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Alan Miranda

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Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida. Quero trocar experiências e conhecimento com você, deixe seu comentário, envie um e-mail e me siga nas redes sociais.

Havia um homem rico e feliz, em uma província chamada felicidade. Conta a história que ele possuía três hábitos que envolviam três objetos estranhos e que isso seria o segredo de toda sua fortuna e felicidade.

O primeiro objeto era uma moeda de ouro que ele carregava sempre em seu bolso. Ele tinha o hábito de brincar com ela o tempo todo, jogando-a para cima e pegando novamente. Quando estava para fechar algum negócio, ficava por algum tempo olhando a moeda com o pensamento bem longe.

O segundo objeto era com um cordão feito com fios de vime, com vários nós bem apertados. Dizem que a noite, ele sentava em sua cama e ficava por horas desatando os nós que eram muito apertados. Diziam também que em alguns dias, ele mesmo fazia mais nós no cordão.

O terceiro objeto era um pedaço de papel velho com alguma coisa escrita. Ele tinha o hábito de olhar várias vezes durante dia. Guardava em sua carteira e carregava sempre com ele. Quem o conhecia, podia ver ele durante o dia abrindo a carteira, desdobrando o papel, dando uma olhada e guardando novamente.

Ele nunca contava para ninguém quais eram os significados dos três objetos. Sabia-se apenas que fora um menino muito pobre, mas que enriqueceu depois de sair da casa de seus pais ainda muito jovem. Aquele homem envelheceu feliz, prospero e satisfeito com a vida.

Certo dia o homem, já velho e sabendo que todos daquela província tinham curiosidade a respeito de seus três objetos, resolveu revelar para seus melhores amigos.

Convidou todos eles para irem a sua casa naquela noite fria e chuvosa. Todos os seus amigos compareceram para aprender os três segredos tão estranhos, mas tão eficientes, conforme se falavam entre eles.

Foram recebidos e todos sentaram ao redor de uma poltrona velha de couro perto de uma lareira quentinha. Na sala aconchegante e muito bem decorada, aguardavam com entusiasmo a revelação da fórmula que os levaria a mudança de vida.

O velho entrou na sala e depois de abraçar os seus amigos, sentou-se na velha poltrona de couro, pegou sua moeda e começou a jogar para cima. Finalmente começou a contar o que significava cada objeto que utilizava como uma fórmula para o sucesso.

Primeiro Pegou o pedaço de papel que estava em sua carteira e leu para seus amigos.

“O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra. Dormisse e se levantasse, de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como.”

Este é o grande segredo, o que semeamos na vida a todo momento, vamos colher.

O segundo objeto era um cordão cheio de nós. Ele significa o que ouvimos das pessoas desde nossa infância. São como comandos hipnóticos que obedecemos mesmo sem saber.

-você não é bom o suficiente;

-Dinheiro na mão é vendaval;

-felicidade não existe;

-filho, você nunca será melhor que seu irmão;

-viver é matar um leão por dia;

-se você não tirar boas notas, não sera nada na vida;

-ricos não vão para o céu;

– O dinheiro é a raiz de todo o mal.

Muitas palavras criam nós em nossa vida. Quando pratico o segredo que esta escrito no papel, desamarro alguns nós.

Depois disso, o velho sábio ficou em silêncio olhando para seus amigos…

Então os amigos, esperando que algo muito importante, estaria na moeda o que o velho estava jogando para cima. O lugar foi tomado por um silêncio. Se ouvia somente o barulho da moeda que era jogada para cima.

-Vocês estão curiosos para saber sobre a moeda, sorriu o velho?

-Sim! Disseram todos.

O velho com um sorriso disse, a moeda não significa nada, é apenas uma distração.

Todos ficam distraídos pelo dinheiro o tempo todo, fazem tudo por ele e se esquecem do mais importante. De desatar os nós, e de plantar o tempo todo.

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Ninguém começa algo acertando tudo, porque se fosse assim, não seria um crescimento, mas a permanência no mesmo estado.

Erramos muito antes de começar a acertar mais.

O crescimento pessoal, profissional ou financeiro, parece ter uma sequência que poucos entendem. Talvez isso explique porque se cria tantas zonas de conforto para não precisar sair delas.

Primeiro vem a fase de errar bastante.

Depois vem a fase de errar menos.

