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Alan Miranda

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Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida. Quero trocar experiências e conhecimento com você, deixe seu comentário, envie um e-mail e me siga nas redes sociais.

Um casal saudável pode se separar quando o amor deixa de existir. Um casamento saudável é constituído por 6 ingredientes básicos, segundo o professor Eugenio Mussak: admiração, respeito, confiança, paixão, intimidade e comprometimento. Quando um deles começa a falhar, a união começa a se desestabilizar.

A maneira como se enfrenta esta desestabilização no casamento já dá fortes pistas de como poderá ser a separação: civilizada ou problemática.

Os sofrimentos provocados nos filhos pela separação problemática dos pais são tão grandes que recentemente foi considerado crime um dos ex-cônjuges colocar os filhos contra o outro: o crime de alienação parental. Os papéis de marido e esposa podem acabar, mas os de pai e mãe nunca acabam, são para sempre. Os filhos não precisam dos dois juntos, mas precisam de cada um deles.

Alguns casais com saúde relacional, principalmente nas questões de ética e de civilidade tentam preservar a segurança, tranqüilidade e vida afetiva dos filhos. Estes precisam de explicações para a compreensão das razões pelas quais suas vidas vão mudar, devido à separação dos pais.

 

Comunicação franca

A separação em si não é problemática, pois tudo na vida pode mudar, inclusive as condições relacionais entre um casal após alguns anos. A comunicação franca e ética da separação dos pais aos filhos deve ser feita pelos próprios pais, preferencialmente para todos os filhos independentemente da idade, e oferecer as condições para que todos eles possam se manifestar, perguntar, compreender, para elaborarem a perda da vida com os pais juntos, garantindo que não são os filhos os responsáveis pela separação e que todos eles terão ainda o pai e a mãe mesmo que separados. Geralmente, os filhos maiores já percebem o que está acontecendo entre os seus pais muito antes desta comunicação.

Hoje, as crianças superam muito bem a separação saudável, mas são muito indefesas e atingidas quanto menores forem pelos seus pais problemáticos. O preparo dos pais é para que tenham disposição e disponibilidade para responder, honesta e eticamente, ali ou a qualquer outro dia e hora, as perguntas que os filhos quiserem fazer e acolher os sentimentos que se manifestarem.

Lembro bem que os confrontos não devem ser resolvidos pelos filhos. Não são os filhos que estabelecem a pensão, nem tampouco com quem vão ficar os filhos e quais serão os dias das visitas, mas sim os juízes que tendem a aceitar o que for de consenso comum a ele comunicado.

 

Confiança

Quando há dificuldades sérias entre os pais a ponto deles não conseguirem sequer ficar em um mesmo ambiente, é bom que cada um contrate um representante neutro, mas que proteja os filhos, para ajudá-los a superar estes problemas. O importante é que os representantes, legais (advogados, psicólogos, sociólogos etc.) ou afetivos (parentes, padrinhos, amigos) sejam de confiança de ambas as partes.

Saliento que um dos maiores problemas nestas separações problemáticas é quando um dos pais aproveita-se da ausência do outro para convencer de que o certo é ele e o outro é que errado, culpado, mau, prejudicial aos filhos etc. Pior ainda quando instigam os filhos a se comportarem hostilmente com ofensas, agressões, desrespeitos, sabotagens, contra ofendendo, agredindo, desrespeitando as ordens e não atendendo os pedidos do ex-cônjuge. Para isso conseguir torna-se afável, generoso, atende a todas as vontades dos filhos, o que nunca fez enquanto estava casado.

(Autor: Içami Tiba)

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Lidar com o dinheiro é fundamental na vida moderna. Com ele pode-se conseguir saúde, alimentação, moradia, conforto, qualidade de vida, diversões, viagens, estudos, pesquisas, negócios, etc. O difícil é encontrar onde o dinheiro não seja importante.

Frases como “Sou pobre mas sou feliz” e “Dinheiro não compra felicidade” podem ser facilmente questionadas. Dinheiro não é tudo, mas a tudo ajuda.

