É uma decisão de que agora você pôs fim a toda essa bobagem de criar problemas e encontrar soluções.

Toda essa bobagem é um jogo que você está jogando consigo mesmo. Você mesmo está se escondendo e você mesmo está se procurando, você está dos dois lados. E você sabe disso! Por isso, quando eu digo isso, você sorri, você ri! Não estou falando sobre nada ridículo – você está entendendo. Você está sorrindo de si mesmo! Observe-se rindo, observe seu próprio sorriso – você está entendendo. Têm de ser assim, porque este é seu próprio jogo: você está se escondendo e esperando que você mesmo seja capaz de procurar por você e se encontrar.

Você pode se encontrar neste exato momento, porque é você que está se escondendo. Por isso os mestres Zen continuam dando suas pancadas. Quando alguém chega até eles e diz: Eu gostaria de ser um buda; os mestres ficam muito zangados. Porque ele está pedindo uma bobagem, ele é um buda. Se um buda vem até mim e me pergunta o que fazer para ser um buda, o que eu devo fazer? Eu bateria na cabeça dele. A quem você acha que está fazendo de tolo? Você já é um buda!

Não crie dificuldades desnecessárias para si mesmo. E o entendimento chegará a você se você observar como torna um problema cada vez maior, como o protela, e como ajuda a roda a girar cada vez mais rápido. Então, de repente, você está no alto de sua infelicidade e fica necessitando de toda a consternação do mundo. (…)

O ego necessita de alguns problemas. Se você entender isso, no próprio entendimento, as montanhas voltam a se tornar montinhos de terra, e então, os montinhos de terra também desaparecem. De repente há o vazio, o puro vaio a toda a sua volta. Isto é iluminação – um entendimento profundo de que o problema não existe.

Então, sem problemas para resolver, o que você vai fazer? Imediatamente começa a viver. Você vai comer, vai dormir, vai amar, vai jogar conversa fora, vai cantar, vai dançar – o que mais há para fazer? Você se tornou um Deus, começou a viver.

Se existe um Deus, uma coisa é certa : ele não tem nenhum problema. Isso é absolutamente certo. Então, o que ele fará com todo o seu tempo? Não há problemas, não há psiquiatra para consultar, não há guru para procurar e ao qual se entregar… O que Deus fará? Ele deve estar enlouquecendo, com a mente em um torvelinho. Não, ele está vivendo; sua vida está totalmente repleta de vida. Ele está comendo, dormindo, dançando, amando – mas sem nenhum problema. (…)

Se as pessoas conseguirem dançar um pouco mais, cantar um pouco mais, serem um pouco mais soltas, sua energia vai fluir mais e seus problemas irão pouco a pouco desaparecendo. (…) Quando você dança, chega um ponto em que seu corpo não é mais uma coisa rígida, ele se torna flexível, fluido. Quando você dança chega um momento em que seus limites já não são tão claros, você derrete e se fundo com o cosmos.(…)

A preocupação, o problema, a ansiedade, todos simplesmente mostram uma coisa: que você não está vivendo da maneira certa, que sua vida não é ainda uma celebração, uma dança, uma festividade. Por isso existem todos os problemas.

Se você viver, o ego desaparece. A vida não conhece ego, ela só conhece o viver, o viver, o viver. A vida não conhece o eu, não conhece o centro; a vida não conhece separação. Você inspira, a vida entra em você; você expira, você entra na vida; Não há separação; você come e as árvores entram dentro de você através dos seus frutos. Então, um dia você morre, é enterrado na terra e as árvores o sugam para cima e você se torna frutos.(…)

A vida é uma só, ela está em constante movimento. Ela entra em você, ela passa por você. Na verdade, dizer que ela entra em você não é certo, porque fica parecendo que a vida entra em você e depois sai de você. Você não existe – o que existe é esta vida indo e vindo. Você não existe, apenas a vida existe, em suas extraordinárias formas, em sua energia, em seus milhões de encantos. Uma vez que você compreenda isso, deixe que esse entendimento seja sua única lei. E a partir deste momento, comece a viver como os budas.”

