Authors Posts by Alan Miranda

Alan Miranda

1349 POSTS 0 Comentários
Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida. Quero trocar experiências e conhecimento com você, deixe seu comentário, envie um e-mail e me siga nas redes sociais.

A auto mensagem positiva logo de manhã é um estímulo que pode mudar o seu humor, fortalecendo sua autoconfiança e, com este pensamento positivo, você reunirá forças para vencer os obstáculos.

Não deixe que nada afete seu espírito. Envolva-se pela música, cante e ouça. Comece a sorrir mais cedo. Ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça pela oportunidade de acordar mais um dia. O bom humor é contagiante; espalhe-o, fale de coisas boas, de saúde de sonhos, de amor.

Não se lamente!!! Ajude as outras pessoas a perceberem o que há de bom dentro de si. Não viva emoções mornas ou vazias. Cultive seu interior, extraia o máximo de pequenas coisas.

Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que você as estima e precisa delas. Repense os valores e dê a chance de crescer e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação.

Mude, opine, ame o que faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da missão cumprida. Lembre-se de que nem todos têm a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere o melhor.

Transforme seus movimentos em oportunidades. Veja o lado positivo das coisas e assim tornará seu otimismo uma realidade. Não inveje. Admire!!!

Sinta entusiasmo com o sucesso alheio, como seria com o seu próprio. Idealize um modelo de competência e faça sua autoavaliação para saber o que lhe está faltando para chegar lá.

Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo suas habilidades e seu talento. Só assim não terá tempo de criticar os outros. Não acumule fracassos e sim experiências.

Tire proveito dos seus problemas e não se deixe abater por eles. Tenha fé e energia, acredite!!! Você pode tudo que quiser.

PERDOE!! Seja GRANDE para os aborrecimentos, POBRE para a raiva, FORTE para vencer o medo e FELIZ para permitir momentos felizes.

Não viva só para o trabalho. Tenha outras atividades paralelas como esportes, leituras, cultivar amigos. O trabalho é uma das contribuições que damos à vida, mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realizações.

Finalmente, ria das coisas à sua volta, de seus problemas, de seus erros, ria da vida. E… ame! Antes de tudo, a você mesmo!

A GENTE COMEÇA A SER FELIZ QUANDO É CAPAZ DE RIR DA GENTE MESMO!!!

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Cometemos vários erros quando pensamos na nossa felicidade e erro recorrente é o adiamento sucessivo. Deixamos para ser feliz depois, e pode não dar tempo.

As pessoas raramente estão satisfeitas com a vida que tem.

Quando não aproveitamos o que temos, estamos adiando a felicidade para quando tivermos o que não teremos.

Imaginamos um futuro melhor e deixamos para ser feliz quando o futuro chegar.

É como uma roupa de festa que guardamos para a festa que nunca vai chegar.

Adiando a felicidade:

Serei feliz quando isto acontecer, ou aquilo deixar de acontecer.

Serei feliz quando tiver aquela condição, ou me livrar desta condição.

Quando perder peso, ou quando ganhar dinheiro, ou quando conseguir um bom emprego.

Esse processo é totalmente improdutivo, pois estaremos sempre esperando alguma coisa acontecer, e o dia de ser feliz nunca chega.

Estamos sempre esperando algo novo: novo carro, novo namorado, novo celular, novo endereço, novo apartamento. Assim nunca seremos felizes.

É bom parar de esperar pelas condições. Temos que sair dessa felicidade condicional.É bom procurar a felicidade onde você está, com o que você tem.

Parece que estamos sempre esperando por algo mais como se a vida fosse uma longa preparação para ser feliz um dia.

Não atingimos um platô, onde temos tudo e somos felizes.

Pense nisso – você pode ser feliz agora. O que tem impede de ser feliz agora?

O mundo não tem que ser perfeito para você ser feliz.