O dinheiro é importante para todas as pessoas. Pode significar desde a sobrevivência para quem o tem de menos (caquéticos) até uma doença mórbida (podre de rico) para quem o tem demais. A grande questão é saber como lidar bem com ele. E isso não é nada fácil, principalmente porque “dinheiro não agüenta desaforo”, isto é, perde quem não o respeita, como perdem os filhos nobres de pais ricos, como ganham os netos pobres que querem ficar ricos.

É quase impossível encontrar hoje algum adulto que nunca tenha tido um dinheiro em suas mãos. Uns poucos com muito dinheiro e muitos outros com tão pouco. Entre tanta matéria que passa pelas nossas mãos, o dinheiro talvez seja o que mais muda de mãos. Dá para calcular por quantas mãos já passou o dinheiro que hoje está nas suas?

Se o dinheiro nos é tão importante por que não nos ensinam desde criança a lidar com ele?

Aqui vão algumas dicas que dão base para uma boa educação financeira:

 

  1. Não usar um dinheiro que não é seu, mesmo que esteja com você. Se o seu filho lhe pede dinheiro para lanche na escola, ele não deve comprar figurinhas. Poder ele tem porque tem o dinheiro em suas mãos, mas NÃO DEVE pois é destinado ao lanche. Ao comprar figurinhas, o filho pratica um desvio de verbas. O filho falhou na sua responsabilidade que o pai lhe confiou.

 

  1. Quem gasta antes de receber (vales de mesadas, cheques pré-datados, pagamentos em parcelas com juros, etc.) além de receber menos do que espera, terá mais despesas que receitas. É prisioneiro financeiro da dívida

 

  1. Recebeu? Pague tudo o que deve. O que sobrar é seu lucro. Você é dono da sua vida financeira. Tenha reservas suficientes para agüentar invernos porque estes são programáveis e não imprevistos;

 

  1. Nunca compre sob impacto emocional (impulso). O que é visto como oportunidade ou barato, torna-se absurdamente caro se não for útil para você;

 

  1. Nunca compre o que não couber no seu bolso ou planejamento financeiro. A vida é muito mais cara para quem deve do que quem tem suas finanças equilibradas;

 

  1. Quem não arca com as responsabilidades financeiras, que nem sabe de onde lhe vem o dinheiro, que não se preocupa com o futuro nem com o custo da sua vida é príncipe, um herdeiro esperador. Lembre-se que existe um príncipe muito famoso que cresceu, casou, teve filhos, separou, casou outra vez e continua esperando ser rei. É bem capaz que faleça antes da rainha, então, “seria a rainha a receber a herança do príncipe?”;

 

  1. Com seu dinheiro em mãos você faz os melhores negócios para ter cada vez mais dinheiro com você, um sucessor empreendedor. Corrigindo o erro é que se aprende mas a sabedoria vem da prática de acertos.

(Autor: Içami Tiba, texto publicado no site: Içami Tiba)

Fazer o que se gosta ou gostar do que se faz? Pode parecer o mesmo, mas é bem diferente. Já santo Agostinho dizia que o segredo de uma vida feliz estava em gostar – e aprender a gostar – de fazer aquilo que se tem que fazer e que é a nossa missão. Quem só faz aquilo de que gosta, limita-se a seguir os seus apetites e fica criança mimada. Nem é feliz, nem se pode contar com ele.

(Vasco Pinto de Magalhães, in ‘Não Há Soluções, Há Caminhos’)

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Ser feliz é ter futuro e é dar futuro. Todos pensamos ser felizes e acordamos todos os dias com esse desejo. Mas ser feliz não é uma sorte, nem é ausência de problemas. É viver com sentido, com coragem, construindo o futuro e dando futuro. Isso depende de mim.

Era uma vez um homem que corria e corria pela vida… A vida era curta e necessitava de correr muito para gozar muito e ser feliz. E quanto mais corria, mais necessitava de correr! Descobria sempre mais lugares para visitar! Necessitava encontrar tudo e gozar de tudo. Até que um dia, cansado de tanto correr, parou. Então, a felicidade pôde alcançá-lo.