E depois a fase de acertar mais e errar menos.

E por último a fase de acertar bastante.

O crescimento é assim. Quantas vezes Thomas Edson, o criador da lâmpada elétrica, errou até chegar à invenção que tanto sonhava? Foram mais de dois mil erros, ou aprimoramentos como ele preferiu falar.

A jornada do crescimento às vezes é difícil. Seria mais fácil permanecer no mesmo lugar. Quando agimos corremos riscos. Somos criticados, largados, julgados. A torcida às vezes vira para o lado contrário: “Não vai dar certo! Não faça! ”

Porque a zona de conforto, sendo literalmente prolixo, é mais confortável. Boicotar-se parece melhor que enfrentar aquelas situações que não estamos acostumados.

Podemos passar vergonha, dar vexame, fazer feio, errar na visão do nosso crítico interior. Porém, quando se sabe que isso faz parte da trajetória de crescimento, o abandono, a crítica, começa a fazer parte do treinamento para forjar o guerreiro, o sábio, o curador, o visionário que está em nós.

(Autor: Aldo J.R.)

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Sobre o autor

Meu nome é Jerry Costa e há mais de 20 anos tenho tido a oportunidade e a alegria de conduzir milhares de pessoas ao fantástico mundo do desenvolvimento pessoal e profissional, por meio do domínio do idioma inglês.

Já atuei e ainda atuo junto a empresas de grande porte, ajudando executivos, artistas, jornalistas e técnicos a aprenderem inglês rapidamente. Adultos e profissionais não tem tempo, por isso criei um método exclusivo que já comprovou sua eficácia junto a empresas como Globo, Record, SBT, FeDex, Cielo, RedeTV! e muitas outras dos mais diversos segmentos e portes.

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Com sorrisos cada vez mais raros e sem poder de contagiar; com impaciência ao invés de brincadeiras e um torturante silêncio onde deveriam existir palavras e palavras, cada vez mais pessoas vivenciam a solidão a dois, termo que ouvi pela primeira vez na voz de Cazuza, em “Eu queria ter uma bomba”, música do Barão Vermelho.

São olhares vazios, pensamentos dispersos e uma sensação enorme de “tanto faz”. Na mesa do restaurante, o casal insiste em prestar atenção exclusivamente às telas de seus celulares; enquanto caminham, nenhuma palavra sai de seus lábios, e na despedida um beijo frio. No sexo, por não exigir diálogo, as coisas fluem um pouco melhor. Mas ainda assim é insuficiente.

O relacionamento, contudo, é mantido. Talvez por conveniência ou talvez porque essa realidade basta. Existem pessoas que se contentam com o básico e outras que temem a solidão mais do que qualquer outra coisa. Elas não percebem, porém, que estão sozinhas, apesar de terem uma companhia.

Parece contraditório, mas não é. Soa como se as pessoas, com medo da solidão, resolvessem ficar sozinhas juntas. Assim é formada uma multidão de almas vazias, de corações partidos e mentes desencontradas.

Elas se sentem perdidas da mesma forma. Estão a sós com seus pensamentos, embora segurem uma mão. Sonham acordadas, mas preferem não falar sobre isso. Passam horas tentando saber porque aquelas pessoas malucas escrevem poemas e canções.

Ficam inconformadas por aqueles que dizem que até o céu muda de cor quando estão amando. “Porra, o céu é azul. Sempre foi e sempre será”, concluem. Mas é mentira. O céu é da cor que querem aqueles que não sentem uma solidão esmagadora, estejam acompanhados ou não.

E assim assistimos relacionamentos começando e terminando dia após dia. Não haveria problema nenhum nisso, afinal, nossa existência é efêmera, e somos feitos de dúvidas e erros. O problema é assistir o seu relacionamento começar e acabar e ainda assim não aprender nada de valioso com ele. E sabe por que não? Porque vocês não estavam juntos. Apenas estavam sozinhos no mesmo lugar.

(Texto por Bruno Inácio, via Portal Raizes)

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Há muitas coisas na vida que não compreendemos. Há muitas coisas na vida que não desejamos. Há muitas coisas na vida que poderiam ser diferentes do que são. Há muitas coisas na vida sobre as quais temos muito pouca ação modificadora. Essa é a vida de todos nós. O que fazer? Resignar-se? Esperar um milagre? Revoltar-se? Perguntar por que eu?