Nem tudo dá certo na vida, mas não é motivo para você se sentir infeliz, pois muita coisa boa acontece todo momento.

A Dra. Pamela Peeke do National Health Institute dá uma recomendação muito boa para alcançar a sua satisfação no dia-a-dia. Faça uma tabela, onde a primeira coluna contém as dez coisas que te deixam estressada e representam uma limitação para a sua satisfação. Na segunda coluna, enumere as dez coisas que te trazem satisfação.

Depois, para cada item de estresse, procure associar alguma coisa que traz satisfação.

No seu cotidiano, procure praticar isto.

Se você tem que conviver com alguma coisa ou tarefa que te estressa, faça junto, antes ou depois, uma coisa que traz imensa satisfação.

Não deixe o estresse estragar o seu dia.

(Rubens Sakay)

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

1.“A vida é maravilhosa se não se tem medo dela” – (Charles Chaplin)

2.“A Vida é uma espaçonave que veio sem manual de instruções” – (Mannister)

3.“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” – (Charlie Chaplin)

4.“A vida é trabalho” – (Henry Ford, capitalista)

5.“A vida é um cabaret” – (Liza Minelli)

6.“A vida é uma peça de teatro; o que conta não é o enredo, mas o trabalho do ator” – (Seneca)

7.“A vida é um trombone; se você não sopra, ele é inútil” – (W.C. Ande)

8.“A vida é um violino, que você aprende a tocar – em publico” – (Samuel B.)

9.“A vida é uma canção cuja letra foi escrita por Deus, e cuja melodia é escrita por nós – podemos fazer uma balada, uma peça clássica, ou um blues bem triste” – (Eleanor Willer)

10.“A vida é uma simples letra de alfabeto; não tem nenhum sentido sozinha. Precisa fazer parte de frases” – (Jewish Theological Seminary)

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Um homem chegou numa aldeia com uma corneta misteriosa, de onde pendiam panos vermelhos e amarelos, contas de cristal e ossos de animais.

Esta é uma corneta que afasta tigres – disse o homem.

— A partir de hoje, por uma modesta quantia diária, eu a tocarei todas as manhãs, e vocês nunca serão devorados por estes terríveis animais.

Os habitantes da aldeia, aterrorizados com a ameaça de ataque de um animal selvagem, concordaram em pagar o que o recém-chegado pediu.

Assim se passaram muitos anos, o dono da corneta ficou rico, e construiu um belo castelo para si mesmo. Certa manhã, um rapaz que passava pelo local, perguntou a quem pertencia aquele castelo. Ao saber da história, resolveu ir até lá conversar com o homem.

— Ouvi dizer que o senhor tem uma corneta que afasta tigres – disse o rapaz. —     Acontece, porém, que não existem tigres em nosso país.

Na mesma hora, o homem convocou todos os habitantes da aldeia, e pediu ao rapaz que repetisse o que dissera.

— Vocês escutaram bem o que ele disse? – gritou o homem, assim que o rapaz terminou. — Esta é a prova irrefutável do poder da minha corneta!

Cuidado com promessas e soluções mágicas para resolver problemas que você, verdadeiramente, não tem!

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Não é à toa que a palavra CORAÇÃO tem uma ORAÇÃO dentro dela.
Pois toda oração deve ter origem no coração, e não na razão/intelecto.

Não é à toa que a palavra CALMA tem uma ALMA dentro dela. Toda Alma precisa de paz verdadeira em CRISTO para permanecer tranquila.

Não é à toa que o verbo AMAR, tem um MAR inteiro dentro dele. Pois o amor é imenso e profundo como o mar.

E também o EU precisa estar dentro de DEUS para encontrar-se e completar a si mesmo.

Conclusão:

É na Oração de Coração que a Alma acha a Calma e é inundada por um Mar de amor divino; e onde o Eu se submete a Deus!

Pense nisso e viva melhor!

Nos ajude compartilhando este texto com seus amigos nas redes sociais!