(Vasco Pinto de Magalhães, in “Não Há Soluções, Há Caminhos”)

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa – como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?

As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e ações de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar.

A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há de passar entristecendo-se.

Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.

É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.

Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injeção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.

Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumulasse-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

(Miguel Esteves Cardoso, in “Último Volume”)

Pense nisso e viva melhor!

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Ninguém é tolo, e a vida ensina a todos – mesmo que isto exija tempo. Saiba tratar cada um de acordo com suas qualidades espirituais, e não se deixe enganar pelas aparências.

Consiga aliados.

A vida dá muitas voltas, e nos coloca diante de provas a cada momento de nossa existência. Por isso, se você estiver numa posição boa, procure beneficiar seus amigos.

Distribua generosamente aquilo que recebe, e desta maneira nunca lhe faltará nada – mesmo nos momentos difíceis.

Deixe a energia das bênçãos circular livremente. É surpreendente a eficácia da generosidade.

(Paulo Coelho)

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Sentindo-se triste? Dance ou vá tomar uma ducha e veja a tristeza desaparecer de seu corpo. Sinta como a água que bate em você leva junto a tristeza, da mesma forma que leva embora o suor e a poeira de seu corpo.

Coloque sua mente em uma situação tal que ela não seja capaz de funcionar de maneira habitual. Qualquer coisa serve. Afinal, todas as técnicas que foram desenvolvidas ao longo dos séculos não passam de tentativas para distrair a mente e demovê-la dos velhos padrões.

Por exemplo, se você estiver se sentindo irritado, inspire e expire profundamente durante apenas dois minutos e veja o que acontece com a sua raiva.

Ao respirar profundamente, você terá confundido sua mente, pois ela não é capaz de correlacionar as duas coisas. “Desde quando”, a mente começa a se perguntar, “alguém respira profundamente quando está com raiva? O que está acontecendo?”

A dica é nunca se repetir. Caso contrário, se toda vez que se sentir triste você for para o chuveiro, a mente transformará isso num hábito. Após a terceira ou quarta vez, ela aprenderá: “Isso é algo permitido. Você está triste, então é por isso que está tomando uma ducha.” Nesse caso, a ducha irá apenas transformar-se em parte de sua tristeza. Seja inovador, seja criativo. Continue confundindo a mente. Se seu companheiro diz algo e você se sente irritado. Em vez de bater nele ou jogar alguma coisa em sua direção, mude o padrão do pensamento: dê-lhe um abraço e um beijo. Confunda-o também! De repente, você perceberá que a mente é um mecanismo e que ela se sente perdida com o que é novo.

Abra a janela e deixe novos ventos entrarem.

(Osho (1931-1990) foi um professor de filosofia e mestre na arte da meditação. Fundou um movimento espiritual com características de uma nova religião, com a busca pelo divino, rituais, doutrinas e até escrituras. Publicou mais de 600 livros.)

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Se quisermos entender a história da psicologia, Carl Gustav Jung é, sem dúvida, um dos nomes que devemos ter em conta.

As suas teorias têm sido tanto fonte de controvérsia quanto de inspiração. Não é a toa que ele é o fundador de uma escola do campo psicanalítico, a escola de psicologia analítica, também denominada psicologia dos complexos e psicologia profunda.

Durante muito tempo, Jung foi discípulo de Freud. No entanto, afastou-se dele principalmente porque não estava de acordo com a sua teoria da sexualidade. Mesmo assim, Jung postulou a existência de um “inconsciente coletivo“, que antecedia o inconsciente individual.

“Eu sei o que eu quero: eu tenho um objetivo, uma opinião. Deixe-me ser eu mesma e então eu estou satisfeita”. -Anne Frank-

Jung foi um intelectual inquieto, que bebeu de várias fontes. Além da neurologia e da psicanálise, as teorias de Jung receberam influência da mitologia, e até mesmo da religião e da parapsicologia. Uma das suas grandes paixões foi a arqueologia, e é provavelmente dessa tendência que emerge a construção da teoria dos arquétipos, ou símbolos universais que estão presentes no inconsciente humano.