Na verdade, a resposta parece ser um pouco de tudo. É claro que temos que nos resignar frente à realidade. É claro que podemos sempre esperar um milagre. Mas não há razão para revolta, para o eterno amargor, para uma morte antecipada, tornando a vida um verdadeiro inferno, amplificando os problemas que já existem.

Quando temos um grande problema devemos saber que teremos que ser melhores que a média das pessoas. Temos que saber que muitos irão se compadecer de nós – uns genuinamente, outros falsamente – mas que a grande maioria não estará preocupada com a nossa dura realidade. Nós, pela razão, e não pela emoção, é que temos que enfrentá-la. E, a própria razão nos dirá que não adianta ficar perguntando, por que eu? Ninguém nos dará essa resposta de maneira satisfatória. Nós é que temos que dá-la ao mundo, mostrando a nossa capacidade de enfrentar o problema e ter a firmeza para fazer o que a maioria não seria capaz.

É essa “motivação cognitiva”, pela razão e não pela emoção, que nos fará levantar e caminhar, fazer o que tiver que ser feito para não nos entregarmos de vez à doença que não pediu licença para se instalar, ou ao problema que nos aflige. A emoção nos fará sentir dó de nós próprios. A emoção nos fará muitas vezes sentir vergonha de nossa incapacidade física. A emoção nos fará esperar a ajuda dos outros, que, já sabemos, nem sempre virá.

É a razão que nos fará prosseguir e vencer. É a plena consciência de nossos limites e possibilidades que deve nos dar a força e os motivos para lutar, perseverar, ter disciplina nos tratamentos, acreditar na ciência e seguir em frente. A motivação cognitiva é uma porta que só se abre por dentro. Só você pode abri-la. E você a abrirá no momento em que entender, pela razão, e não pela emoção, que há pessoas em condições muito mais difíceis e que precisam de você. Você a abrirá aumentando a sua fé, sua esperança e sua caridade.

Pense nisso. Sucesso!

(Autor: Luiz Marins, texto publicado no site Anthropos Consulting)

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Autorresponsabilidade é a capacidade racional e emocional de trazer pra si toda responsabilidade por tudo que acontece em sua vida, por mais inexplicável que seja, por mais que pareça estar fora do seu controle e das suas mãos.

Você sabia que é o único responsável pela vida que tem levado, você está onde se colocou.

Como você tem levado a sua vida é mérito seu, seja pelas suas ações conscientes ou inconscientes, pela qualidade de seus pensamentos, comportamentos e suas palavras. Por mais doloroso que seja, foi você que levou a sua vida ao ponto que está hoje.

Essas afirmações podem ser difíceis de entender, até um pouco duras, mas peço que não entenda como uma acusação e sim como uma liberdade libertadora e fortalecedora. A crença de que foi você que se colocou, ou pelo menos se permitiu estar onde está, é muito benéfica e fortificante. Afinal se foi você que se colocou na situação de vida que está hoje, por mais difícil que esteja, foi você foi o condutor do caminho até aqui. E como condutor, timoneiro da sua vida, você obteve resultados e não necessariamente fracassos.

E se você não estiver satisfeito com seus resultados, basta reconhecer que suas escolhas e seus caminhos não tem sito satisfatórios e então redirecioná-los de forma autorresponsável, objetiva e consciente.

Autorresponsabilidade é a capacidade racional e emocional de trazer pra si toda responsabilidade por tudo que acontece em sua vida, por mais inexplicável que seja, por mais que pareça estar fora do seu controle e das suas mãos.

Já perguntou para alguém que está passando por alguma situação negativa: Como estão as coisas? E ela respondeu “Estão como a vida quer”, “Como Deus quer”, perceberá sutilmente que está tirando de si a responsabilidade pelos seus resultados negativos e responsabilizando os outros…

Muitas vezes essas pessoas não percebem que seus comportamentos, pensamentos e sentimentos estão criando a vida delas, e normalmente buscam explicações externas para explicar suas desventuras e azares. Por isso responsabilize-se pelas suas atitudes e escolhas porque elas terão consequências e determinarão seus caminhos.

Autorresponsabilidade é a crença de que você é o único responsável pela vida que tem levado, sendo assim, é o único que pode mudá-la segundo o escritor Paulo Vieira, e eu concordo plenamente.