Como podemos transformar o atrito em tensão criativa? Aqui está uma forma de chegar ao âmago do assunto.

Quando pessoas trabalham juntas, muitas vezes discordam entre si – e ocasionalmente essa discordância se transforma em séria disputa. Empregados hostis podem exercer um impacto negativo sobre o moral dos outros, reduzindo a produtividade e, em consequência, os lucros.

 

Um dos erros mais comuns dos proprietários e gerentes de empresa consiste em ignorar os conflitos. Fazer de conta que eles não existem causa mais prejuízo do que bom resultado. Quando ignoramos os conflitos, enviamos uma mensagem de que não respeitamos nosso pessoal e não damos o devido valor àquilo que está acontecendo ao nosso redor. Às vezes, não nos damos conta de como o ambiente realmente é, ou do que estamos criando.

 

Outro erro sério consiste em acreditar que o conflito, por sua própria natureza, é negativo. O conflito é uma mensagem subjacente e, quando reconhecido, pode se constituir numa ferramenta de transformação. Se acreditarmos que o conflito não é saudável, estamos nos predispondo a sermos desonestos e limitados em nossas comunicações. Assim, o que podemos fazer quando surge uma escaramuça interna dentro da companhia? Começando com a pressuposição de que as pessoas são motivadas por um desejo básico de resultados positivos, “Que todo comportamento tem, atrás de si, uma intenção positiva”, estamos em posição de não culpar, reprimir ou ignorar o comportamento. A intenção pode estar enterrada profundamente; é importante encontrá-la e trabalhar com a energia positiva.

 

 

O segundo passo consiste em considerar as pessoas separadamente de seus comportamentos. Rótulos como “bom” ou “mau” são úteis unicamente para quem deseja a conformidade e pode causar autosabotagem. Trata-se de mudar o foco. Para começar, é preciso focalizar algo que ambas as partes desejam. Procure um conjunto de dados diferentes, pedindo que cada uma das partes procure incidentes específicos visando encontrar a intenção positiva de tal ação ou comportamento. Frequentemente, a “intenção” fica de fora da interação, mas está presente dentro do processo do pensamento. Ajudar cada um dos empregados a pensar, falar e agir sobre a intenção positiva, conduz a um caminho diferente de soluções e possibilidades.

 

Cada um de nós passa pelo mesmo processo: recebemos dados através de nossos sentidos; selecionamos determinados dados sobre os quais colocamos nosso foco. Depois, atribuímos um significado a esses dados, tendo por base nossas pressuposições e nosso próprio “mapa de mundo”. Frequentemente, fazemos a leitura mental sobre a percepção dos outros – presumindo que esta se assemelha ao nosso próprio mapa da realidade. Podemos notar, ou não, se o sentimento que temos é congruente com nossos valores e crenças. Se estivermos suficientemente atentos à congruência, agiremos de maneira muito diferente do que se agirmos ou reagirmos de maneira incongruente.

 

Os pensamentos dirigem a ação. O conjunto de nossas pressuposições inconscientes, profundamente estabelecidas, estrutura nossas experiências sem que tenhamos consciência disso. Considerando-se que o pensamento, a linguagem e a ação estão dinamicamente interrelacionados, nossa atenção é focalizada conforme cada um desses elementos ou por todos eles. As perguntas que fazemos são uma função do processo de nosso pensamento, e a maneira como expressamos esses pensamentos e comportamentos subsequentes. Cada um de nós é capaz de adquirir a habilidade de perceber nossos próprios padrões e de como mudá-los. Uma maior flexibilidade nos permitirá ajustar um determinado pensamento, palavra ou ação para uma reação mais favorável.

 

 

À medida em que nos tornamos mais conscientes de nossas congruências ou incongruências pessoais, abrimos caminhos para descobrir mais sobre quem somos e se nossos valores e crenças dão suporte à nossa identidade. Podemos literalmente formular novas crenças capazes de dar um suporte mais adequado à nossa identidade e ao nosso sistema pessoal de valores.