(Osho em A Jornada de Ser humano)

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Conta uma lenda popular do oriente que um jovem chegou a um oásis, próximo de um povoado, e aproximando-se de um velho sábio, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoas vive neste lugar?

– Que tipo de pessoas vive no lugar de onde vens? – Perguntou o sábio.

– É um grupo de pessoas egoístas e malvadas, replicou o rapaz, estou satisfeito de ter saído de lá.

O sábio respondeu.

– Aqui encontrarás o mesmo.

No mesmo dia, um outro jovem aproximou-se do oásis para beber água e, vendo o sábio, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoas vive aqui?

O sábio respondeu com a mesma pergunta:

– Que tipo de pessoas vive no lugar de onde vens?

O rapaz respondeu-lhe:

– É um magnífico grupo de pessoas amigas, honestas e hospitaleiras. Fiquei um pouco triste por ter de deixá-las.

– O mesmo encontrarás aqui, respondeu o sábio.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao sábio:

– Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?

O sábio respondeu-lhe:

– Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo, e o futuro de cada um está escrito no passado; ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo.

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O tempo é o mais democrático dos recursos. Pouco importa sua idade, escolaridade ou condição socioeconômica. Todos nós dispomos de 24 horas diárias e a forma como as utilizamos justifica nossos resultados e nos diferencia.

Temos a sensação constante de que o tempo acelerou. Os dias parecem mais breves. Quando se vê, mais um mês se passou. E diante da rotina, das atividades meramente operacionais a que nos entregamos, a angústia e a frustração podem nos visitar.

Por isso, é fundamental tomar consciência de que administrar o tempo é administrar a própria vida.

Diante disso, proponho que você redija uma Constituição Pessoal, ou seja, uma espécie de carta identitária capaz de nortear seu caminho. Para tanto, identifique os valores que governam sua vida. Pode ser desde amor e generosidade, até sucesso e riqueza material. O universo de valores é amplo e solicita um consciencioso exercício de reflexão.

Em seguida, coloque-os em ordem de prioridade. É o momento de se fazer escolhas e descobrir o que é mais relevante em seu julgamento. Depois, você deverá unir razão e emoção, cabeça e coração, escrevendo um pequeno parágrafo para cada um destes valores. Por fim, leia esta sua pequena lista com frequência e tome suas decisões com base nela.

Peter Drucker, em seu livro, The effective executive in action, sentencia que gerenciar o tempo é a base da eficácia. E o guru desafia você a responder a algumas questões:

  1. O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?
  2. O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?
  3. O que eu estou fazendo que só eu posso fazer?
  4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?

Suas respostas, com olhos atentos na Constituição Pessoal, com certeza lhe sinalizarão a necessidade de delegar atividades, de retomar o foco em suas metas pessoais ou de corrigir rotas.

Um dos instrumentos mais difundidos em termos de gestão do tempo é a chamada matriz de Eisenhower que divide as tarefas a partir de sua urgência e importância.

O primeiro quadrante reúne atividades urgentes e importantes. Trata-se de reuniões, atividades com prazos definidos e eventuais crises. Estas tarefas devem ser feitas de imediato e da melhor forma possível.

O segundo quadrante engloba as atividades importantes, porém não urgentes. São tarefas que demandam planejamento, envolvem aprendizado e criatividade e que podem trazer consigo grandes oportunidades. Todavia, quando procrastinadas, ou seja, recorrentemente adiadas, são promovidas ao quadrante anterior, exigindo urgência em seu tratamento.

No terceiro quadrante residem as atividades que correspondem aos maiores desperdiçadores de tempo. São as tarefas urgentes, mas não importantes, como telefonemas, relatórios, correspondências e até interrupções. Livre-se delas com rapidez, pois não contribuem com suas metas.

Finalmente, o último quadrante da matriz de gerenciamento do tempo contém atividades que não são importantes e também não são urgentes. Trata-se de trabalho irrelevante, telefonemas inúteis, situações alienantes, apego a detalhes. Enfim, pura perda de tempo. Aqui nada se produz.

E então, como você tem distribuído suas tarefas?