Responsabilize-se pelos seus pensamentos e sentimentos, pois bons sentimentos e bons pensamentos estruturam nossas crenças e realizações.

A atitude de autorresponsabilidade nos empodera e capacita a mudar o que deve ser mudado para continuar a avançar na direção de nossos objetivos conscientes e de um equilíbrio de vida.

Com tudo acreditar ou não em qualquer coisa é uma questão de escolha. Acreditar que é o único responsável pela vida que tem levado e que você constrói as circunstâncias e os acontecimentos de sua vida também é uma escolha ou também achar que somos vítimas ou prisioneiros de nossos destinos e que vamos apenas reagindo ao mundo e aos acontecimentos.

Eu prefiro acreditar que criamos nossas experiências, por palavras, comportamentos e pensamentos e que tudo o que comunicamos, pensamos e sentimos gera resultados e objetivos palpáveis em nossas vidas!

“A incapacidade de viver de forma autorresponsável nos faz reviver as mesmas circunstâncias de dor ao longo da vida” Paulo Vieira.

Pessoas de sucesso simplesmente assumem que estão onde se puseram e com humildade e sabedoria buscam aprender com seus erros para que da próxima vez possam obter resultados melhores.

Pessoas de sucesso não costumam desistir dos seus sonhos: elas aprendem com seus erros e perseveram, persistem focadas em seus objetivos e fazendo diferentes ações, com diferentes comportamentos e agindo, pensando e sentindo de forma diferente e é assim que você pode agir também!

Você tem todos os recursos de que necessita dentro de si para prosperar e ser feliz, não fique culpando tudo e todos pelas coisas que acontecem contigo, seja cada vez mais responsável pelo seus resultados e busque o melhor!

(Autor: Bruno Ferreira, Master Coach Trainer membro da Sociedade Latino Americana de Coaching, possui certificação internacional em Professional Master, Executive, Life e Leader Coach, Análise Comportamental (DISC) através da Inscape Publishing, Avaliação de Competências Assess, analista de Inteligência Emocional (Six Second), Practitioner e Business Practitioner em PNL (Programação Neurolinguística) pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística. Texto publicado nos site Administradores.com.br)

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Vivemos em constantes mudanças, e o nosso cérebro está em constante criação na tentativa de nos ajudar a navegar em nosso mundo complexo e visa um único objetivo: a sobrevivência.

Nossas melhores decisões frente às circunstâncias surgem quando pensamos com clareza e criatividade em todas as possibilidades e alternativas que nos conduzirá ao melhor caminho a seguir. Mas o maior desafio é que, quando estamos passando pela crise, não enxergamos a importância de visualizar o melhor caminho que devemos seguir, ou seja, o caminho que nos levará a encontrar as oportunidades nas adversidades.

Diante das adversidades destacamos três caminhos a seguir:

-FOCAR NO MOMENTO: Encarar aquilo que estamos vivendo como algo negativo, mas não permitir que aquilo gere alguma mudança, nos fazendo permanecer no mesmo lugar.

-PENSAR NAS CONSEQUÊNCIAS: Pensamos nas consequências do futuro, imaginando sempre uma situação pior do que já está, e é este o motivo que nos faz temer passar pelos conflitos.

-TORNAR AINDA MAIS FORTE: Este terceiro caminho, é quando estamos diante de algo terrível e mesmo assim conseguimos encontrar forças para superar e sentirmos mais capazes de realizar algo grandioso. É verdade, este caminho não é tão simples de achar, e diante dos desafios é fácil nos sentirmos incapazes, impotentes e desesperançados, deixamos de acreditar que exista um caminho como este, e muitas vezes nem o colocamos como opção.

O último caminho citado deveria ser o único a ser seguir, pois é ele que faz a diferença entre as pessoas que deixam se abater pelo fracasso e os que sacodem a poeira  e dão a volta por cima.

Estudos após estudos provam que, se formos capazes de considerar um fracasso como uma oportunidade de crescimento, teremos muito mais chances de crescer, no entanto, o pensamento contrário, ou seja, achando que a queda é a pior coisas do mundo, assim como pensado certamente se realizará.