 

Aprender como reconhecer padrões de comportamento ajuda-nos a discernir se o conflito se origina no ambiente externo ou dentro de nós mesmos. É muito saudável permitir que o conflito suba à superfície, para que possa tornar-se parte da ressignificação da energia negativa que o envolve, e redirecionar-nos na busca da intenção positiva que move os indivíduos e as organizações em direção a resultados específicos.

 

O conflito é meramente uma forma de feedback. Trabalhe com o feedback que você recebe, buscando a intenção positiva que está por detrás dos pensamentos, linguagem e comportamentos. Você ficará surpreso ao ver quão facilmente se formam as estruturas de consenso.

(Autora:   DuAnne Nebeker, Master Practitioner com experiência em comunicação empresarial, relações públicas e programas de comportamento organizacional)

Pense nisso e viva melhor!

Nos ajude compartilhando este texto com seus amigos nas redes sociais!

Era uma vez ….um mineiro que estava perdido numa mina dentro de uma galeria grande e escura. Não tendo absolutamente nenhum sentido da direção a seguir para sair do buraco em que estava, o mineiro só podia enxergar o pequeno círculo de luz projetado pela lanterna do seu capacete. Esse mineiro, em especial, estava totalmente seguro sobre o resultado que ele queria: sair vivo dali, e de preferência, chegar em casa a tempo para o chá! É fácil entender que se ele ficasse lá, esperando ficar seguro e confiante sobre a direção da saída antes de se movimentar, ele poderia ficar no mesmo lugar por um tempo bem longo!

Estabelecer objetivos é o primeiro passo de um dos processos fundamentais da PNL. Nós entendemos que ao estabelecer um objetivo claro e específico, nós damos a direção para o funcionamento automático dos filtros da mente inconsciente, que é em si mesma um processo de mudança. Porém para mim parece que lá se encontram algumas das limitações reais do modelo tradicional de estabelecer objetivos. Talvez o ato de colocar uma meta estabelecida para o futuro possa ser a maior de todas as substantivações!

Num recente treinamento de practitioner, eu estava conversando com um dos participantes que exaltava as virtudes e o tremendo impacto que estabelecer metas teve nele. Ele me contou que estava realmente seguro sobre o que queria fazer na vida: ele tinha um objetivo bem claro para criar um centro de cura onde as pessoas poderiam ir para serem rejuvenescidas e revitalizadas e para tirar proveito das maravilhosas ferramentas que a PNL tinha para oferecer. Ele estava muito entusiasmado. Eu disse:

“E o que você está planejando fazer AGORA para tornar isto uma realidade?” (uma pergunta tipo desubstantivação)

Ele me olhou com total espanto e horrorizado disse: “O que você quer dizer? Conseguir um emprego!!??”

Essa pessoa está tão incapacitada como o mineiro que fica parado na galeria esperando identificar o caminho de saída antes de se movimentar.

Essa carência de uma ponte entre o estado presente e o estado desejado é perceptível particularmente na área da cura física. Eu tive recentemente um cliente que queria se curar sozinho de um problema imunológico que já existia há bastante tempo. Mais ainda, ele tinha certeza sobre o resultado no longo prazo afirmando coisas como aumento de energia, sem dor (reformulado para sentir se confortável com o corpo), ser capaz de trabalhar o dia inteiro, etc. Porém quando eu questionei: “E o que você estará fazendo e pensando de modo diferente quando você estiver totalmente alinhado em direção a esse objetivo?” obtive a típica resposta:

“Eu não tenho nenhuma dor, eu me sinto confortável com o meu corpo.”

Então eu disse: “E o que ocorre antes do desconforto desaparecer totalmente? Se você tiver uma falta de conforto no corpo, como irá lidar com isto diferentemente de quando você estava totalmente alinhado em direção ao objetivo da cura total.”