 

A teoria da personalidade de Jung

Para Carl Jung existem quatro funções psicológicas básicas: pensar, sentir, intuir e perceber. Em cada pessoa, uma ou várias destas funções têm uma ênfase particular. Por exemplo, quando alguém é impulsivo, segundo Jung, deve-se ao fato de predominarem as funções de intuir e perceber, antes das de sentir e pensar.

A partir das quatro funções básicas, Jung postula que se formam dois grandes tipos de caráter: o introvertido e o extrovertido. Cada um deles tem traços específicos, que os diferenciam um do outro.

 

O tipo extrovertido caracteriza-se por:

  • O seu interesse foca-se primeiramente na realidade exterior, e só depois se foca no mundo interior.
  • As decisões são tomadas pensando no seu efeito na realidade exterior, em vez de pensar na sua própria existência.
  • As ações são realizadas em função do que os outros possam pensar sobre delas.
  • A ética e a moral são construídas de acordo com o que predomina no mundo.
  • São pessoas que se encaixam em quase qualquer ambiente, mas têm dificuldade em realmente se adaptar.
  • São sugestionáveis, influenciáveis e tendem a imitar os demais.
  • Precisam que reparem neles e que sejam reconhecidos pelos outros.

 

Caráter do tipo introvertido

Por outro lado, o tipo introvertido tem as seguintes características:

  • Sente interesse por si mesmo, pelos seus sentimentos e pensamentos.
  • Orienta o seu comportamento de acordo com o que sente e pensa, mesmo que isso vá contra a realidade exterior.
  • Não se preocupa muito com o efeito que as suas ações possam causar ao seu redor. Preocupa-se sobretudo com que as ações o satisfaçam interiormente.
  • Tem dificuldades em se encaixar e adaptar aos diferentes ambientes. No entanto, se conseguirem se adaptar, farão isso de forma verdadeira e criativa.

 

Os tipos de personalidade

A partir das funções psicológicas básicas e dos tipos de caráter fundamentais, Jung assinala que se formam oito tipos de personalidade bem diferenciadas. Todas as pessoas pertencem a um ou a outro tipo. São estas:

 

Reflexivo extrovertido

A personalidade reflexiva extrovertida corresponde aos indivíduos cerebrais e objetivos, que atuam quase exclusivamente na base da razão. Só dão como certo aquilo que se comprove com as devidas provas. São pouco sensíveis e podem ser até mesmo prepotentes e manipuladores com os outros.

 

Reflexivo introvertido

O reflexivo introvertido é uma pessoa com grande atividade intelectual, que, no entanto, tem dificuldade para se relacionar com os outros. Normalmente é uma pessoa teimosa e determinada em alcançar os seus objetivos. Por vezes é visto como um inadaptado, inofensivo e ao mesmo tempo interessante.

 

Sentimental extrovertido

As pessoas com grande habilidade para entender os outros e para estabelecer relações sociais são os sentimentais extrovertidos. No entanto, é muito difícil para eles se afastar do seu grupo e sofrem quando são ignorados. Têm muita facilidade de comunicação.

 

Sentimental introvertido

A personalidade sentimental introvertida corresponde a pessoas solitárias e com grande dificuldade para estabelecer relações com os outros. Pode ser pouco sociável e melancólico. Faz todo o possível para passar despercebido e gosta de permanecer em silêncio. Contudo, é muito sensível às necessidades dos outros.

 

Perceptivo extrovertido

Os indivíduos perceptivos extrovertidos têm uma fraqueza especial por objetos, ao ponto de lhes atribuir qualidades mágicas, ainda que façam isso de modo inconsciente. Não são apaixonados pelas ideias, a não ser que ganhem uma forma concreta. Procuram o prazer acima de tudo.