(Autor: Tom Coelho é educador, palestrante em temas sobre gestão de pessoas e negócios, escritor com artigos publicados em 17 países e autor de nove livros. Conheça o seu site: http://www.tomcoelho.com.br/)

Se você quer ter mais foco para se desenvolver, estudar, aprender algum idioma, realizar e concluir projetos, realizar as metas/objetivos, melhorar resultados profissionais e dos negócios, ter independência financeira, começar um negócio próprio ou fazer o atual crescer, ter mais clientes, crescer profissionalmente ou fazer uma transição de carreira, CLIQUE AQUI E CONHEÇA O PODER DO FOCO!

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Mude seu pensamento criando alternativas de futuros para si mesmo. Esse simples exercício usando uma estratégia de motivação da PNL, pode levar a uma motivação maior no presente.

Muito do que precisamos fazer requer que nós mesmos nos motivemos de uma forma intencional. As recompensas da vida não aparecem magicamente, apesar do nosso desejo infantil da gratificação instantânea e sem esforço. Você deve mudar o seu pensamento sobre isso.

Resultados positivos exigem esforço positivo. O esforço positivo exige motivação. Assim, se a sua automotivação está insuficiente para fazer algo que você precisa fazer, você está no lugar certo. Veja como o método de alternar futuros funciona para inspirá-lo a começar a trabalhar produzindo resultados.

 

Veja o que fazer para mudar o seu pensamento, especificamente…

1) liste as razões de porquê você deseja mudar.

2) imagine, em detalhes, as consequências (de não fazer isso) que você inevitavelmente sofrerá no futuro.

3) imagine, em detalhes, os benefícios que você vai colher no futuro, se você fizer isso.

Por exemplo:

Perder peso e entrar em forma não acontece só porque você quer. E o pior, na maioria das vezes, só desejamos estar em forma e acabamos muito aquém do puro desejo de fitness e saúde. Então, vamos aplicar o processo de alternativas do futuro para mudar o seu pensamento.

 

Primeiro passo: começamos listando as razões porque queremos perder peso:

  • mais energia
  • melhor saúde
  • maior autoestima
  • alívio da dor nas costas e nas articulações

etc… Você pode listar tantas razões quantas quiser.

 

Segundo passo: imagine, em detalhes, sofrendo as consequências de não fazer o que você precisa fazer.

Então, por exemplo, você está com chagas no pé causadas pela diabete. Ou precisa de cirurgia na coluna. Sem energia e dependendo de outras pessoas para cuidarem de você. Sua carreira pode ser interrompida. Sua vida certamente seria abreviada, deixando para trás entes queridos com os quais poderia ter passado mais tempo.

Não evite a possibilidade de essas coisas negativas acontecerem. Se você permanecer desmotivado e não mudar o seu pensamento, essas são possibilidades reais. Enfrente-as. Sinta-as. Mude para um futuro imaginado no qual essas possibilidades são reais. Como você gostaria que fosse a sua vida?

E então refresque as suas ideias.

 

Terceiro passo: imagine, em detalhes, usufruindo os benefícios futuros resultantes das ações tomadas.

Mude para um futuro imaginário no qual você se vê saudável, cheio de energia. Diga para você mesmo como está feliz cuidando de si mesmo e como realmente sente isso agora em seu corpo. Vá em frente e imagine um futuro brilhante e cheio de vida com sua saúde vigorosa e permita se sentir super  satisfeito com essa perspectiva no aqui e agora.

Se esse processo fizer o que ele normalmente faz, então o seu nível de motivação vai aumentar imediatamente. Sua mente e seu corpo reagirão em contraposição aos resultados. Você estará mais motivado! Na verdade, será impossível não ficar mais motivado na hora se você seguir essas instruções.

Então, faça uma lista do que vai fazer hoje e vá atrás. Malhe enquanto o ferro está quente. Zere o marcador e repita. Não se surpreenda se precisar fazer diariamente esse exercício. Na realidade, eu recomendo.