A partir dessa discussão de construir pontes para o objetivo, apareceu uma consciência incrivelmente valiosa dos hábitos diários exigidos para se alinhar com o objetivo da cura total. Nós somos capazes de alinhar qualquer parte contestando ter aqueles hábitos diários, para estabelecer objetivos detalhados para esses hábitos diários e criar ponte ao futuro deles, de novo, em detalhes.

Basicamente o que estamos fazendo é a desubstantivação do objetivo e trazendo para o momento atual a fim de construir uma ponte para o futuro desejado ou:

Descobrir o que precisa estar acontecendo, agora, para ser alinhado com o objetivo, antes do objetivo existir completamente em alguma realidade.

Etapas básicas para a discussão da construção da ponte para o objetivo

  1. Estabeleça o objetivo da maneira usual (Especifique)
  2. Desubstantive o objetivo – isto é, faça bastantes perguntas em que apareçam muitos gerúndios nelas, e combine a informação do sentido da desubstantivação com as palavras “sendo fazendo tendo”.

Por exemplo:

O que você estará fazendo e que não está fazendo agora, quando conseguir este objetivo?

O que você estará dizendo para você mesmo de maneira diferente, quando conseguir este objetivo?

Como você estará se sentindo quando você estiver realizando este objetivo? etc.

Você também pode fazer perguntas similares a partir de posições perceptivas diferentes.

Por exemplo:

O que os outros estarão vendo de diferente em você quando você conseguir este objetivo?

Como você estará diferente para os outros quando conseguir este objetivo?

  1. Retorne para o curto prazo fazendo as mesmas perguntas para o futuro próximo.

Por exemplo:

Como você está totalmente alinhado em direção a este objetivo, o que você estará fazendo de diferente na próxima semana?

Como você estará pensando na próxima semana quando estiver alinhado em direção a sua meta?

O que você pensa que está apoiando-o para atingir a sua meta?

O que você está vendo que na próxima semana irá informá-lo que está alinhado com suas metas?

  1. Construa a ponte! Transfira o objetivo para agora. O propósito é descobrir como as respostas para a situação atual, como são realmente agora, precisam mudar para se alinhar com o objetivo. Assim, se alguém sente que está enfraquecendo e ele quer ser bem-sucedido, então as perguntas devem eliciar a maneira diferente dele lidar com a situação atual onde parece existir falta de bons resultados, para uma maneira que produza e apoie o seu sucesso.

Por exemplo:

Como você precisa reagir, agora em qualquer momento, para estar alinhado com o objetivo, antes do objetivo existir completamente na realidade?

Quando você estiver alinhado em direção ao objetivo, de que modo diferente você estará pensando e se comportando?

Elicie uma versão completa da representação sensorial específica disso e faça uma ponte ao futuro, seguida pelo acompanhamento futuro da conclusão bem-sucedida das etapas intermediárias e a meta final.

No momento em que o mineiro caminha para o foco da luz disponível, de lá ele enxerga mais longe.

(Lynn Timpany é uma das mais experientes trainers de PNL na Nova Zelândia. Lynn tem uma clínica particular em Christchurch, Nova Zelândia há mais de 10 anos e é membro da NZ Association of Counsellors e também Hipnoterapeuta Ericksoniana Certificada)

Seu site: www.lynntimpany.co.nz

Esse artigo está no site www.lynntimpany.co.nz, sob o título Building Outcome Bridges

Pense nisso e viva melhor!

63

A metamorfose de um ser exageradamente tímido a um ser confiante e confortável em sua própria pele é possível. Você está se capacitando para mudar seu futuro a partir de agora.

A timidez atrapalha a vida de muitas pessoas. É uma das mais dolorosas condições com a qual um ser pode viver, e os tímidos muitas vezes não procuram ajuda por causa do medo ou do embaraço de expressar o que está errado e falar sobre o problema. Assim, a timidez prende a pessoa na dor e no sofrimento emocional. Pode-se passar uma vida inteira de sub-realizações, sentindo solidão e ataques de pânico e depressão, incapaz de pedir ajuda.