Somos libertados a partir das nossas escolhas, e se rejeitarmos as crenças de que cada queda da vida nos levará cada vez mais para baixo e oferecermos as nós mesmos o maior poder possível, qual seja A CAPACIDADE DE NOS ELEVAR, não apesar dos contratempos, mas devido a cada um deles.

(Fonte: Paula Renata Zaccaria Benatti – Coach Integral sistêmico | @parezza #projetoparezzafit)

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Nossos hábitos são tão automáticos que raramente paramos para pensar sobre o enorme papel que eles exercem em nossa vida. Desde o momento em que saímos da cama até o momento em voltar para ela, fazemos todos os tipos de escolhas como ir até o banheiro, escovar os dentes, escolher qual roupa usar, e etc, tudo isto para cumprir com nossas tarefas diárias. Fazemos estas escolhas sem usar muita energia, pois são como instintos, tudo isto ligado no automático.

Devida a nossa tendência natural de agir por hábitos, a psicologia positiva nos mostra que a chave para transformar uma mudança positiva e duradoura está em transformar a ação desejada em um hábito, assim realizaremos uma mudança sem muito esforço.

Devemos fazer do nosso sistema nervoso um aliado e não um inimigo, assim, quando construímos um hábito estamos investindo em algo que nos trará infinitos retornos no futuro.

Ao colocar algum hábito em ação, podemos dizer que nosso cérebro muda em resposta à prática frequente, a neurociência nos mostra que nosso cérebro está em constante atividade e tem grande capacidade de mutação devido às suas estruturas flexíveis e elásticas.

Isso nos mostra que o ditado: “A prática leva à perfeição” é verdadeira, pois um comportamento realizado de forma repetida, se torna um hábito e isto que nos faz parecer algo automático ou instintivo.

Sempre escolhemos o caminho de menor resistência para executar nossas tarefas, e uma ótima dica para transformar nossos hábitos ruins em hábitos bons é colocar o comportamento desejado no caminho da menor resistência, pois assim exigirá menos energia e esforço para executar.

Podemos usar a regra dos 20 segundos, onde podemos otimizar o tempo e esforços necessários em 20 segundos e isto já facilitará nossa ação.

Exemplo: Pessoas que são viciadas em assistir televisão ao invés de praticar alguma atividade física, a dica dos 20 segundos serve para esconder, por exemplo, a pilha do controle remoto (para dificultar o momento de ligar a televisão) e deixar a roupa para a prática da atividade física estendida na cama (para otimizar o tempo e facilitar a ação).

A estratégia pode ser usada para qualquer coisa: reduza a energia de ativação para os hábitos que deseja adotar e aumente- a para hábitos que deseja evitar.

Quanto mais pudermos reduzir ou até eliminar a energia de ativação necessária para as nossas ações desejadas, mais aumentamos a nossa capacidade de dar início à mudança positiva.

(Fonte: Paula Renata Zaccaria Benatti – Coach Integral sistêmico | @parezza #projetoparezzafit)

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Não permitir a manifestação de grande júbilo ou grande lamento em relação a qualquer acontecimento, uma vez que a mutabilidade de todas as coisas pode transformá-lo completamente de um instante para o outro; em vez disso, usufruir sempre o presente da maneira mais serena possível: isso é sabedoria de vida. Em geral, porém, fazemos o contrário: planos e preocupações com o futuro ou também a saudade do passado nos ocupam de modo tão contínuo e duradouro, que o presente quase sempre perde a sua importância e é negligenciado; no entanto, somente o presente é seguro, enquanto o futuro e mesmo o passado quase sempre são diferentes daquilo que pensamos. Sendo assim, iludimo-nos uma vida inteira.

Ora, para o eudemonismo, tudo isso é bastante positivo, mas uma filosofia mais séria faz com que justamente a busca do passado seja sempre inútil, e a preocupação com o futuro o seja com frequência, de modo que somente o presente constitui o cenário da nossa felicidade, mesmo se a qualquer momento se vier a transformar-se em passado e, então, tornar-se tão indiferente como se nunca tivesse existido. Onde fica, portanto, o espaço para a nossa felicidade?

(Arthur Schopenhauer, in “A Arte de Ser Feliz”)

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Cativar segundo o dicionário significa impressionar uma pessoa (ou várias) com seu caráter ou jeito de ser, agir ou falar. Isso mesmo, impressionar com o caráter ou jeito de ser. Entretanto, parece-me que esse verbo está ficando obsoleto. Talvez, eu esteja errado, mas me consolo, ao saber que uma das figuras mais sábias da literatura divide a mesma opinião.