A PNL é sobre como mudar o seu pensamento para se tornar um ser mais intencional. As estratégias de motivação são técnicas comumente ensinadas em um treinamento Practitioner de PNL que se concentra na verdadeira mudança através do nosso próprio conhecimento e de um melhor conhecimento dos outros.

As pessoas que fazem o treinamento de Practitioner de PNL acham que se tornam melhor para solucionar os problemas, atingem seus objetivos mais rapidamente e são capazes de criar relacionamentos mais fortes.

(Mike Bundrant)

O artigo original “Change Your Thinking: The Alternate Futures Self-Motivation Exercise (link is external)” encontra-se no site inlpcenter.org (link is external)

Há muito tempo, houve uma guerra na Alemanha que espalhou soldados por todo o país. Um capitão da cavalaria, que tinha muitos homens e cavalos para alimentar, foi instruído por seu coronel a arranjar comida nas fazendas das redondezas. O capitão cavalgou algum tempo pelo vale solitário e finalmente bateu à porta de um pequeno chalé. O homem que atendeu era velho, aleijado, e apoiava-se numa bengala.

– Bom dia, senhor – disse o capitão. – Poderia ter a gentileza de me mostrar um campo onde meus soldados possam colher grãos e levá-los para o nosso exército?

O velho conduziu os soldados pelo vale e, a cerca de uma milha, viram a distância um campo de cevada ondulando ao vento.

– É exatamente o que queremos. Vamos parar aqui! – Exclamou o capitão.

– Não, ainda não – disse o velho. – Vocês precisam me acompanhar um pouco mais longe.

Depois de mais uma ou duas milhas, chegaram em um segundo campo de cevada. Os soldados desmontaram, cortaram os talos, amarraram-nos em feixes e partiram com a provisão.

O capitão disse ao velho fazendeiro:

– Por que nos trouxe tão longe? O primeiro campo de cevada era melhor do que este!

– É verdade, senhor – disse o velho, –mas não era meu.

(Do livro: O livro das Virtudes II)

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1. Se alguém lhe criticar, acolha a crítica. Se ela tiver fundamento, aceite-a. Se a crítica vier de inveja, frustração ou raiva, é bom praticar a indiferença. Não perca sua compostura.

2. Se alguém te criticar e você rebater, o criticando de volta, a corrente continua. Ao invés disso, agradeça-o por suas palavras e veja o que acontece. No dia em que você baixar sua guarda, a outra pessoa não saberá como reagir.

3. Se alguém estiver te fazendo uma crítica construtiva, receba-a! Essa pessoa está arriscando perder sua amizade te fazendo uma crítica.

4. Não defenda seus erros. Aceite-os e siga em frente. Quando você estiver totalmente indefeso, aí é que vai estar forte.

5. Toda vez que você enfrentar uma crítica, saiba que você é vasto como o oceano e pode receber qualquer coisa. Quando você se sente pequeno, você não consegue receber uma crítica. Quando você se sente muito grande, você pensa “eu sou muito maior do que essa crítica, deixe-me recebê-la”.

6. Saiba que as pessoas estão no mundo para te ajudar. Não veja as pessoas como inimigos. O tolo olha para o mundo e o vê cheio de pessoas hostis. O sábio olha para o mundo e o vê cheio de amigos, e pensa que as pessoas estão lá pra o ajudar.

7. Sorria não só para elogios, mas para críticas também. Uma pessoa de paciência e coragem verdadeiras, é aquela que reage a qualquer insulto ou crítica com um sorriso inabalável. Críticas injustas também devem ser recebidas com um sorriso. No começo, você deve se sentir muito desconfortável, mas vai acontecer uma mudança em você, com a qual você se sentirá muito surpreso.

8. Responda as críticas com humor e sabedoria. Se você se irrita quando alguém te provoca, isso não é um comportamento inteligente. O sinal de inteligência é transformar uma situação desagradável em uma agradável. Aquele que busca satisfação mesmo em uma situação desagradável ou desfavorável é uma pessoa verdadeiramente inteligente.

9. Se alguém estiver falando negativamente de você, eles estão despejando lixo. Você não teve pegar seu saco e recolher o lixo. Quando alguém estiver despejando lixo, apenas se afaste de lá. Não receba o lixo.