A partir de agora você pode aprender a reconhecer o problema e depois como romper o padrão autodestrutivo da timidez e começar a construção de uma nova vida. O problema da timidez – ainda não completamente reconhecido nem estudado – tem muitas causas, a maioria das quais será esboçada no livro que estamos recomendando. Timidez é olhar para si mesmo em vez de olhar para o outro. É sentir que as pessoas são hipercríticas em relação a você e que toda a atenção delas está centrada em você. Os tímidos têm uma autoimagem crítica, sentindo-se sempre inferiores.

Pode-se ter uma falsa ideia do que os outros estão pensando. Os tímidos frequentemente acreditam que as pessoas com quem interagem estão focalizando seus pontos ruins. Socialmente, podem ficar embaraçados com alguns maneirismos, com seu corpo ou aspectos de seu caráter e achar que a pessoa com quem estão falando está prestando atenção somente nisso. Concentrando-se em seus supostos defeitos, os tímidos ignoram seus pontos fortes e, ao fazer isso, tornam o fracasso mais provável.

É preciso apenas um evento negativo para fazer de você um indivíduo tímido, mas os efeitos têm uma abrangência incrível: podem limitá-lo em sua carreira, seus relacionamentos, sua vida social, sua habilidade de interagir com os outros, e fazer com que você se sinta transtornado demais para sair de casa, até mesmo para as compras. Você pode achar que é chato e desinteressante, que não tem nada a acrescentar em uma conversa ou temer que as pessoas riam de você. A apreensão quanto a qualquer situação social ou de trabalho pode dominá-lo e fazê-lo relutar em assumir uma posição na qual tenha de falar e interagir com os outros, limitando assim seu potencial. Você vive em um estado de medo paralisante. A timidez afeta sua capacidade de ser você mesmo. Ao contrário, você se importa com o que os outros pensam e permite que isso paire sobre você.

A timidez se manifesta de várias maneiras. Você pode ruborizar-se com a menor ocorrência e se mortificar por estar mostrando ao mundo uma manifestação física de timidez. O rubor fica pior à medida que a pessoa se enreda mais e mais no mal-estar e no embaraço do que considera um sintoma físico constrangedor. Pode sofrer de palpitações, suor excessivo, impotência ou frigidez.

O objetivo é, gradualmente, tirar as camadas que estão soterrando o seu eu interior, a criança em você, seu verdadeiro eu. Se, quando bebê, você foi capaz de ser consciente de si mesmo dentro de um universo como uma pessoa completa, então será perfeitamente capaz, com trabalho e crescente sentimento de amor-próprio, de voltar a esse estado de bem-estar.

A timidez é uma emoção poderosa e cerceadora, que pode acarretar muitas doenças físicas. Nossa mente está conectada com nosso corpo, portanto nossas emoções afetam nosso estado de saúde. O Dr. Bernie Siegel, em seu livro “Love, medicine and miracles” (Amor, medicina e milagres), afirma que os pacientes com câncer que acreditam que têm o direito de viver até os cem anos e “curtem” a vida com paixão são pacientes excepcionais e 20% deles geralmente sobrevivem, mesmo aos tipos mais graves da doença. Os que têm uma deficiência de autoestima e acham que não têm lugar neste planeta desistem e morrem. É inútil, contudo, dizer a um tímido que ele deve se animar – isso de nada adianta e provavelmente é a última coisa que a pessoa conseguiria fazer.