 

Perceptivo introvertido

É um tipo de personalidade muito própria de músicos e artistas. As pessoas perceptivas introvertidas colocam uma ênfase especial nas experiências sensoriais: dão muito valor à cor, à forma, à textura…  O mundo deles é o mundo da forma, como fonte de experiências interiores.

 

Intuitivo extrovertido

Corresponde ao típico aventureiro. As pessoas intuitivas extrovertidas são muito ativas e inquietas. Elas precisam de vários estímulos diferentes.  São determinadas a alcançar objetivos, e uma vez que conseguem, passam para o próximo e esquecem o anterior. Elas não ligam muito para o bem-estar daqueles que as rodeiam.

 

Intuitivo introvertido

São extremamente sensíveis aos estímulos mais sutis. A personalidade intuitiva introvertida corresponde ao tipo de pessoas que quase “adivinham” o que os outros pensam, sentem ou se dispõem a fazer. São criativas, sonhadoras e idealistas. É difícil para elas “colocar os pés no chão”.

(Fonte: mente é maravilhosa)

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Você é uma pessoa ansiosa? Então, confira essas dicas do Dr. Augusto Cury para viver mais tranquilo. Boa leitura!

1. Faça exercícios físicos

Os exercícios físicos liberam endorfina, que é um calmante natural.

 

2. Fuja do excesso de informações

O exagero de dados é registrado involuntariamente por um fenômeno inconsciente, o Registro Automático da Memória (RAM), transformando nossa mente em um depósito de informação, o que nos torna hiperativos.

 

3. Use a técnica do DCD

Aplique a técnica DCD ( duvide, critique e determine). Duvide de tudo aquilo que controla a sua emoção e conspira contra a sua vida . Critique cada pensamento negativo. Critique seu conformismo e reflita sobre as causas de seus conflitos. Determine ser alegre, seguro, feliz. Dê um choque de lucidez em suas emoções, arquive novas experiências ! Seja autor e não vitima de sua história.

 

4. Cuidado com a competição predatória

A paranoia pelo sucesso a qualquer custo e a compulsão de ser o número um está destruindo as relações e transformando as pessoas em escravas do sucesso. É preciso ter consciência que a vida é cíclica, não há sucesso que dure todo tempo e nem fracasso que seja eterno.

 

5. Aceite a existência de problemas

Os problemas nunca vão desaparecer, mesmo na mais bela existência. Problemas existem para serem resolvidos, e não para perturbar-nos.

 

6. Não se torne escravo da tecnologia

A internet trouxe grandes ganhos, mas contatos superficiais. Ela favorece a comunicação a distância, porém tem restringido o contato presencial e a interação com atividades que promovem a saúde emocional, como conversa entre amigos, atividades sociais e contato ao ar livre. É preciso uma desintoxicação digital.a.

 

7. Medite

E como não poderia faltar pratique meditação. A meditação proporciona relaxamento  mental e físico, clareza, concentração e foco para realizar todas as suas atividades diárias.

 

8. Leia livros

O hábito da leitura leve ajuda a evitar pensamentos negativos, trazendo sensação de bem estar e relaxamento.

Uma leitura tranquila, inserida em nossa rotina, se torna um exercício terapêutico uma vez que diminui os níveis de hormônio do estresse.

 

9. Anote suas preocupações em um papel

Esse método ajuda a desacelerar o cérebro, pois a mente entende que as preocupações estão guardadas e não devem ser resolvidas naquele momento. O simples hábito de listar suas preocupações acalma o seu emocional e diminui a ansiedade.

“Devemos pensar no amanhã apenas a fim de desenvolver estratégias para superar conflitos ou solucionar problemas. Velar fatos antes de eles acontecerem é uma agressão ao território da emoção”.

 

10. Evite pensamentos negativos

Isso parece inevitável, ás vezes, mas se esforce para pensar em outras coisas quando estiver com muitos pensamentos negativos borbulhando na mente.

 

11. Perdoe!

Guardar mágoa, ressentimento e raiva de alguém provoca um tremendo cansaço mental e físico. Perdoar irá relaxar a sua mente.