10. Seja capaz de fazer críticas construtivas com uma mente feliz e calma, e de receber críticas construtivas com a mesma mente. Isso vai transformar seu ego.

11. Se alguém em algum lugar humilhar você, saiba que é somente um plano pra te suavizar. É uma benção.

(Texto Original: Sri Sri Ravi Shankar, líder humanitário, mestre espiritual e embaixador da paz. Sua visão de uma sociedade livre de estresse e de violência uniu milhões de pessoas em todo o mundo por meio de projetos de serviço social e dos cursos da Arte de Viver.)

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A mente é como um espelho, tudo o que aparece em frente é refletido nela. Mas um espelho não chora, “Oh, eu fiquei sujo! ”,  quando uma imagem suja aparece na frente dele. E não pula e diz: “Oh, eu tenho essas maravilhosas qualidades” quando algo bom é refletido.

Quando você está dirigindo, você pode ver no espelho que há uma lata de lixo atrás do seu carro. Imagine o espelho se identificando com o lixo. Ou, imagine o espelho se identificando com um lindo cenário. Em ambos os casos, o que você diria? É uma ideia estúpida, não é o caso. O espelho não é nem o lixo, nem o cenário. E é exatamente assim com a nossa própria consciência.

Nossa consciência é como um espelho. Aparecem imagens diferentes, e todos se afastam. Saiba disso e seja livre. Quando nos apegamos a qualquer uma dessas imagens, isso é escravidão. Então, acorde e veja – a mente é um espelho.

Qualquer pessoa em quem você pense, as emoções dela e seu estado mental se agarrarão em você e refletirão através de você. Se você se mantém pensando em pessoas felizes, fica feliz. Pensando em coisas infelizes, você se sente infeliz. É por isso que eu disse: “Não odeie ninguém. ”  Não por causa da pessoa que você odeia, mas por você mesmo. Sua própria mente, seu sistema nervoso, assumirá a forma, a forma e a cor dessa pessoa. A coisa mais inteligente a fazer é não odiar ninguém, porque quem quer que você odeie, essas impressões acabam penetrando em você.

(Sri Sri Ravi Shankar, líder humanitário, mestre espiritual e embaixador da paz. Sua visão de uma sociedade livre de estresse e de violência uniu milhões de pessoas em todo o mundo por meio de projetos de serviço social e dos cursos da Arte de Viver.)

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Mesmo vivendo em Nova York, onde os custos de vida são altos, JP Livingston conseguiu se aposentar aos 28 anos com US$ 2 milhões no banco. Durante o tempo em que trabalhava na indústria financeira, ela conseguia guardar 70% de sua renda – isso transformou-se em 60% do dinheiro com que parou de trabalhar, sendo o restante rendimento de investimentos.

Ao Business Insider, ela concedeu uma entrevista contando alguns dos aspectos mais relevantes para que ela conseguisse o feito. No caso dela, um emprego lucrativo (US$ 100 mil anuais) foi essencial para chegar onde chegou, mas as dicas de economia, conforme disse ao site, valem para todos os perfis de pessoas.

Confira um passo a passo dividido pela jovem:

1. Identifique suas maiores despesas e corte quanto for possível

No caso de JP, ela optou por um apartamento mais humilde do que sua renda conseguiria pagar, o que possibilitou que investisse uma quantia maior todo mês.

2. Compre usado

A aposentada comprou mobília usada para seu apartamento. De acordo com ela, normalmente as coisas à venda têm menos de um ano de uso – é só escolher bem.

3. Aproveite as opções da cidade

Com um apartamento pequeno, JP tinha necessidade de sair de casa para encontrar os amigos. Isso não significa que gastasse muito dinheiro a cada noite de lazer: grandes cidades oferecem opções agradáveis e mais baratas.

4. Use o conceito de custo por hora

A cada compra que realizasse, a jovem olhava para o preço e contabilizava a quantas horas de trabalho ele equivaleria. Só então definia se valia a pena gastar.

(Artigo extraído e adaptado do site Infomoney)

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