Crise e confronto são experiências que mudam a vida e nos permitem crescer. O tímido evita a crise ou o confronto por temer como poderá parecer aos outros, enquanto a pessoa que não é tímida não tem medo de suas emoções, de mostrar sua vulnerabilidade e fracassar ou ser rejeitada. No que diz respeito às emoções, você pode se sentir totalmente esmagado por experiências passadas e, em consequência, evitar todas as áreas de crescimento porque não consegue lidar com crises em sua vida. Talvez seu desconforto vá tão fundo e seja tão doloroso que é impossível tolerá-lo. Permitir-se entrar em contato com a dor do passado através dos exercícios apresentados no livro possibilitará o enfrentamento de traumas subjacentes que farão você entender por que está tão temeroso.

Resultado de imagem para timidez desenho

A jornada da autocura pode ser dolorosa, mas quando nos permitimos reconhecer o porquê desses comportamentos cerceadores, um profundo entendimento interior emerge; você começa, então, a se amar e se torna capaz de sair e amar os outros. Mudar padrões de comportamento profundamente enraizados pode levar tempo, no entanto a jornada da autodescoberta pode liberar a beleza interior e única que todos temos.

A primeira batalha, sem dúvida, é aceitar que você tem um problema. A segunda, é encontrar um método de avaliar e vencer o problema. A diferença entre os que rompem o padrão da timidez e os que não conseguem fazer isso está na disposição dos primeiros e no acesso à ajuda terapêutica de apoio. Ao combinar a determinação de vencer a timidez com técnicas comprovadamente eficientes, você será capaz de controlar sua vida e viver a vida que sempre quis – junto com muitos milhares de outras pessoas que também venceram a timidez usando esses princípios que mencionei.

Lembre-se de que foram necessários anos para você ser tão tímido como é hoje. É provável que você tenha dedicado muito tempo e esforço para ser como é atualmente! Reprogramar as mensagens subconscientes em seu cérebro será como construir uma casa. Levará tempo, mas cada sucesso é mais um tijolo que acrescenta à sua parede.

Como ao aprender a jogar tênis, você conseguirá melhores resultados concentrando-se em uma jogada de cada vez, adquirindo domínio sobre ela, avançando e progredindo devagar mas com firmeza. O primeiro passo é sempre o mais difícil. Isso, porém, você já fez ao ler este artigo. Realize os exercícios apresentados aqui e desenvolva suas habilidades e seus músculos emocionais. Aprenda com cada golpe e não se culpe se não conseguir resultados imediatos. Dê tempo a si mesmo.

Quando aprender a romper os padrões destrutivos de pensamento, discurso e comportamento, através das técnicas da Programação Neurolinguística- PNL, você conseguirá transformar radicalmente sua vida, tornando-se mais confiante e habilidoso, capaz de ir atrás de seus sonhos e objetivos. Você é um ser humano especial e único. O problema é que, neste momento, não reconhece isso.

(Adaptado do livro: Timidez, esclarecendo suas dúvidas – Lynne Crawford e Linda Taylor – Editora Ágora)

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este teto com seus amigos nas redes sociais!

Outro dia vi uma formiga que carregava uma enorme folha. A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela. A formiga a carregava com sacrifício. Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça. Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também a formiga. Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa.

Eu a observei até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa. Foi quando pensei: “Até que enfim ela chegou”. Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.

A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora. Foi aí que disse a mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada”. Mas ela me surpreendeu.

Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços. Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido.

Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências e transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:

  1. Que me desse a tenacidade para “carregar” as dificuldades;
  1. Que me desse a perseverança para não desanimar diante das quedas;
  1. Que eu tivesse sabedoria para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais;
  1. Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário;
  1. Que eu não desistisse da caminhada, mesmo quando não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer.

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

Happy birthday woman against the sky with rainbow-colored air balloons in hands. sunny and positive energy of nature. Young beautiful girl on the grass in the park.

Só existe autoestima quando uma pessoa vive de acordo com suas ideias, sem ofender o código de valores que ela construiu ao longo da vida. Uma pessoa para quem a honestidade é fundamental poderá ficar rica se aceitar suborno, mas sua autoestima cairá, inevitavelmente. Não é possível alguém gostar de si mesmo, ter um bom juízo de si, se estiver agindo em desacordo com seus princípios.