(Augusto Cury)

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Um dos livros mais lidos por executivos no Brasil e em outros países, o livro “A Arte da Guerra” traz ensinamentos importantes sobre estratégias e sobre o autoconhecimento. Mas, este best seller foi escrito muito antes de existir grandes organizações empresariais. Se você ainda não leu esta obra prima de Sun Tzu, eu vou te dar boas razões para ler este livro, querida pessoa. Vamos lá?

 

A Arte da Guerra: sua origem

Sun Tzu foi um importante estrategista de guerra no século IV a.C. Com base em sua experiência nas guerras enfrentadas pelo povo chinês. E foi com o foco nestas batalhas que Sun Tzu dividiu suas estratégias militares em 13 capítulos para orientar generais a conduzir suas tropas de modo eficaz para que estes saíssem vitoriosos das batalhas.

Neste livro, Sun Tzu mostra também os erros que os líderes cometem e aponta formas de evitar que estes erros se repitam durante o combate. Apesar de falar sobre guerra, Sun Tzu reforça que o importante é preservar a paz. Muitos reis e demais líderes ao longo da história usaram os ensinamentos de Sun Tzu para gerenciar questões ligadas à soberania de seus povos. Para Sun Tzu, um dos fatores fundamentais para alcançar a vitória em uma guerra é a identificação dos pontos fortes e fracos tanto do adversário quanto de si mesmo. Outros fatores importantes são:

Planejamento;

Preparação;

Atitudes precisas e racionais.

Os conselhos de Sun Tzu foram utilizados por diversos estrategistas militares ao longo da história, entre eles: Napoleão, Zhuge Liang, Takeda Shingen, Vo Nguyen Giap e Mao Tse Tung. No Coaching, todos esses ensinamentos também são amplamente desfrutados para o desenvolvimento de um processo eficiente, possibilitando o alcance de grandes resultados em curto espaço de tempo. A filosofia do Coaching mostra que é possível alcançar resultados extraordinários de maneira estratégica e autêntica em todos os campos da sua vida.

Hoje, o livro A Arte da Guerra se tornou uma referência para orientar líderes de várias organizações empresariais a lidar com questões do universo corporativo,sobretudo no que diz respeito à gestão e desenvolvimento de estratégias. Além disso, é um livro indicado para pessoas que desejam se conhecer com mais profundidade. Para Sun Tzu nenhuma batalha pode ser travada se você não conhece a si mesmo.

 

Ensinamentos do livro “A Arte da Guerra”

Confira abaixo alguns conselhos de Sun Tzu, inspire-se nestes pensamentos, exerça uma gestão vitoriosa e torne-se um grande líder você também:

 

– “Conheça o inimigo e a si mesmo e você obterá a vitória sem qualquer perigo; conheça o terreno e as condições da natureza, e você será sempre vitorioso;”

– “Quando o comandante demonstrar fraqueza, não tiver autoridade, suas ordens não forem claras e seus oficiais e tropas forem indisciplinados, o resultado será o caos e a desorganização absoluta;”

– “Conheces teu inimigo e conhece-te a ti mesmo; se tiveres cem combates a travar, cem vezes serás vitorioso. Se ignoras teu inimigo e conheces a ti mesmo, tuas chances de perder e de ganhar serão idênticas. Se ignoras ao mesmo tempo teu inimigo e a ti mesmo, só contarás teus combates por tuas derrotas;”

– “Derrotar o inimigo em cem batalhas não é a excelência suprema; a excelência suprema consiste em vencer o inimigo sem ser preciso lutar;”

– “O verdadeiro método, quando se tem homens sob as nossas ordens, consiste em utilizar o avaro e o tolo, o sábio e o corajoso, e em dar a cada um a responsabilidade adequada;”

– “Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível;”

– “A habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada de genialidade;”

– “Se quisermos que a glória e o sucesso acompanhem nossas armas, jamais devemos perder de vista os seguintes fatores: a doutrina, o tempo, o espaço, o comando, a disciplina;”

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