Em um mundo cada vez mais dinâmico, em que as pessoas estão sempre com pressa, perder tempo com alguém não faz parte do cardápio. A modernidade líquida com a sua fluidez apresenta um problema no que tange às relações humanas, qual seja, a dificuldade de criar laços.

Essa dificuldade foi percebida como muita sensibilidade por Saint-Exupéry, no seu magnífico (foi difícil escolher a palavra) “O Pequeno Príncipe”. Na obra, lá pela parte XXI, o principezinho encontra uma raposa, a qual lhe transmite ensinamentos sobre a arte de cativar.

“Que quer dizer cativar? É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa criar laços.”

Cativar é uma arte que realmente está esquecida. Não queremos perder tempo com ninguém, logo, não buscamos criar laços. Pelo contrário, temos necessidades de relações com facilidade em desconectar (já se perguntou por que o Facebook faz tanto sucesso?). Construir laços é muito trabalhoso e leva tempo. E tempo é o que não temos no mundo líquido.

Por que devo perder tempo cativando alguém, isto é, construindo laços, se posso a cada dia ter novos “amigos”? A conta é simples – quando enjoo de alguns, troco por outros – e o melhor: a conta sempre bate. Os adultos são especialistas em fazer contas, talvez, por isso se adaptem tanto a esses relacionamentos.

A resposta à pergunta supracitada pode ser respondida por qualquer indivíduo minimamente honesto, pois esses relacionamentos podem garantir até alguma coisa, mas, amizade não é uma delas.

Para ser amigo de alguém é preciso saber cativar, e para cativar é preciso perder tempo. Criar laços é como construir uma ponte, uma vez que, se não estiver bem feita, nos faz cair. Criar laços é fazer de alguém simples, uma pessoa especial; de um em meio à multidão, a multidão em meio a um. Ou seja, é trabalhoso e ultimamente tenho a impressão de que as pessoas não gostam de sujar as mãos.

Talvez, ainda não tenham compreendido o que é cativar. Sendo assim, retiro-me para que uma amiga mais sábia que eu possa falar:

“Exatamente, disse a raposa. Tu não és nada ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim o único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.”

Ah! Agora, talvez tenham compreendido a importância de criar laços. É somente quando criamos laços que nos tornamos únicos para o outro. Só, quando nós cativamos o outro, nos tornamos importantes para ele, pois só carregamos dentro de nós aquilo que não encontramos em nenhum outro lugar.

Cativar é um verbo que tem como complemento direito alguém, quem em meio a tantos se tornou único. E não há como ser único estando sempre com pressa, de modo que não esteja presente para dar um abraço ou decifrar os enigmas de um longo olhar. Também, não há como comprar um amigo em lojas ou sites de vendas. É preciso saber perder tempo para ter amigos.

“Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me.”

Perder tempo com alguém, como isso nos assusta. Aliás, a própria expressão “perder tempo” é controversa, pois não perdemos nada estando com alguém, pelo contrário, ganhamos. Entretanto, por medo ou conveniência (ou os dois) esquecemos o significado de cativar.

A bem da verdade, criar laços não é fácil, como já disse, e exige além de esforço, paciência. Paciência para esperar o cimento que mantém os tecidos coesos secar. Paciência para compreender os mistérios que permeiam o outro. Paciência para conhecer, uma vez que:

“A gente só conhece bem as coisas que cativou.”

Como não andamos com muita paciência, por consequência, não cativamos e como não cativamos, não conhecemos ninguém de verdade. Contentamo-nos em passar pela vida conhecendo apenas representações. Muito preocupados em aparecer, esquecemos como é bom ser importante para alguém, pois quando somos importantes, ainda que deixemos de existir, continuamos existindo no outro.

Existindo em função dos laços que criamos, das horas “perdidas” cativando. Existindo em cada pedacinho que respira. Existindo em cada nó que forma o laço. E como nós são pequenos, dificilmente os veremos com os olhos, mas é um erro procurá-los com os olhos, pois: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.”

(Autor: Erick Morais, texto publicado no site Pensar Contemporâneo)

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