Os valores de cada pessoa, assim como os de cada sociedade, variam muito e dependem fundamentalmente do ambiente em que ela cresceu. Nos primeiros anos de vida, incorporamos essas normas com o objetivo de agradar aos adultos que nos sãos importantes. Aprendemos seus valores e os adotamos, porque este é o caminho para sermos amados por eles. Os adultos usam essa necessidade das crianças de serem protegidas e acariciadas como instrumento para educá-las, ou seja, transmitir à nova geração as normas daquela comunidade. Mas isso é apenas o princípio do processo. A partir de um certo ponto do nosso desenvolvimento, passamos a contestar os valores que nos foram impostos pela educação. Isto pode ser feito de um modo bastante estabanado e grosseiro, negando, apenas por negar, tudo o que nos ensinaram (e são muitos os adolescentes que agem assim). Entretanto, também podemos reavaliar nossos princípios de um modo mais sofisticado, comparando-os com outros pontos de vista ou submetendo-os a uma experimentação na vida prática.

Se fomos educados, por exemplo, a não transigir, tornando-nos pessoas rígidas e prepotentes, isso pode nos trazer muitos inimigos e afastar as pessoas de quem gostamos. A prática da vida nesse caso poderá nos ensinar a ter mais “jogo de cintura”, ou seja, a afrouxar um pouco mais os nossos critérios quanto à liberdade e aos direitos de cada pessoa. Sempre que mudarmos nossos valores devemos conseguir mudar também nossa conduta. O objetivo disso é fazer com que possamos viver de acordo com nossas ideias, condição indispensável para uma autoestima positiva. Mas outra condição se impõe para uma boa autoestima: levar uma vida produtiva, em constante evolução.

Se uma pessoa gosta de cozinhar, ela tenderá a se dedicar a essa atividade. Será capaz de avaliar seus avanços por meio da reação das pessoas que provam sua comida e não adianta negarmos: somos dependentes das reações dos que nos cercam e nos são queridos. Os elogios reforçarão suas convicções de que está indo pelo caminho certo, enquanto as críticas indicarão a necessidade de correção de rota. Com o passar do tempo e o crescer da experiência, ela saberá avaliar a qualidade de sua comida por si mesma, tornando-se menos dependente do julgamento dos outros. Sua autoavaliação vai se tornando mais importante que a dos outros. Sua autoestima vai se cristalizando em um patamar alto, sólido e independente do ambiente.

Mas é importante ressaltar que esta imagem positiva de si mesmo não pode ser construída do nada. Não adianta a pessoa se olhar todos os dias no espelho e dizer: “Eu sou uma pessoa legal, mereço as coisas boas da vida, eu me amo”. Agir assim é acreditar que se pode enganar a si mesmo com discursos bonitos e falsos. Precisamos agir sempre de acordo com as nossas convicções, levar uma vida produtiva e nos aprimorar naquilo que fazemos.

Não importa qual seja a atividade, precisamos nos relacionar com o nosso meio e receber dele sinais positivos de que nossa ação é boa e que está em permanente evolução. Se uma pessoa não faz nada, não se dedica a nenhum tipo de atividade, não terá a menor chance de ter uma boa autoestima. Ela não se testa para saber qual é o seu valor e a dúvida puxa para baixo a autoavaliação. E de nada adianta colocar uma máscara e sair por aí com ares de quem “se ama e muito”. Isso não engana ninguém!

(Texto de Dr. por Flávio Gikovate, publicado no site http://flaviogikovate.com.br/)

Pense nisso e viva melhor!

Compartilhe este texto com seus amigos nas redes sociais!

MAIS ACESSADOS

9682
Vivia um monge nas proximidades do templo de Shiva. Na casa em frente, morava uma prostituta. Observando a quantidade de homens que a visitavam,...