Amor ou Luxúria?

Amor ou Luxúria?

Diz a tradição zen-budista que, no passado, havia uma monja muito bonita e um jovem monge apaixonou-se perdidamente por ela.

Com receio de ser rejeitado, o monge decidiu escrever-lhe uma carta, declarando seus sentimentos e pedindo para encontrá-la às escondidas.

A monja aguardou o momento certo para responder. No dia seguinte, aguardou o Mestre terminar a prática do dia e então dirigiu-se ao monge, em voz alta, diante de todos:

– “Tu me enviaste uma carta declarando teu amor por mim e propondo-me um encontro às escondidas. Entretanto, o Amor não é algo para ser realizado às escondidas, pois ele é pleno e sincero. Se realmente me amas e não só me desejas, abraça-me em frente a todos. O que há para esconder?”

Com vergonha, o jovem monge abaixou a cabeça e caiu em si. Na verdade, o que sentia não passava de luxúria…

Autor: Desconhecido

 

A luxúria, por vezes, nos prega peças. E, frequentemente, é confundida com amor.

Pense nisso e viva melhor!

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Sou autor do site Motivação e Foco, consultor comportamental, apaixonado por gente e pela vida.

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